Giro pela Terrinha

Outro dia estava passando por um dos meus insights malucos e acabei imaginando como seriam os nomes dos bairros de Itatiba se fossem traduzidos pro inglês. Deixei de fora da análise os (muitos) bairros com nomes de pessoas – Zupardo, Erasmo Chrispin, João Maggi e outros. Veja como ficaram alguns:

Little Appeard (Aparecidinha) – Péssima tradução…
Dr. Pepper (Doutor Pimenta) – Legal de colocar no currículo
Heaven (Paraíso) – Prazer, Adão.
New Many Rocks (Nova Itatiba) -Esse ficou bom
Lake’s Garden (Jardim dos Lagos) – Em Português já não faz sentido, em inglês piora
Recorner of Birds (Recanto dos Pássaros) – Belo embromation
New Horizon Garden (Jardim Novo Horizonte) – Parece nome de mega empreendimento imobiliário
Bridge’s Neighborhood (Bairro da Ponte) – Saúde!
Garden of Oven (Jardim Delforno) – Hã-hã… pegaram?
Hamlet Centenary (Vila Centenário) – Nome de filme. Poderia ser a biografia de Shakespeare. Mas não é.
Be Cat Garden (Jardim Segatto) – Ok, eu paro com os trocadilhos infames.
Nice View Hamlet (Vila Bela Vista) – 1º módulo do Básico detectado

Prometo que nunca mais terei esse tipo de ideia luminosa…

Olha o Pedágio aí
A Prefeitura quer firmar um convênio pra asfaltar a estrada conhecida como “Fuga do Pedágio”. Até aí é uma excelente ideia. O problema é que eles querem firmar o convênio com a Rota das Bandeiras, dona do pedágio. Seria feito mediante a construção de cabines, com um preço mais em conta que o oficial.

Tão de sacanagem, né? Vão entregar a chave do cofre pro assaltante? Ah pára pô! Já não basta cercar quase todas as saídas da cidade e ferrar duplamente os moradores que moram a 500m das praças de cobrança?

Internet de graça na cidade inteira?
Quando a Prefeitura erra eu falo. Mas quando acerta eu tenho a obrigação de falar também. Foi inaugurado um centro de acesso a internet gratuito no centro da cidade. Bacana… melhor do que pagar lan-house. Agora só resta o povo aprendera usar com responsabilidade.

Mas o principal foi a firmação do Prefeito: “Em breve, vamos fazer de Itatiba uma cidade digital, com acesso gratuito à Internet nos quatro cantos da cidade“. Será que teremos Wi-Fi de graça da Praça da Bandeira até a periferia? Resta saber quando começará a distribuição do sinal…

Só não entendi a presença de Sidney Beraldo, sub-Prefeito de Perus. Se não fosse política, ia achar muito estranho…

História Viva
As vezes passamos centenas de vezes pelo mesmo lugar e nunca percebemos certos detalhes que sempre estiveram lá. Veja por exemplo uma fachada de casa no centro da cidade. Depois de 6 anos morado aqui, notei que tem uma data moldada na soleira: 1882. Ainda tinha escravo tomando chibatada no lombo e a casa já estava de pé!
Na mesma rua tem outras casas tão antigas quanto. E na Igreja Matriz também há datas marcando as reformas. Será que todo mundo sabe que lá estão?

É bom lembrar que Itatiba tem uma política de insentar ou dar desconto no IPTU para os proprietários que mantiverem suas fachadas semelhantes as originais. Se não me falha a memória, só são permitidas reformas para reforçar a segurança. Todo o resto precisa ser fiel ao construído há 100, 200 anos…

Terra sem Lei

Tenho pensado nesse texto há muito tempo. Desde o momento que percebi que muitos usuários tratam a internet como terra sem lei. Assim como nos filmes de western, o bandidão chega na cidade e todos saem correndo, trancando suas casas, tapando suas janelas, escondendo seus cavalos. O Bandidão entra no saloom e o barman, de mão trêmula, serve um copo de mata-germe.

A internet é cada vez mais uma terra sem lei. Ou com leis muito confusas, díspares e injustas. Posso dar ene exmplos dissos, a começar por esse blog. Não posso postar uma crítica ao RBD que recebo vários comentários de gente semi-analfabeta, com certeza pagando hora na lan house, pedindo “respeita filha da puta“. Pera lá… Não tenho mais liberdade para dizer o que eu penso, dentro do meu blog? Não… não posso. A verdade é deles e eu tenho que ficar a minha, clado, amordaçado.

Do outro lado da moeda está a @camillabrito (sem link, porque não merece). Pelos rumores da noite de sábado, 12 de dezembro, a cidadã resolveu fazer sucesso usando o TwitCam, site que permite fazer transmissões ao vivo de imagens da webcam. Segundo consta a lenda, a menina – de idade ainda não identificada – decidiu que faria qualquer coisa que os usuários pedissem e, lógicmente, o pedido foi para que ela ficasse nua, peladinha como veio ao mundo, para qualquer um ver. Como eu não assisti o evento, não posso confirmar, contudo, uma imagem que vi e que já foi apagada dos servidores do TwitPic, denunciava que de burca ela não estava. Era possível ver um coração desenhado na nádega esquerda da garota (aliás, como ela conseguiu?).

Agora monte o sanduíche: Eu não posso dizer que o RBD canta em playback e seus fãs são histéricos, mas a garota acéfala pode rebolar em 140 caracteres? LoL

Veja… a menina fez o que fez como autopromoção. Deu certo? Sim, deu certo. Foram mais de 5 mil twitts em poucos minutos falando sobre ela. Mas a que preço? Nos comentários da Twitcam, cansei de ler referências às palavras vadia e outras de mais baixo calão. É isso que ela deseja? Sair na rua e ser reconheida como a garota que fez strip na webcam? E os pais? Como se sentem os pais dessa garota se, por acaso, abrirem o Twitter e perceberem que a adolescente em questão é a própria prole? É o famoso caso “Era uma vez uma menininha que ganhou um laptop, fez arte, o pai viu e a matou” (frase da @alinefassina)

O que me revolta, na verdade, é aquela injustiça que mencionei no segundo parágrafo. Virou moda processar blogueiros que ousam escrever sua opinião. Tanto faz se é um bar com cerveja quente, um médico grosso ou sei lá mais o que. Escreveu, leu, o pau comeu processou. Pessoas sérias acabam enjualadas e com as economias raspadas por ter que pagar indenizações.
Já os fãs exaltados, os hackers, as meninas que não dão valor ao próprio corpo, os analfabetos digitais que expõe fotos de armas e cigarros como se fossem troféus em seus álbuns do Orkut, os pedófilos, esses ficam soltos, serelepes, vagueando por cada canto da blogosfera, poluindo, denegrindo e, porque não, minando a credibilidade das redes sociais.

E não é esse o retrato da vida real?

Por essas e por outras sou contra a inclusão digital. O Governo tem que pensar num modo de educar as crianças e adolecentes a usar a internet de modo civilizado e não como animais, como é o caso. Enquanto isso não acontece, estamos fadados a lidar com espécies cada mais subhumanas de usuários.

Caçada ao vírus vermelho

Encontrei-o numa abafada noite de quarta-feira, após apresentar um trabalho sobre A Revolução Comercial na faculdade. Ele entrou em minha vida ágil como um gato, silencioso como um ninja e mortal como sarapatel no Brás. Inocente, levei-o-o para casa portando-o em meu celular que fazia as vezes de pendrive.

Percebi sua existência alguns dias depois, no exato momento que descarregava algumas fotos no PC. Aquele arquivo Java não estava lá antes. “Não lembro de tê-lo transferido…”, pensei. Não tive tempo de tomar qualquer atitude, já que o Avast! alertou para a existência de um vírus. Excluí o arquivo. Ou pensei que excluí.

Durante os dias que se seguiam, o Avast! pegou alguns trojans, mas eu acreditei ser normal. Melhor um antivírus que alerta diariamente do que um que não alerte nada. Nunca.
Mas o pior estava por vir. Uma semana depois o banco de dados foi atualizado e, surpresa, pulularam mensagens de alerta. 1, 2, 3… O responsável? Anote aí Win32:Kavos.

Segundo o que pude apurar, é um cavalo de tróia que visa roubar senhas de jogos online. Well… o criador dessa monstruosidade cibernética não se deu bem no meu caso, já que eu não jogo qualquer jogo online. Espero que não funcione para senhas de internet banking.

Usei o ponto de restauração, então, para tentar eliminar o verme do inferno. Não deu certo. Ao passar a unidade de disco em revista, o Avast! caçou um arquivo infectado atrás do outro.
Quem passasse na rua naquele momento e resolvesse parar para escutar os efeitos sonoros vindos da minha residência poderia facilmente imaginar que aqui funciona uma Usina Nuclear administrada pelo Homer Simpson, tal era a frequência com que a sirene do Avast! soava. 1,2, 3, 10,15, 50…  110 aquivos infectados, todos enviados para a Quarentena para posterior análise. Veja o resultado:

praga

Repare que barra lateral está apenas no início.

Uma vez que eu tinha controlado a praga, era a hora de investigar de onde viera. Uma rápida reflexão me fez lembrar da faculdade, na qual eu havia utilizado o pendrive pela última vez. Só restava saber se havia sido no sábado, terça ou quarta feira.
A resposta surgiu na quarta seguinte à minha apresentação. Os pendrives plugados à CPU disponibilizada para a apresentação do restante dos trabalhos, eram desplugados com um arquivo a mais. Percebi que em TODOS os casos foi assim. Alertei os respectivos proprietários e conseguimos, lá mesmo, apagar o maldito. O nome desse era Windriver, também em Java.

As características batiam, já que minha única preocupação na hora que despluguei o pendrive era fazê-lo o quanto antes. Não reparei que havia algo a mais lá. Também pudera! Minha cabeça estava muito ocupada avaliando o efeito da apresentação e tentando neutralizar a adrenalina instaurada no organismo. O Pendrive era a última das minhas preocupações.

Com isso, aprendi mais duas lições da escola da vida: a) Nunca coloque seu pendrive na entrada USB alheia e b) Mais importante que saber colocar, é saber a forma certa de tirar.

O título é uma paráfrase do “Caçada ao Outubro Vermelho” de John Mctiernan

Chega de não sei?! Pra vereador, vote no Nircei!

Agora que a época eleitoral em Itatiba acabou, posso publicar um santinho muito bizarro que encontrei no Jornal de Itatiba (não precisa agradecer pelo link, sr. Mané Massaretti)

Trata-se de um candidato do PRTB. Esse é o partido do Levi Fidelix, conhecido pelo seu bigode e pela proposta do Aerotrem.
O PRTB é também conhecido pelos candidatos hã… pouco convencionais, digamos. Em Itatiba não é diferente. Além do candidato abaixo, o PRTB conta também com a força de Michael Jackson (que também atende como Jair). Sem mais delongas, vamos ao foco desse texto.

Apresento o NIRCEI DA RURAL:

Vamos analisar esse santinho por partes:

Note, primeiramente, a frase do cabeçalho. Que diabos tem a ver uma pista de pouso de ET’s com a segurança pública? Será que ele quer defender a cidade da invasão alienígena? Algo para se pensar.

Depois vem a frase: “Chega de ser ENGANADO?!“.  Por que diabos ele colocou um ponto de interrogação? Ele perguntou se o eleitor quer deixar de ser enganado? Pergunta como essa eu nunca tinha visto.Quase como um: “eu vou ao banheiro?”

Por fim, temos a estátua do etezinho na posição que Napoleão perdeu a guerra. Troféu abacaxi para ele, candidato, pelo conjunto da obra.

Obviamente fui pesquisar o dito cujo e encontrei o blog do cidadão. Estarrecido é o nome do espaço, no qual ele posta suas indignações e seu plano de atuação, caso eleito. Eu li várias vezes e, curiosamente, não encontrei NENHUM plano de ação.

Como manda o figurino, deixei 2 comentários  (os dois únicos comentários do blog, diga-se) e ainda não recebi nenhuma resposta.
É esperar pra ver….

Em tempo 1: O candidato obteve inacreditáveis 59 votos. Parabéns!
Em tempo 2:
Dino da Mercearia e Rodrigo Paes obtiveram, aqui em Itatiba, a impressionante marca de NENHUM VOTO. Nem eles votaram neles mesmos…. Esqueceram que estavam concorrendo ou não tiveram coragem?

Em tempo 3: Netinho de Paula foi eleito vereador em São Paulo. O gueto vai invadir! Corram para as montanhas!
Em tempo 4:
Sérgio Mallandro obteve mais de 20 mil votos, Dinei “Auí” obteve mais de 21 mil e Léo Áquilla quase 6 mil.
Em tempo 5: Kid Bengala – o próprio – obteve um resultado broxante: 863 votos

Eleições na Blogosfera! Vote em Mim

A Blogosfera é um mundo fascinante. Nós, blogueiros, discutimos, brigamos, fazemos promoções. A cada dia que passa, os blogs vão ganhando mais e mais importância, sendo convidados, inclusive, para coletivas de imprensa, antes somente habitadas por jornalistas tradicionais.
Esses, aliás, começam a se render a este muito, paradoxalmente, mais humano que é a blogosfera. Nos blogs não há a obrigação da imparcialidade e as licenças poéticas são melhores aceitas. O lado pessoal conta muito mais do que a informação em si.

Voltando ao assunto, a blogosfera gosta de realizar movimentos, protestos, promoções e campanhas. No dia 31 de outubro participei do” Dia de hablar-se portuñol“, organizado pelo Morróida (o texto encontra-se aqui) . No último natal, participei do amigo secreto da blogosfera, organizado pelo Bruno Godói. Teve também o BlogDay 2008. Agora, estou participando das Eleições da Blogosfera, do Blogcitário
Obviamente, ninguém será eleito (ou será?), todavia, é uma maneira dos blogs se conhecerem, aproveitando o tema eleições 2008. A instrução geral é fazer um santinho divulgando seu blog. O Idéia Fix publica o seu logo abaixo….

Repare no número e nas propostas... dá para confiar?

Resolvi me candidatar a vereador porque sei que não tenho o peso político nas grandes coligações. Prefiro trabalhar bem em prol dos pequenos blogueiros do que alimentar a sanha dos grands portais.
Ah sim! Formo chapa independente, mas estou disposto a ouvir propostas de coligações pequenas….

A candidatura está lançada! Avante idéia Fix!

A teoria dos 6 ou 7 elos

A globalização parece ser um dos únicos temas das aulas de Geografia (além da Guerra Fria…). De fato, é inegável que ela acontece, seja a globalização da informação, da culinária, das línguas e, segundo os sociólogos, dos problemas e da pobreza.

Agora, há uma teoria que leva o conceito de globalização ao extremo. Segundo ela, é possível ligar duas pessoas em qualquer parte parte do mundo, usando como critério suas amizades. Mais especificamente, uma corrente com no máximo 6 ou 7 pessoas. Não entendeu? Eu explico… ou melhor… a mãe Wikipédia explica:

A teoria dos seis graus de separação originou-se a partir de um estudo científico[1], que criou o mito de que, no mundo, são necessárias no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas.”

Os estudiosos crêem que isso é possível graças aos MSNs, Orkuts, Skypes da vida. E, pensando bem, essa teoria até que pode ser verdadeira. Garanto que você conhece pelo menos alguém que mora ou morou no exterior. Essa pessoa, por sua vez, conhece alguem que mora ou mora fora do país e assim por diante. A gama de possibilidades é gigantesca!

Para vocês terem uma idéia de como isso é verdadeiro, há um site, o Oracle of Bacon, do ator Kevin Toicinho Bacon. Através de um complexo (cof, cof) sistema, é possível ligar qualquer ator do mundo à ele. Vejam o exemplo de Dercy Gonçalves. Ela tem a classificação 3, pois fez um filme com Angela Maria; Angela, por sua vez, fez um filme com Norma Angélica, que fez um filme com… Kevin Bacon.

Vamos a um exemplo absurdo. Tiririca – aquele mesmo! – tem uma ligação com Kevin Bacon. Duvida? Tiririca fez um filme com Milhem Cortaz, que fez um Brendan Fraser que, por fim, fez um filme com Mr. Bacon… vai entender uma ligação absurda dessas.

Não acredito que essa teoria seja 100% verdadeira, apesar de ser bem consistente. Na minha modesta opinião, ela vai falhar em alguns casos, principalmente naqueles mais específicos. Por exemplo: como ligar esse humilde blogueiro ao ditador da Coréia do Norte Kim Jong-il? Não sei se 7 ligações serão suficientes.

Algum de vocês já descobriu uma estranha ligação com alguém famoso ou importante? Conte aí nos comentários….

Para saber mais:

Artigo na Wikipédia sobre a teoria dos 6 elos
Oracle of Bacon
(experimente os mais bizarros atores… diversão garantida….)

Problemas com a conexão?

Se você acha que tem problemas com a sua conexão, não viu nada…

Minha conexão é à carvão. Como choveu esses dias, a madeira molhou, logo, sou obrigado a conectar à velocidades absurdas…

Impossible is nothing

 Dura vida de conexão discada!

Repost: Sugadores de Escuro

O tempo passa, o tempo voa. Quem diria que dentro em pouco este humilde blog fará nada mais, nada menos, que 9 meses de atividade. Sem férias, sem 13° .
E já que, no começo desse blog, um pico de 50 visitas já me fazia meus olhos saltarem das órbitas, muitos dos que hoje acessam o Idéia Fix regularmente não tem noção dos posts que inauguraram essa bodega. Posts antigos mesmo, do dia da estréia: 7 de julho de 2007.

Um deles é tão legal, mas tão legal, que eu acho que merece um repost.
Não.. isso não significa que eu estou passando por um Hiato Criativo.

Então, dando início às comemorações de 9 meses do blog (porque aqui nada é como parece/deveria ser), vamos com um repost sobre os Sugadores de Escuro.

Mas antes disso você me pergunta: Mas o que diabos é um Sugador de Escuro?
E eu respondo: Calma lá que você já vai descobrir.. Aliás… vai descobrir agora.

“Sugadores de escuro

Por anos, tem se acreditado que lâmpadas elétricas emitem luz. Porém, recentes informações provaram o contrário.
Chamamos
hoje as lâmpadas elétricas de “Sugadores de Escuro” (S.E.). A teoria de Sugadores de Escuro prova a existência do Escuro, que este possui massa, é mais poderoso e pesado que a luz e, ainda, que o Escuro é mais rápido do que a luz!
Bem, como todas as coisas, S.E.’s não vivem
para sempre… Uma vez cheios de luz, eles não mais podem Sugar (Isto é provado pela mancha preta que aparece em um Sugador cheio). Uma vela é um Sugador primitivo.
Uma vela nova tem um pavio branco. Você notará que depois do primeiro uso, o pavio se tornará preto, representando todo o escuro que foi sugado para ele.

Existem também S.E.’s portáteis. As lâmpadas destes não podem suportar todo o escuro por elas próprias, necessitam de uma B.A.T.E.R.I.A (Base de Armazenamento Total de Escuro por Raios Internamente Absorvidos). Quando a unidade está cheia, a capacidade diminui e é necessário esvaziá-la (erroneamente conhecido como recarregar) ou substituí-la para que o equipamento possa voltar ao funcionamento.

O Escuro é também mais pesado que a luz: se você nada sobre a superfície de um lago, voce vê muita luz. Agora, ao passo que você vai descendo e descendo, você percebe que lentamente vai ficando mais e mais escuro. Numa certa profundidade, a escuridão será quase total. Este fato ocorre devido ao Escuro (mais pesado) ir ao fundo enquanto a luz (mais leve) flutua para a superfície.
.
Finalmente,
precisamos provar que o Escuro é mais rápido que a luz.

Se você permanecer em um quarto iluminado em frente a porta de um armário fechado e escuro e vagarosamente abrir a porta, você verá que a luz entra lentamente pelo armário. Mas, como o escuro é tão rápido, você não é capaz de ver este sair do armário.

Concluindo, gostaria de dizer que S.E.’s fazem tudo para que nossas vidas sejam mais fáceis. Portanto, da próxima vez que você olhar para uma lâmpada elétrica, lembre-se de que é, de fato, um Sugador de Escuro!”

Brilhante forma de quebrar paradigmas não? A propósito: Uma lâmpada acaba de atingir seu limite máximo de escuro e deixou isso bem claro lançado cacos de vidro em minha direção. Melhor atendê-la.

PS1: Curiosidade: O post foi  originalmente datado como 8 de julho, mas levem em consideração que quase nada aqui é o que parece ser.

PS2: Se eu disser que foi o André que me enviou esse texto, alguém aqui vai acreditar? Virou praticamente um sócio-heterônimo do blog. Se bobiar eu crio uma categoria entitulada “Idéias do André”….

*medo*

A internet “istrupa a lingoa”

É triste ver que os jovens e adultos brasileiros estão assassinado a gramática e a ortografia na internet. Quero deixar claro que não se trata de errar ou acertar. Errar é humano, mas coisas que tenho visto por aí são simplesmente apavorantes.

A maior prova disso são Orkuts, MSN e blogs por aí. Não acho que devemos escrever de fora erudita na internet (salvo quando a situação exige), mas o respeito a língua deve existir. Que Português é esse que escrevemos? Definitivamente não é esse:

“oi como vai vcs eu preciso saber das suas vidas?rsrsrsrs;-)gente imagina paulo ricricardo hontem aqui na casa nao teve como nao me emocionar sou fa desde de pequena dele,uma pessoas contagiante que mostra muita energias boas.fique muito feliz de ter lo conhecido.olha estamos na ultima semana e estou firme,forte,confiente como no comeco desde que cheguei p essa aventura;-)beijoa bem carinhoso p vcs” (sic)

Alguém, por gentileza, pode apresentar as vírgulas e um dicionário para essa menina, a Gyselle, do BBB? Sim amigos. A pérola acima foi extraída do Diário da Gyselle.
Se bem que quando li que alguém disse “Graças a Deus nunca tive que ler nenhum livro na vida”, deveria ter percebido que cedo ou tarde, apareceria algo do gênero.

Uma coisa são erros de digitação. Outra coisa são erros do nipe: mas o jarrinho que era enteiro como antes quebro. É irritante perceber que isso se alastra como uma erva daninha, indo parar em redações escolares. Fui testemunha ocular de um: “eu axu q”. E NINGUÉM FAZ NADA PRA ACABAR COM ISSO!

E QUEM ESCREVE SE ORGULHA DISSO!!! Não é difícil encontrar legendas de fotos ao melhor estilo: “sou u ki sou e fodase u restu. naun gosto teim kem gosti”

Serão esses os futuros médicos, advogados, jornalistas, professores?
O que podemos esperar de um povo que lê errado, escreve errado, se preocupa com questões de importância zero em detrimento de outras com relevante importância?
Que povo povo é esse que não conhece sua história?

O pessoal sabe quem foi o eliminado da semana ou quem está em primeiro no campeonato, mas não tem a mínima idéia de quem governa o país na ausência do presidente.

Esse é o povo brasileiro.

Até quando?

Vestibular = Processo depreciativo

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Menino de 8 anos passa no vestibular da UNIP

Isso me faz pensar: Tem gente que se mata pra passar no vestibular, acaba com a saúde e com a grana. Quando se depara com uma notícia dessas, pensa o que da vida? Eu vi matérias de jornais com estudantes dizendo que almoçavam uma coxinha enquanto decoravam fórmulas de Física. Tsc tsc tsc…

 O vestibular é um processo depreciativo. A fórmula adotada no Brasil, (na minha visão logicamente), é errada. Submete os estudante a enormes maratonas que os esgotam tanto fisicamente quanto emocionalmente.

 O correto mesmo é usar o sistema adotado em Varginha-MG, por exemplo. Vestibular seriado. A cada final de ano, o aluno presta uma parte do vestibular. Perfeito. A carga de estress é menor e a maratona também. Fora que a chance de serem selecionados os que realmente são os melhores aumenta significativamente.

 Pena que não podemos esperar que esse sistema seja implementado no país todo. Ainda falta maturidade, comprometimento e uma melhor preparação dos professores para isso dar certo… Fora a preparação do próprio estudante, desde as séries mais elementares.

 A solução dos problemas do Brasil está em melhorar a educação, tanto intelectual como moral.

Pra fechar, retomemos o caso do menino. Ele está na 5a série e resolveu prestar o vestibular pra testar os conhecimentos… A melhor parte da matéria é essa:

Para o menino, o exame teve perguntas “tranqüilas”. “Eram coisas que eu já estava preparado. Estudei uma semana antes da prova. E o tema da redação era fácil, era sobre uma matéria de jornal que falava sobre pessoas que gastam dinheiro coisas inúteis. Era para escrever carta sobre a matéria.”

Então, só me resta dizer: PARABÉNS A QUEM PASSOU NA UNIP! Belíssimo trabalho!

 E pra quem não passou… Tá na hora de tomar vergonha na cara… Aliás.. já passou da hora…

Entrefix: Aurélio Araújo

Hoje o Idéia Fix inaugura mais uma série: As entrevistas, apelidadas aqui de Entrefix. Em Entrefix eu procurarei entrevistar pessoas não necessariamente famosas, mas que têm algo relevante para contar. Algo interessante para você leitor. (Está até em letra diferente!)

Comecemos, pois, por Aurélio de Paula Guedes Araújo. Ele é professor, pesquisador e consultor em História e Educação. Mas, mais do que isso, Aurélio Araújo é voluntário pelo Institute for International Cooperation and Development, tendo atuado na África Sub-saariana durante 6 meses. Nesta entrevista ele contará sobre esta fantástica experiência e assuntos relacionados.

IF: Em seu blog, Around de World, você descreve algumas de suas aventuras, por assim dizer, como voluntário do Institute for International Cooperation and Development. Qual o objetivo desse instituto e qual sua função nele?
AA: O Institute for International Cooperation and Development é uma organização não governamental norte-americana baseada em Williamstown, Massachusetts. A IICD teve seu início em 1987 e desde então treinou mais de 1.000 voluntários para atuarem no sul da África e América Latina. Eu ingressei na IICD em 2006 como voluntário internacional para participar do Development Instructor Program.

IF: Há quanto tempo você desenvolve esse trabalho voluntário? Como conheceu o instituto e tomou a decisão de temporariamente abandonar família e amigos?
AA: Sou voluntário desde os sete anos de idade, foi quando ingressei no Movimento Escoteiro, por meio do Grupo Escoteiro Caio Martins em Brasília. Dentro do movimento escotcinema-with-hope-kids-10.jpgeiro fui sempre estimulado a atuar como um agente de transformação social, doando um pouco do meu tempo para causas que a maioria das pessoas não se preocupam. Por volta dos meus 18 anos, junto com amigos, criamos um portal de solidariedade on-line chamado Boa Ação.com. O projeto durou 2 anos e tivemos bastante sucesso. Nessa mesma época, fui eleito coordenador nacional da Rede de Jovens Líderes da União dos Escoteiros do Brasil. Foi por meio dessa rede virtual voltada para o jovem, que recebi um e-mail sobre a IICD. Enviei minha papelada, ganhei a bolsa e decidi me mandar. A decisão não foi tão difícil, sempre tive um desejo de trabalhar na África no campo social e a minha família sempre me apoiou, o que facilitou muito as coisas.

IF: Uma pergunta simples e direta: Por que? Por que voluntariar na África e não no Brasil?
AA: Uma boa pergunta, volta e meia alguém me questiona o por que. Quando eu olho para alguém, eu não vejo um brasileiro, um americano, ou um canadense. Eu vejo um ser humano. Por isso me considero, acima de ser um cidadão brasileiro, um cidadão do mundo. E se eu lhe perguntar onde as pessoas hoje mais precisam de ajuda hoje, a resposta será: África! Então lá fui eu… O nosso planeta sofre por que a gente se divide, quando no fundo somos todos iguais. Eu ajudo quem precisa, onde se precisa, independente de credo, cor eu religião.

IF: Antes de embarcar para a África, você passou por treinamentos intensivos. Qual a importância desse treinamento, para os dias que viriam, na África?
AA: Sem dúvidas. Estudo e treinamento são necessários em uma missão como essa. Entender a cultura, a história, os hábitos é fundamental. Assim como saber se prevenir de doenças e certas situações que podem colocar a nossa vida em risco. Morar seis meses em um país desconhecido e que vive em extremas condições de pobreza demanda cuidados dobrados, por isso o treinamento é tão importante.

IF: Por quais países você passou nessa jornada? De qual país trará mais lembranças?
AA: Passei por Estados Unidos, Inglaterra, África do Sul, Moçambique e Swazilândia. Mas sem dúvidas foi em Moçambique que mais ficou meu coração.

IF: Algum causo engraçado ficou marcado na memória?
AA: Claro! Casos engraçados foram vários, mas um em especial foi quando fui viajar a primeira de vez de ônibus por Moçambique (lá chamado de Maxibomba) e tive que levar a minha mala no colo dividindo espaço com galinhas e cabras.

IF: “Pela vontade de me inserir em novas culturas, conhecer novos lugares, novas línguas, ajudar pessoas…”. Frase retirada de uma postagem em Outubro de 2006, no início da jornada. Realizou tudo isso?
AA: Realizei, na verdade, realizei mais que isso! As experiências por que passei me remodelaram por dentro, me deram grandes amigos e mais do que me inserir em novas culturas, eu me senti parte delas, tamanha foi minha empatia com tudo aquilo que tive contato.

IF: Você morou numa comunidade moçambicana de 300 habitantes na fronteira do país com a Swazilândia. Como você mesmo descreve: “O ser humano mais próximo fora do projeto está a quase 7km de distância”. Por que tão longe?
AA: A One Worluniver.jpgd University é uma universidade especial que prepara professores para além de lecionarem,se tornarem agentes de transformação social. Eles aprendem construir casas e escolas, prevenir malária, HIV, iniciar projetos agrícolas, entre outros. A universidade fica isolada no campo, por que a maioria das comunidades moçambicanas é isolada. 80% da população do país ainda é agrícola. É dessa maneira que os professores são treinados em um ambiente parecido com que eles irão encarar ao final do curso.

IF: Nos posts mais recentes, você descreve sua estada na África sub-saariana, região notoriamente conhecida pelos altos índices de violência e soro-positivos. Como é a experiência de conviver com a fome, a pobreza e, principalmente, com a história e a vida dos moradores? Como problema da AIDS é tratado lá?
AA: Viver rodiado por tanta pobreza nos faz ver o mundo por outro ângulo. Um ângulo em que você dá mais valor a sua comida, à sua saúde, à sua casa. Ao mesmo tempo, fiquei absolutamente encantado em como aquele povo encara todos os seus problemas com cantoria e sorriso no rosto. A alegria e a vontade que eles tem de viver é o que nos fornece força para trabalhar em meio a tanta miséria.

O HIV não é apenas um problema, ele é “O” problema. 18% da população é soro-positiva, em algumas áreas específicas esse percentual pode chegar a 30%. O governo e as organizações internacionais tem investido bastante na prevenção e tratamento, mas a desinformação e preconceito ainda são o grande problema.

IF: “Ao mesmo tempo, fiquei absolutamente encantado em como aquele povo encara todos os seus problemas com cantoria e sorriso no rosto.” Você se referiu aos moçambicanos, mas essa definição caberia muito bem aos brasileiros mais pobres, que não são poucos. Moçambicanos e brasileiros têm muito em comum?
Sem dúvida. Os moçambicanos tem uma alegria e uma energia tão intensa quanto a do brasileiro. Foi com eles que descobri que o tal do “jeitinho” não é exclusividade dos brasileiros. Os moçambicanos para sobreviverem também vivem dando “jeitinho” em quase tudo. Os laços coloniais com Portugal nos aproximam e nos tornam irmãos.

IF: “Pesquisa diz que 30% dos sul africanos acreditam que a AIDS não existe.” Mesmo no século 21, nos deparamos com notícias como essa. Você pôde testemunhar algum fato que confirme essa afirmação? Como você avalia as políticas de combate à AIDS nos países que passou?
AA: Os preconceitos e mal-entendidos sobre o HIV na África são enormes. Eu mesmo trabalhei no projeto Hope com uma criança soro-positiva que não recebia tratamento por que a avó acreditava que seu mal era espiritual, ou casos em que homens diziam acreditar que sexo com virgens era img_5184.jpguma maneira de se curar do vírus. Vi e presenciei muitos casos como esse.

Em grandes cidades, como Maputo, existem diversos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) além de hospitais habilitados em fornecer o tratamento, mas a desinformação ainda é o maior problema. Existem campanhas sistemáticas na TV, mas uma minoria da população possui o aparelho. Além do que, na zonas rurais, a testagem e o tratamento é praticamente inexistente. Não fosse por projetos de organizações não governamentais nessas áreas, aquela população dificilmente receberia alguma atenção mais especial com relação a doença.

IF: Pelos relatos no blog, você viveu sem regalias, utilizando o transporte público, quase sendo assaltado, fazendo longas viagens. Acredita que assim você pôde viver integralmente a experiência?
AA: Eu fui picado pelo bicho da mochila muito cedo. Sempre viajei bastante, mas quando se é mochileiro normalmente a gente foge de regalia. Pacote turístico para mim não serve. Se você quer conhecer um país, uma cidade, uma região, você precisa ir aonde vão os locais e ir como eles vão. Isso nos ajuda a ajudá-los, porque podemos entendê-los melhor, muito melhor.

IF: “Eu estive lá! Dancei ao som dos tambores e celebrei com a cantoria festiva!”. Quais tipos de cerimônias tradicionais você participou? Quais foram seus contatos mais diretos com a cultura africana? O que disse o feiticeiro que leu seu futuro na Swazilândia?swa.jpg
AA: Participei de uma dança real na Swazilândia, casamento em Moçambique, festejos… Todos eles com vários ritmos como passada, cu duro (é esse mesmo o nome), marabenta, etc. Mas além da música, veio a comida, as crenças, as histórias e o próprio dia-a-dia.

O feiticeiro falou que eu estava apaixonado e minha trilha apresentava um futuro próspero. Ele acertou a primeira, tomara que tenha acertado na segunda também.

IF: Foram 6 meses inesquecíveis. Você pretende (ou pode) voltar a ser voluntário, pelo próprio IICD?
AA: Ser voluntário para mim não se trata de um momento, faz parte do meu cotidiano. Eu não estou voluntário, eu sou voluntário. Essa é minha forma de manter a esperança de que esse mundo pode ser um pouquinho melhor. As portas da IICD estão sempre abertas, mas agora irei buscar novos caminhos.

IF: O que Moçambique gravou em você?
AA: Moçambique… saudades. Moçambique virou minha casa, mais rápido do que eu poderia imaginar. E tenho um sentimento de “pertencimento” que é até difícil explicar. Mas aquela terra de boa gente foi o início de momento muito especial de minha vida, foi onde vivi e conheci África e hoje o continente negro faz parte da minha história pessoal graças a Moçambique.

IF: Aos interessados em voluntariar na África, qual o caminho que você recomenda seguir?
AA: Busque organizações sérias e programas que direcionam com segurança, mas acima de tudo, não tenha medo de tentar! É uma experiência única para você e para eles. Quando eles têm contanto com pessoas de outros países é interessante ver como eles começam a realizar que o mundo é maior que a vila e que existem infinitas oportunidades lá fora. Estude, se informe e se prepare da melhor maneira possível. A África precisa de toda a ajuda possível e a sua ajuda também é bem-vinda!

Esta foi a entrevista com Aurélio Araújo… Não deixe de visitar o blog dele, que afinal de contas foi através dele que pude conhecer o Aurélio. Entre agora no Around the World.! Se preferir, visite o álbum de fotos do blog. Tem cada uma sensacional lá…

O que você achou da entrevista? Tem sugestões para próximas? Não deixe de comentar aí abaixo… seu feedback é muito importante para mim. E se preparem.. vem muito mais por aí.. aguardem!

Adoro os comentários

Estou postando novamente esse post… vocês vão entender o porquê mais abaixo.

Um dos momentos mais prazerosos de se editar um blog é ler os comentários que os leitores fazem nos posts.

Toda vez que entro no WordPress torço para que haja algum comentário para ser aprovado. É gratificante saber que algume leu o que você escreveu e teve o trabalho de dispender alguns minutos escrevendo sobre aquilo que acabou de ler.

Agora, há comentários que eu tenho que ler duas vezes pra acreditar. Por que? São surreais… Custo a acreditar que alguem escreveu aquilo espontaneamente. Só podem ter escrito para tirar um sarro.

Olhem o exemplo abaixo. Que fique claro que eu não estou, de forma alguma, humilhando ou menosprezando quem escreveu. Pelo contrário. O comentário da pessoa, de tão legal, virou post… Nada foi modificado no comentário então, prestem atenção nos detalhes:

oi eliana sou sua fa te adoro d+++++++++++++ muito e gostaria que vc me respondesse no meu email queria que vc me m,andasse um beijo para mim no proximo programa que te adoro de +++ vcé muito linda queria que vc mandasse um beijo para toda minha familia sou de Inhumas-Go estou te esperando !!!! de luana suaa fanzasa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! “

O comentário é de LUANA CRISTINA FERREIRA NASIMENTO.

Se, por acaso, ela (ou quem escreveu) estiver lendo esse texto, se manifeste. Pode ser via comentário ou email. Realmente gostaria de saber mais da autora desse comentário.

UPADATE: Recebi a pouco o comentário a seguir, por isso o update

Eliana gostaria muito de ganhar um computador de presente pois tenho maior vontade ter um computador, sou casada não tenho filhos morro de aluguel gsnho 600 por mes e meu marido ganha 400,00 nossa renda não da pra comprar o que mais desejo

Por um acaso, tenho cara de Eliana? Melhor ela pedir para o Gugu…

Eu definitivamente adoro meus comentários.

Memacoisa?

Quem tem amigo oriental sabe: sempre surge a famosa pergunta, que geralmente se transforma em gafe: “E aí, você é japonês, né?”. eEle/ela responde sério(a): “Não! sou chinês/coreano!”

Mas caramba, como é que você, mero ocidental, iria saber a diferença entre essas 3 culturas?

Com a comida é a mesma cosia. Broto de feijão é da culinária japonesa, coreana ou chinesa?

Realmente não é fácil diferenciar , apesar dos protestos dos amantes da cultura oriental que insistem em afirmar que japoneses, chineses e coreanos são “completamente diferentes”.

Mas afinal, você leitor do Idéia Fix, sabe diferenciar quem é quem nessa miscelânea de países?

Um modo muito interessante de provar que você é paranormal observador é utilizar o quiz que achei na Estúpidos Jogos em Flash (de novo)
Os testes se dividem em 8 categorias: Faces (com fotos reais), arte moderna, arquitetura tradicional, fotos do país (2 testes), Cenário Urbano, comida e detalhes da arquitetura.

É só clicar aqui para entrar no Quiz

É necessário um cadastro que não dura nem 5 minutos pra fazer (nem precisa email)

Vamos ver se você é sabichão. Eu acertei 9 no das faces.

Meus amigos japoneses/chineses/coreanos que me perdoem, mas se colocar tudo num caminhão eu vou dizer que é a mesma coisa…

Honolável teste difícil, não?

UPDATE (04/04/2008) – Achei, no Estranho mas Verdade, uma foto que ilustra exatamente o que quero dizer com “memacoisa”. Se alguém ainda tem alguma “honolável” dúvida, que responda pelo menos uma das três questões que eu vou propor após ver a foto abaixo.

Isso não é uma montagem

1) Qual aluno demonstra sinal de cansaço (sono)?
2) Quais são irmãos gêmeos?
3) Quantas mulheres estão no grupo?

Duvido e faço pouco que alguém responda corretamente

Dedicado ao amigo Caio “Anime”.

Corra e Atire

Já que o Joguinho Anti-estress fez relativo sucesso, continuo a saga de divulgar alguns estúpidos jogos em Flash.

O jogo de hoje tem uma instrução clara e simples: Corra e atire.

Você é um herói que corre um tanto quanto desengonçado, mas tem uma arma a laser na mão! Atire em todos os robôs (sejam eles terrestres ou voadores) e colete a grana (pois você não é matador de aluguel).

Cuidado! Risco de tendinite iminente. Cuidado! Jogo viciante

Controles: Mouse: Mira e botão esquerdo atira. Barra de espaço: pula (Espaço 2X pula mais alto)

 Link para o jogo

Contribuição generosa do amigo Caio

E não deixe de visitar a Estúpidos Jogos em Flash

Orkubizarro

O Orkut é cheio de surpresas… nele você reencontra amigos de muitos anos, aquele seu parente do Japão (que já teve trigêmeos e você nem ficou sabendo) ou ainda, o vizinho que liga o som etéreo (ou som estéril, como diria o outro) as 3 da manhã..

Mas nem tudo é uma maravilha… Há pessoas que exageram em seus álbuns de fotos. Pessoas na qual que o senso do ridículo simplesmente não foi instalado. Quem ganha com isso somos nozes quando nos deparamos com cenas absolutamente bizarras.

Aqui vai uma lista com vários desses profiles bizarros. Vale a pensa gastar um tempo clicando nos links. Um mais absurdo que o outro…

De onde veio esse teletubbie? Do inferno? http://www.orkut.com/AlbumZoom.aspx?uid=5243825922089411442&pid=2

E esse maluco fantasiado? http://www.orkut.com/AlbumZoom.aspx?uid=2748334375527869155&pid=7

Há também os célebres erros de Português: http://www.orkut.com/Album.aspx?uid=5899878126620296897

Os mais hã… exaltados: http://www.orkut.com/Album.aspx?uid=7002587623212687761

E as verdadeiras figuraças: http://www.orkut.com/Album.aspx?uid=1539744903941746659

Quer ver mais desses profiles? Há até comunidade especialmente criada para isso: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5264490

Até onde vai a criatividade (porque nem tudo o que é nom sense é ruim) e o falta do senso do ridículo dessas pessoas? Aliás, do ser humano em geral. Engraçado como nas nossas vidas fazemos coisas que parecem naturais e até muito engraçadas, mas depois de algum tempo (que pode ser anos ou meses) ficam claramente parecendo a coisa mais idiota que já fizemos. E como diria a frase: O passado te nos condena.

Graças a amiga Fe (sim, de novo ela), disponibilizo esses links bizarros.