05.03.08

Ele matou Satanás e comeu sua CNH

Enviado em Bizarro, Humor, Internet tagged , , , , às 5:47 pm de Frank Toogood

Essa notícia é um pouco antiga (data de novembro de 2007), mas é tão engraçada que eu resolvi postar aqui…

Um resumo rápido (se é resumo, tem que ser rápido, cara pálida) do que aconteceu antes que você leia a entrevista:

Eduardo foi impedido de comprar um carro pelo próprio pai. O problema é que ele recebeu essa notícia quando estava fechando o negócio, na concessionária.  Louco de raiva, o maluco desregulou o motor de uma Saveiro, dando um soco no capô do carro. Ainda fora das condições psicológicas ideais, comeu sua CNH. Um dos vendedores comenta: “De repente, começou a gritar, disse que iria colocar fogo nos carros e começou a xingar todo mundo. Ficamos assustados”

Dias depois, o maluco deu uma entrevista pro Jornal Comércio de Franca e é ISSO que eu quero que vocês leiam… com MUITA atenção:

Comércio da Franca: O que aconteceu no estacionamento?
Eduardo: Estava tudo certinho para eu comprar a Brasília, mas meu pai não quis assinar. Daí, os caras lá (vendedores) rasgaram meu documento e me agrediram com coronhadas na cabeça. Falaram que iriam me levar para o mato e me matar. Fiquei nervoso lá. Quero a minha Brasília. Sou o filho mais velho de Deus.

Comércio: Como assim?
Eduardo: Vim para o mundo com essa missão. Já matei Satanás, Lúcifer e toda a legião de anjos. Comi ele (Satanás) igual galinha e carne de peru. Foi como se fosse uma picanha.
Simplesmente, dei um murro e achatei a cabeça dele. Tenho poderes sobrenaturais. Você percebeu que o mundo está mudando?

Comércio: O que espera do fim do mundo?
Eduardo: No fim, só quero minha Brasília. Quero sair nela e conhecer o mar. Quero conhecer o Clark Kent e toda a equipe da Warner Bros (estúdio de filmes e séries). Este é meu maior sonho, desde moleque. Admiro demais. Quero dar um selinho na Lana Lang. Vou levar minha Brasília para casa, nem que seja preciso vender minha alma de novo para Deus.

Comércio: Quando passou a ter estes poderes?
Eduardo: Faz tempo. Me lembro quando matei uma cobra, segurando assim (faz o gesto). Chupei ela igual a um macarrão. Depois, comecei a perceber que tinha uma força sobrenatural. Já fui internado muitas vezes no Alan Kardec, mas não entendia o porquê. Agora, tô aí, sei quem sou.

Pois é… Para que polícia, se temos o Cavaleiro do Apocalipse?

É esse tipo de notícia que me faz pensar… na Terra, os normais são exceção.

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