4 anos e 719 posts depois…

Aqui estamos nós, mais uma vez, escrevendo o texto que marca o aniversário desse blog. Agora são 5 anos de existência, nesse cantinho brega da blogosfera.  A temporada 2010/2011 pode ser chamada de surpreendente, sob todos os aspectos. Não quero torrar a sua paciência como se fosse um pãozinho esquecido na chapa numa manhã sonolenta, mas acho importante registrar algumas coisas, uma vez que esse post será usado para futuras referências históricas. Ou não.

Escrevi MUITO menos do que eu gostaria, contudo, quantidade não é, necessariamente, sinônimo de qualidade. Revendo os arquivos desses últimos 12 meses, senti algumas pontadas, que não eram ataques cardíacos, mas de puro e simples orgulho. Orgulho de um trabalho bem feito, elogiado, com autenticidade. Enfim… sou eu, traduzido em letras, palavras, frases, idéias. E isso faz uma enorme diferença.

Serei franco em algumas avaliações: Minha produção ficcional melhorou substancialmente. Parecem mais encorpadas, criativas. Tem um começo, um meio e um fim. Isso é fundamental, mas algumas vezes não ficava claro. Falta agora criar novas situações, explorar outras áreas, ser mais técnico, específico.

Resolvi me aplicar em algumas resenhas. Achei que a do Agassi e a do Roberto Carlos ficaram muito simpáticas. Vem mais por aí, podem ter certeza. E sim… isso é uma ameaça. Quer dizer…. basta eu conseguir ler “catataus” interessantes. Espero, em breve, dar minha opinião sobre Crônicas de Nárnia. Não perdoei o autor… Fervilhante!

As apresentações no teatro da cidade também foram resenhadas. Ao menos algumas. Não é todo dia que se tem a oportunidade de assistir Carmem (em francês!) e Eudóxia de Barros… É o tipo de texto essencial para treinar a memória, já que não dá pra anotar nada durante o espetáculo, né?

O trabalho não ficcional foi absolutamente pertinente e pontual. Um dos pontos altos foi o extenso post eleitoral. O Voto em Foco deu trabalho, exigiu um dia inteiro de atenção, revisão e mudanças (falamos sobre eleições em Itatiba e no Brasil),  mas valeu muito. Registro histórico valioso.

Nessa temporada, graças ao Carlão, tivemos nosso primeiro editorial. Parecia até jornal de verdade!

Mas o principal mesmo foi o início das atividades deste blogueiro em uma rádio da cidade. Tenho um programa que vai ao ar todos os sábados, as 11 da manhã. Você pode ouvir acessando http://www.radiodapazfm.com.br. E vou culpar 100% as atividades na rádio como fator decisivo para a diminuição dos textos nesse espaço. Tenho direcionado minha criatividade na produção do Voz e Vez. É trabalhoso, é difícil, mas poucas coisas são tão gostosas como sair do estúdio com o dever cumprido. Alma lavada!

Update: Ah sim, eu ia quase esquecendo. Quer dizer, eu esqueci mesmo. O Carlão, nessa temporada, tornou-se “Formador de Opinião” e colunista do Jornal Bom Dia Itatiba (pois é… agora as Opinix tem abrangência municipal! hahahaha), além de produzir matéria para a ITV Brasil (popularmente conhecida como TV Itatiba). Parabéns, cara!

A melhor forma de terminar esse texto é colocando abaixo algumas charges em áudio (modéstia a parte, somos os pioneiros a implantar esse quadro em uma rádio na cidade. Aliás… o estilo do programa é algo totalmente inédito na cidade).
As charges funcionam assim: temos um tema principal e inventamos alguma situação absurda, diferente e, claro, ácida. As interpretações e edições (ou seja, a responsabilidade da bagaça) é toda nossa… Artesanal.

Divirtam-se. Ou não.

Alô mulher! E se o gineco não for de confiança? Cuméquifica?


Sempre quis brincar de call center! Mas, espere… é um call center invertido!


Esse Chefe deveria ser italiano. Mas tá mais para guarani. Para o quê? Paraguaio.


E que venha mais uma temporada. O ano 5 está apenas começando. Seja bem vindo!

3 anos e 621 posts depois…

Start spreading the news… nada data de hoje encerra-se a temporada 2009/2010, disparadamente a melhor que este blog já teve. Tudo bem que não foram muitas, mas sem dúvidas, esse terceiro ano foi recheado de surpresas e conquistas que dificilmente serão batidas nos 365 dias que virão. A remuneração financeira ainda não veio, mas fica a certeza que nada paga tudo o que eu vivi no comando dessa espaço, no canto mais brega da blogosfera.

Posso começar justificando as palavras acima dizendo que ultrapassamos a marca de 392 mil visitas. É pouco, considerando que blogs muito mais novos (e melhores) que o meu atingem, sei lá… 50 mil visitas diárias, 100 mil visitas diárias. Por outro lado, é encorajador perceber que a média de público, que dificilmente ultrapassava as 400 visitas diárias, hoje já atinge 600, 700 com certa facilidade. O número de comentários, por sua vez, ultrapassou (recentemente) 4.000.

Esses números não significam nada quando aparecem assim, soltos. Contando com a poderosa aliança com meu Twitter (me siga por lá!), fiz novos amigos (um abraço a Luciana, do Batata Transgênica, a Cristiane, do Rato de Biblioteca e a Débora Capella, do Deh Reloaded) , reencontrei outros, reforcei laços com os antigos. Mais do que números, são nomes, pensamentos, experiências de vida, visões que só acrescentaram no meu modo de encarar o mundo. Agora sim eles tem um significado.

O ramo de conquistas pessoais foi o mais abastecido nesse período. Parece que todas as coisas legais, emocionantes e relevantes esperaram para acontecer nesses 12 meses. Por exemplo: Foram 3 encontros com artistas. Mas não qualquer artista. Tinha que ser alguém que representasse alguma coisa para mim e, como já estou ficando acostumado, sejam desconhecidos do grande público. O primeiro foi o José de Vasconcelos – o mais emocionante e filosoficamente profundo. Alguns meses depois encontrei com os jogadores do time de Masters do Corinthians e do Palmeiras. Por fim, troquei algumas palavras com o escritor e jornalista Zuenir Ventura. Encontro registrado na inédita foto abaixo.

Porra enquadramento!

Surpreendente mesmo foi um comentário que recebi em fins de setembro. Era a Mayara Jordana, jornalista do Diário da Manhã, da gravadora disfarçada de estado, de Goiânia. Ela queria que eu participasse de uma matéria que ela estava escrevendo sobre mentira. O convite foi motivado pelo texto “Minta e seja convincente em 7 passos“. Prontamente aceitei. Fiz um recorte com a parte que sou citado (já que a matéria foi de página inteira) e você pode ler com as letras num tamanho de gente clicando na imagem. Fiz também um post com a entrevista completa.

Por fim, o evento mais relevante desse período. A participação, tuitando e blogando ao vivo, do palco do Teleton 2009, foi a experiência mais intensa que já tive. Tudo estava acontecendo na hora, sem pausas, sem intervalos comerciais. Tanto na bancada quanto no lounge, vi muitas coisas engraçadas, impressionantes, emocionantes. Destaco, entre elas, acompanhar pertinho do placar a virada do primeiro milhão. Como escrevi na época, era a solidariedade se materializando na minha frente. Outro ponto que eu destaco quase um ano depois foi a logística armada para comportar aquela festa. Quem acompanha pela televisão talvez não tenha noção, mas são inúmeros profissionais trabalhando em diversas áreas completamente diferentes. Estruturas que vão muito além do palco e demandam muito mais que cérebros e braços…

Promessas

Virou tradição essa prestação de contas das promessas feitas ano passado. E também já é tradição que eu cumpra todas elas. Veja, por exemplo, a que dizia sobre “reforçar a presença do blog em Itatiba”. Demorei um pouco para encontrar a forma correta de fazer e acabei decidindo utilizar os Despachos de Sábado e Domingo. Nessa série eu posso falar, rapidamente, de vários assuntos que não precisam ter uma correlação. É espaço suficiente para criticar o que não está certo aqui em Itatiba e elogiar tudo aquilo que merece palavras de apoio. “Tiro no árvaro

Quis também inovar nos formatos. Pois é… aí foi mais complicado, mas consegui cumprir. O videocast do Teleton não ficou lá aquelas coisas. Puramente experimental e improvisado, inclusive a porcaria da câmera do celular. Esperem em comprar meu iPhone 3Gs e aí só precisaremos nos preocupar com a qualidade do apresentador do videocast…

Não sei o que prometer para esse ano. Minhas ambições com esse blog chegaram num nível tal que eu acabo arriscado a ser muito otimista ou subestimar as capacidades. Acho que o certo, nesse caso, é tentar manter tudo o que foi feito nesses 3 anos, ou seja, convidar mais pessoas para escrever esporadicamente aqui (como fizeram a talentosa Mariana Belinotte e o sagaz Dhiego Luigi), aumentar minha relevância em Itatiba, realizar outras matérias presenciais e ser mais ousado em novos formatos.

O quarto ano vai começar…

Eins, zwei, drei

Começou.

Trocando o motor: 2.0

Já virou tradição: Esse é o terceiro ano que faço um post comemorativo de aniversário. Completo, nesse 29 de outubro, 20 anos. Segundo o Carlão, estou trocando de motor e fazendo um upgrade para o 2.0. É bom lembrar que motores 2.0 bebem mais, mas, em compensação, tem potência maior… Um dilema que vou ter que conviver, enchendo a cara.

Ao contrário dos outro anos, escrevo esse texto na véspera. Ano passado, todo o conceito estava pronto em agosto. Acreditava ser bastante ficcional aquelas situações em que o cidadão chega em casa, afrouxando a gravata, desabotoa a camisa (com o paletó nos ombros) e encontra a casa toda escura. Ao chamar a esposa, com uma voz que mistura medo com cansaço (e a dúvida de estar sendo chifrado, obviamente), a luz se acende, a pupila se contrai, o coração dispara e inúmeras vozes conhecidas começam a cantar. Você sente tapinhas nas costas, um beijo no rosto e não entende aquela agitação toda. Quando vê o bolo e a velinha espalhando faíscas alegres para todos os lados, você se lembra que é o próprio aniversário.

Definitivamente não é ficcional. Com todo esse hype do Teleton, restou pouco tempo (e cabeça) para lembrar que faria aniversário.

Falando em festas, creio que o dia do aniversário seja a data comemorativa mais importante no ano de uma criança. Talvez só se compare com a Páscoa (recheada de chocolate) e o Natal (recheada de presentes). Aniversário de criança é igual Carnaval na Bahia: Mal se termina o do ano, começa-se a pensar no do ano seguinte.
Mês de aniversário então, nem se fala. A criança enche o saco dos pais por causa do maldito presente, geralmente alguma besteira da moda. O resto de toda a organização é fescura dos pais. Convitinho para os amiguinhos, saladinha para as tias, hotdog para alimentar os coleguinhas de classe. Ok, não sejamos injustos. A criança se importa com o bolo e com os brigadeiros.

No fim, sempre há a expectativa da “lembrancinha”. Em aniversários mais abastados financeiramente, essa “lembrancinha” é geralmente um eletrônico cobiçado pelas classes B,C,D e E, que, aliás, são adquiridos por preços módicos na travassia da Ponte da Amizade. No meu caso, as “lembrancinhas” eram saquinhos coloridos recheados de balas, uns brinquedinhos de plástico e algum ítem como língua de sogra ou apito. Ok, não lá aquelas coisas, mas nunca ninguem teve a coragem de reclamar.

A grande birra das mães é quando criança não come. Mentira. Criança come sim. É que, proporcionalmente, ela mais corre do que come. Uma cena que se repete ad eternum em festinhas infantis é a da tia segurando o bacuri todo suado e vermelho pelo colarinho e atochando um risoli, frio, na boca do moleque (só a carninha… só a carninha), enquanto ele olha desesperado onde estão os amiguinhos. Quando a tia solta a coleira, ele sai desesperado pra voltar pro pega-pega/esconde-esconde/barra-manteiga/tiro ao alvo/Winning Eleven…

Falando de mim, nunca anfitrião de grandes festas fui. Meus aniversários costumam ser substancialmente caseiros, voltado para familiares. Mas lembro de algumas festas que fiz a besteira de convidar convidei os amigos. Teve gente fazendo xixi nas calças, gente subindo no apê e fuçando deliberadamente no meu armário… coisas absolutamente comuns. E que eu não tive culpa, diga-se de passagem.

O fatídico “Parabéns a Você” é o momento sublime da festa. A família e os amigos se reúnem em torno da grande mesa farta de guloseimas e cantam felicitando o nobre aniversariante. Se bem que hoje em dia ninguem mais canta a música compelta. Malemal chega-se ao “é pique“. Aliás, falando da letra, o que diabos significa “é pique, é pirque. É hora, é hora. Rá-tim-bum“? O que será que o gênio quis dizer com essas onomatopéias que levam nada a lugar algum?
E depois da bonança vem a tempestade. O inferno dos aniversariantes é o “Com quem será?“. Qual será o sadismo em ver a estrela da festa e algum ou alguma coleguinha aparentemente anônimo passar vergonha? Se o próprio aniversariante tivesse o direito sagrado de escolher sua futura esposa de mentira vá lá, mas geralmente somos pegos de sopetão. Covarida.

Enfim… feliz aniversário pra mim. Que venham os regalos, as bebidas, as mulheres, o dinheiro, o sucesso. De presente, gostaria de uma cabine de pedágio. Grato.

E pro Carlão, nada?

Nem todo mundo sabe, mas hoje aniversaria o amigo Carlos Lemes Júnior.
Estamos juntos aqui blog há uns bons meses, mas nossa amizade começou em meados de 2003, quando estudamos por algum tempo no mesmo colégio. Nós, na época jovens que sonhavam com um futuro no jornalismo, não poderíamos imaginar que 6 anos depois estaríamos a frente de blogs, ambos em faculdades (eu em Administração e ele em… Jornalismo, claro.) e, melhor de tudo… ainda amigos!

Este humilde espaço na internet só tem a parabenizar o Carlão pela coragem, pela inteligência e informar que centenas de pessoas já leram o que o Carlão tem a dizer, inclusive em Angola, nos Estados Unidos e no Japão….

Como presente de aniversário, vai um vídeo inédito. É uma rápida entrevista com o ministro da Comunicação Social Franklin Martins. Ela foi realizada em uma sala reservada à impresa. O único aluno que conseguiu acesso à essa sala foi o nosso Carlão. 

Parabéns Carlão!

Tanti auguri per me! 19 anni!

Prometi e cumpri. Fui “em busca dos 19″  e aqui estou. É uma felicidade sem tamanho poder comemorar meu 2° aniversário à frente do Idéia Fix (que esse mês já me deu 2 presentes: o milésimo comentário e a visita número 100.000).
Prometo que não serei “melonostálgico” como há 365 dias. Em vez disso, selecionei 2 causos da minha infância que exemplificam minha relação nem tão amistosa assim com as bicicletas. E olha que em nenhum dos dois casos fui traído pela minha coordenação motora.

Itatiba, algum dia, de algum ano que eu não vou me recordar agora: Tinha chegado de São Paulo, louco para aproveitar tudo o que uma chácara no interior tem a oferecer: Sol, verde, árvores para subir, ar puro, frutas do vizinho para roubar pegar emprestado e… bicicleta.
Subi a rua e fui à casa de um amigo, o Antonio Carlos (manifeste-se se estiver lendo isso!). Depois um agradável futebolzinho, resolvemos andar de bicicleta. Não era lá muito habilidoso ao guidão (já que no edifícil que eu morava era difícil (hã-hã, pegaram?) pilotar esse veículo de 2 rodas) , contudo, isso não foi empecilho para que ele me emprestasse a bike. Com uma condição: eu teria que descer um morro de, mais ou menos, 100 metros.

Aceitei.

Subi na bicicleta e dei aquela equilibrada. Após um pequeno empurrão para pegar o embalo, comecei a descer o morro. O vento na cara e aquela sensação de liberdade eram maravilhosas! Como é bom ser criança e poder brincar sem responsabilidades e aproveit… epa… cadê o freio?
Eu apertava as duas alavanquinhas e a velocidade não diminuía. Ao longe, era possível ouvir aquele grandecíssimo filho da mãe amigo gritar na maior cara de pau: “Aperta o freio Frank, aperta o freio!”. Eu respondia em pânico vão: “Não dá! Não dá!
Tive que pensar rápido e ter presença de espírito. A idéia era dar leves toque com o pneu na guia da calçada, diminuindo a velocidade, permitindo, assim, que eu saltasse na grama. Brilhante idéia, não é? Bom, foi a única que eu tive na hora.
Aproximei a bike da guia e virei o guidão. Forte demais. Em vez do lado do pneu tocar a guia, o que trombou com o concreto foi a parte da frente. Resultado: fui atirado para frente, já que a bicicleta não subiu na calçada. Ralei mãos, joelho, rosto. Apesar disso estava vivo. E a bicicleta também, para alívio do meu amigo.

Anos depois, fui dar uma volta com uns amigos num bairro próximo, chamado Recanto dos Pássaros. Em geral, os malucos desciam os morros primeiro e eu ia por último, um pouco mais devagar (resquício da história anterior?).
Neste dia, subimos um morro de uns 200 metros e, na volta, teríamos que descer por ele. Chegada a hora, os doidos foram primeiro, PEDALANDO, e eu “só na manha”, um pouco atrás. Comecei a descer o morro sem grandes problemas, até que um carro apareceu, vindo na minha direção. Desviei um pouco pra direita e continuei. O problema é que tinha um buraco, bem no meu caminho.
O que eu fiz? Parei? Não! Pra que fazer o óbvio e seguro? Eu resolvi arriscar na único espaço que ficaria entre o carro e o buraco, já que o veículo passaria pela cratera no exato momento que eu. Sim, caro leitor, querida leitora… da esquerda para a direita: carro, eu + bicicleta e buraco.
Mirei, ajeitei a bike e fui… o pneu entrou certinho no espaço milimétrico à minha disposição e eu mantive a linha, firme. O carro passou e toda a rua ficou livre pra mim.
Passei ileso? Não! Claro que não! Quando vi a rua vazia, minha primeira reação foi virar o guidão para a esquerda, fazendo com que a traseira da bike fosse um pouco para a direita… bem no buraco.
Nem preciso dizer que tomei um capote histórico, ralando tudo o que tem direito. Foi complicado tomar banho aquele dia. Feridas demais para arder…

Espero que tenham gostado dessa seção gratuita de auto-micagem. Veremos o que esse ano me espera, já que, ultimamente, minha vida tem mudado a cada 6 meses.

Rumo aos 20!

Um ano e 198 posts depois…

Quem diria que este humilde blogueiro completaria 1 ano comandando este bodega?
Hoje faz exatamente 365 dias que iniciei essa jornada, cheia de surpresas, alegrias e pasmem… nenhuma decepção.
Naquela data mágica – 07/07/07 -  resolvi criar este espaço, que, inicialmente, serviria como portifólio e treinamento para uma boa redação. Com o passar do meses, esse blog transformou-se em uma central de idéias, um espaço no qual eu poderia despejar tudo aquilo que sempre quis dizer mas ninguém teve saco paciência para escutar.
Descobri muitas coisas interessantes, desenvolvi certas habilidades que estavam adormecidas, conheci pessoas fascinantes.
Não há dúvidas que me diverti, seja na hora de elaborar os posts ou de ler e responder os comentários. Não há como vocês imaginarem a alegria de saber que você é lido, diariamente, por cerca de 400 pessoas, o que, para um mero jovem adulto de uma cidade do interior, já é muita coisa.

Devo confessar que, nessas datas, fico nostálgico. Mas dessa vez foi em exagero. Escrevi o post de aniversário e ele ficou um pouquinho grande demais. Virou página especial. Quer saber como tudo se desenrolou nesse 1 ano? Leia o (cof, cof) “resumo” acessando este link.

No mais, eu gostaria de agradecer a todos, sem exceção, que de alguma forma, direta ou indiretamente, me ajudaram nessa empreitada.

Ao Henderson, do Depokafé, por me apresentar ao fascinante mundo da blogosfera;
Ao André, à Sabrina, à Karol, ao Daniel, à Larissa e à mais alguém que eu certamente esqueci, pelas inúmeras idéias de posts;
Ao Carlão, que há pouco tempo abraçou essa idéia fixa e já agrega um tempero todo especial aos conteúdo desse blog;
Aos blogueiros que me linkaram e me visitam regularmente;
À você, que sempre visita este blog, comentando, rindo, me xingando…
À você, que está lendo estas mal traçadas linhas pela primeira vez….

Meu MUITO OBRIGADO.

Para o próximo ano, muitas coisas já estão engatilhadas. Chegamos aonde poucos blogs ousaram chegar. O post em que esse feito histórico é relatado está em fase de elaboração, mas saibam que vem com vídeo e tudo…
O já tradicional lema “O mundo, na visão singular de Frank Toogood”, dá lugar ao miúdo maravilha “A história da História, na visão singular de Frank Toogood “.

Prometo fazer mais matérias de campo. Chega de só pesquisar. Quero agora viver o fato e passar adiante (aos moldes do “Na Televisão, Tudo é Possível” e “Alceu Valença: O rei das vogais)
Prometo continuar a escrever textos sérios, sem esquecer daquela pitada de humor tão necessária ao nosso dia-adia
Prometo impedir que meus hiatos criativos afetem a rotina desse espaço;
Prometo também que outras pessoas postaram suas idéias. Pluralidade é essencial…
E, principalmente, prometo parar de prometer…

Antes que eu me esqueça…. Como é que se finaliza um post de aniversário? Com chapeuzinhos de festa e balões? Não… acho que um Fail vem a calhar nessa hora… e um Fail que exemplifica muito bem a chegada do Idéia Fix na blogosfera…

O que o futuro me reserva?
Well… Alea jacta est

Vai que é sua Opinix!

A cada dia que passa eu me aproximo dos 365 à frente do Idéia Fix. Sim, caros leitores e queridas leitoras. Esse blog, em breve, completará 1 ano de existência.

Comecei a preparar o texto de aniversário e, fazendo uma reflexão sobre o blog, percebi que só eu escrevi nesse humilde espaço, no cantinho mais brega da blogosfera.

Umas das promessa de final de ano, apesar de já estarmos em Maio, seria essa (publicar textos de outros autores).

Mas aqui no Idéia Fix não tem essa história de prometer e não cumprir, então, para tanto, eu já tratei de providenciar alguém para escrever junto comigo.

Bom, providenciar não é bem a palavra. Na verdade, a oportunidade de incluir alguém nesse plantel de uma pessoa só apareceu e eu não pude deixar de aproveitá-la.

A partir de hoje, o Idéia Fix, orgulhosamente, conta com ninguém mais, ninguém menos, que Carlos Lemes Júnior!
O quê? Não sabe quem é ele? Bom, eu explico:

Carlos Lemes Júnior, aqui chamado simplesmente de Carlão, é um futuro brilhante jornalista, que cursa, adivinhe, Jornalismo (!) na Facamp.

Compartilha comigo o Domínio de Bola. Lá, escreve sobre quase todos os esportes. Segundo ele mesmo, só não fala sobre futebol americano por se considerar “uma negação”.Em contrapartida, tem uma ótima visão sobre Fórmula 1 e futebol.

Mas aqui no Idéia Fix ele não falará sobre esportes.

Não? Não.

Carlão enfocará a economia e a política (dois assuntos que eu nem me arrisco a falar, porque, sinceramente, sempre que tento alguma coisa, sinto que falo e escrevo besteira), e mais alguns outros assuntos que ele julgar conveniente, numa coluna apelidada de Opinix, que será publicada, se o altíssimo permitir, todas as sexta- feiras do ano da graça de 2008 (e posteriormente em 2009, 2010…)

Eu só tenho a desejar muita sorte, criatividade e sucesso para meu novo companheiro de blog.

Bem vindo, Opinix!

E, vai que é sua Carlão!

Abrindo o seguimento de aniversários…

Este não é um post patrocinado. Mas vale mais que um.

Feliz Aniversário Di.

cachaca.jpg

Qualidade única: Não vence nunca

 Só não liga pro presente de grego… Ou você achava que tudo seria certinho? Aqui não rapaz!

Afinal.. Foi o Leão que botô pra nóis tomá

HAHAHAHAHAHA

Em busca dos 19 – Um post de aniversário

Um dia, uma hora, um minuto. O tempo passa, as pessoas crescem, mudam a fisionomia. Podem até mudar de caráter.

Mas como percebemos o quanto mudamos com o passar dos anos? As fotos? Ah as fotos! Fotos daquelas festas de final de ano do primário (e dá-lhe juba de leão caindo), das festas juninas, dos aniversários no salão de festas do prédio. Fotos com aquele parente que já se foi, com aquele primo ainda neném. Fotos com pessoas que não lembramos mais. Fotos com pessoas que tiveram a sua vida mudada com a chegada de um filho (coisa inimaginável na época em que ela foi tirada).

Mas as fotos não conseguem guardar tudo o que uma pessoa viveu. Há certas coisas que nem a câmera mais potente conseguirá registrar. Como aquele quarto de hospital azul claro, com as janelas à esquerda e a cama espaçosa. As pessoas, poucas é verdade, sentadas num sofá. O Quebra Gelo e o sorvete napolitano chegando. A solidariedade de ilustres desconhecidos, salvadores de vidas e o trabalho de médicos competentes. Devo minha vida a essas pessoas.

Não. Uma câmera não pode registrar o sente uma pessoa. Principalmente quando esta completa 18 anos. Sim, aquele que vos escreve completa hoje, dia 29 de outubro, o décimo oitavo aniversário.

18 anos, nos quais muita coisa aconteceu. Desde os tempos de tensão do nascimento, até Idéia Fix.

Houve uma mudança de cidade que significou uma mudança de vida. Aliás, devo dizer que tive 2 vidas. A 1ª foi vivida em São Paulo. A 2ª está sendo vivida em Itatiba.

A 1ª vida foi aquela que me criou, na qual cresci e me formei. Vida esta, no qual descobri o futebol, me graduei faixa azul em judô (!), fui batizado e fiz a 1ª comunhão. Em São Paulo fiz amizades que até hoje perduram… Como esquecer da Fer, do Edu, ou do Di, ou ainda do Lucas? Vivi coisas nessa cidade que me ajudaram a me tornar o que sou. Como esquecer so dias no Pride (projeto que me fez compreender o quão importante é aprender inglês) ou ainda, dos todos os anos vividos no Santa Amália? Nada, nada paga o que vivi em São Paulo.

Se nada paga o que vivi em São Paulo, o que dizer de Itatiba? Cidade que me ensinou a viver. Me ensinou que a vida não se vive em casa. Ensinou-me que nem tudo é o que parece, nem tudo o que balança cai, nem tudo o que sobe, desce. Itatiba me mostrou que unidos vencemos (nem que seja uma eleição para Grêmio). Aqui, soube que passar no vestibular será tão árduo e emocionante quanto passar no vestibulinho do Rosa. Conseguir uma entrevista com alguém importante será tão intenso como ganhar o campeonato municipal de tênis de mesa. E que perder deve ser encarado como um passo atrás, mas que esse passo sirva de impulso para um grande salto.

Itatiba me mostou que a amizade é atemporal. Os antigos amigos se misturam aos novos. E aí vale citar o Antonio (ê Kinhão!), o Caio, o André, a Anna (no tech), Van, a Fran e a Rosa (no tech) e por aí vai. Amigos de Integral, de Isolina, de Rosa.

Agradeço, de coração, a todos aqueles que de alguma forma, direta ou indiretamente, participaram da minha vida. A meus pais e minha família. Ao Dr. Miguel Barbero (nem o Collor te barrou), aos meus professores (até a H2O) e aos meus amigos e colegas.

Se esqueci de alguma coisa ou de alguém, peço desculpas. Mas, afinal, são 18 anos!

Termino esse singelo texto, que, aliás, bem Robert está, deixando uma mensagem. Como diria aquele sábio ditado popular:

“Devemos ultrapassar todas as barreias”.