Publicado por: Toogood | Quarta-feira, 13 Fevereiro 2008

Coronel Bolognesi – Patrono da piada pronta

O Flamengo enfrentou na Libertadores o ilustríssimo time de Coronel Bolognesi… mas esse post não falará do time e sim de seu patrono… O patrono da piada pronta. Vocês vão entender o porquê.

Francisco Bolognesi Cervantes nasceu peruano, mas teve ascendência italiana (ah vá!). Entrou para o exército e foi subindo de patentes até chegar à Coronel.

Em 1880, o Peru fez um combinado com a Bolívia para provar seus dotes culinários travar a chamada guerra do Pacífico na qual Bolognesi, na época com 62 anos, comandava um exército de 1800 peruanos, para provar que eles eram um exército de massa e levar o Peru pra frente.

Mas os chilenos eram em maior número e o molho azedou. 5300 inimigos em 7 de junho de 1880 cercaram a cidade portuária de Arica. Mesmo sentindo a carne queimando, Bolognesi não deixou o Peru amolecer e recusou render-se. Cozinhou seus adversários por algumas horas e proferiu a famosa frase (famosa pra eles, claro) :

“Tenho deveres a cumprir aqui e os cumprirei até o último cartucho.”

Após essa tentativa de tirar o cagaço dos soldados encorajar seus homens, Bolognesi derramou o vermelho do seu sangue e morreu, levando com ele outros 1.000 companheiros.

(Pausa para lembrete) Lembra quando eu disse nesse post que a história conta que, quem pede pra morrer, acaba conseguindo o que quer? Pois é… (fim da pausa para lembrete)

Por esse ( outros) ato de bravura, Chicão Bolognesi virou lenda e também “mama” do exército peruano.

Definitivamente, Bolognesi é que dava gosto à aquele exército que estava um tanto quanto cru.

Obs: Pra fechar os trocadilhos, o goleiro do time Coronel Bolognesi chama-se Penne. Precisa de mais alguma coisa?


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