O jogo sagrado

Santos e Barcelona, duas grandes marcas, duas grandes histórias.

Um viu nascer o Rei de toda uma nação que parou uma guerra. O outro, entrou em guerra contra sua própria nação como símbolo de resistência a uma ditadura nefasta.

Infelizmente, a genialidade de Pelé e Cruyff não se cruzaram tendo como manto sagrado o preto, o branco, de um lado, o azul e o grená, de outro.

Nem mesmo o futebol clássico de Pita e Michael Laudrup  foram apresentados, um para o outro.

Ou ainda, a explosão de Giovanni e Stoichkov. Então, os deuses do futebol resolveram conversar para ver, se Neymar e Messi, ambos com a impietuosidade em seus corpos não podem ser colocados frente a frente na terra dos Samurais, criaturas sagradas.

Tomara que sim, pois, sagrado será ficar na frente da TV para não perder esse jogo.

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