Baladão do Toogood

Se você tem a ousadia e a falta de senso do ridículo para me seguir no Twitter (está esperando o que? Sou o @fwtoogood), sabe que volta e meia (ou meia volta, ultimamente) eu utilizo a hashtag #BaladãodoToogood.

Mas o que é o Baladão?

Como já disse em outras oportunidades, meu gosto musical é bastante limitado e excêntrico, ou seja, fora de qualquer padrão, de qualquer pessoa – seja jovem, adulto ou um senhor de idade avançada – em qualquer parte do globo terrestre. Aliás, nem sei porque repito essa característica tantas vezes aqui nesse humilde espaço cibernético.

Mesmo assim eu me arrisco, mostrando através da hashtag algumas canções que chamaram a minha atenção, principalmente pelo lado bizarro. Vocês já foam agraciados com a masculinidade de Doo Wah Diddy, do grupo Manfred Mann e com a moda do próximo verão, a Dança do Canguru do DJ Ötzi, só para citar dois exemplos que a minha memória permite recordar.

Agora nós vamos baixar elevar o nível. Vou criar minhas próprias músicas. O que você verá a seguir não está pronto, uma vez que é extremamente difícil fazer uma boa paródia de uma música que já existe. Se alguém tem talento para isso e gostar do humilde esforço de composição (o que acho extremamente paradoxal, já que quem entende de composição nunca vai gostar das minhas), está autorizado a dar sequência…

País Glacial
(Joca Sem Jó)

Moro / num país glacial
Abandonado por Deus
E coberto de geleiras (mas que beleza!)
Em Fevereiro
Aurora Boreal (é boreal)
Tenho um urso e um jaquetão
Sou esquimó e tenho uma rede pesca maneira…

Cidadela
(Farolzinho) 

Numa rua qualquer
eu desejo um carrão amarelo
E com 5 ou 6 retas
é fácil parar na “Castelo”

(…)

E o rodízio
É um artifício que devemos respeitar
Não tem jeito nem piedade
Mas tem hora, pra acabar
Sem pedir licença multa a nossa vinda
muda a rotina
É rir ou chorar.

Brincadeira de estudante
(Cotejo)

Acorda bicharada tá na hora da gente estudar (oba?)
Corre pega a cola, esconde a cola que a gente vai usar-ar-ar-ar
Nessa prova também tem a pegadinha pra quem gosta de chutar…

E as dissertativas pra enrolar…

É essa? Não! É essa? Não! É essa? Já falei que não!

Letra A, Letra B, letra C ou NDA?
NDA….
(Chuta! Chuta!)

Uh!

Eu não ligo para música

Todos nós temos manias e gostos estranhos. Alguns conseguem ver cenas de filmes ou jogos em momentos do cotidiano. Outros tem compulsão por arrancar o próprio cabelo. E há aqueles que não conseguem viver sem ouvir música. Já este humilde editor de blog tem o orgulho de informar, a quem interessar possa, que NÃO LIGA PARA MÚSICA.

É sério. Devo ser uma espécie de alienígena, pois além de ser verde, ter uma gosma na sola dos pés e torcer pro Corinthians, não tenho a menor necessidade de ouvir música. Atente ao fato que eu não disse NÃO GOSTO de música. Eu disse NÃO PRECISO de música para trabalhar, estudar, defecar, dormir ou abrir a janela num dia de sol. Se o ambiente está sonorizado, por mim tudo bem. Se não está, tudo bem também.

Imagem meramente ilustrativa

Quantas músicas você tem em seu iPod, celular, MP3, walkman ou whatever? Meu iTunes denuncia 160, das quais não devo escutar nem metade. Isto é… quando resolvo escutar alguma coisa. O número de horas também é ínfimo: se passei mais de 2 horas escutando ininterruptamente, já considero um exagero. Se tenho uma viagem um pouco mais longa, dispenso os fones de ouvido. Prefiro dormir.

Após refletir bastante sobre o tema (o que deu cerca de 15 minutos), cheguei a conclusão que a esmagadora maioria das músicas NO MUNDO não tem o menor significado para mim. Todas aquelas que entraram no seleto grupo das 160 me dizem algo, de alguma forma. Sinceramente, não importa o artista, o gênero, a duração, o ano… nada. O que me interessa verdadeiramente é que ela signifique algo para mim, recorde algum momento, tenha algum significado histórico. E acho que é só.

Esse significado não precisa ser profundo ou filosófico. “New York, New York“, por exemplo. Acredito que vez ou outra escuto porque a) eu e o cantor temos o mesmo nome e b) ela é o tema da virada do ano na Time Square. Parece besteira (e realmente é), mas o critério é exatamente esse. Outro exemplo: “Orora Analfabeta“. Motivo? A letra é engraçada. Só. Punto e basta. E virou até inspiração para um texto aqui no blog.

O que as duas músicas tem em comum? NADA. Absolutamente nada. Entretanto, estão lado a lado entre as 160 porcamente eleitas.

Agora vem a parte que eu peço a vocês para que escrevam nos comentários dizendo que TAMBÉM SOFREM DESSE MAL. Poxa… não é nada agradável não ter como responder convincentemente a pergunta fatídica: “Que tipo de música você gosta?“. As pessoas me olham com uma cara muito estranha. Exatamente ssa que você está fazendo agora.

Em tempo: Tenho uma teoria 100% falível para que uma música faça sucesso. O truque é encaixar na letra alguma palavra diferente, pouco usada em outras músicas. Vou citar alguns vocábulos desse tipo e tenho (quase) certeza que você identificará: meteoro, avassalador e ponderar, leilão, borboletas, táuba, laranja.

Alvarenga e Ranchinho: a simplicidade da crítica

Nada de Milionário e Zé Rico, Almir Sater ou ainda o napa avantajada do Sérgio Reis. Minha dupla caipira favorita atende – ou melhor, atendia – pelo nome de Alvarenga e Ranchinho. Provavelmente a inteligente leitora nunca ouviu falar nesses dois famosos anônimos. Não a culpo, no entanto. Essa dupla não tem o devido reconhecimento ou divulgação por alguns motivos (entre eles o fato de estarem mortos e terem feito sucesso algumas décadas atrás).

Nem eu sei bem como fui descobrir a inteligência e sagacidade desses dois. Acredito que tenha sido no programa do Rolando Boldrin na TV Cultura, mas não tenho lá muita certeza. O que importa, entretanto, é prestar uma homenagem a esses dois, que a seu modo construíram uma história de humor e crítica muito em falta nas músicas de hoje.

As críticas são em torno de acontecimentos incorretos do cotidiano, com pesado tom político. Talvez o maior exemplo seja a canção “Tá tudo subindo:”

Sobe arroz, sobe o feijão,
A batata e o macarrão
Dum jeito que não se atura
Tudo sobe inté a taxa
No entanto só o que baixa
Defunto na sepultura
(…)
Se recorre à greve, então
Veja a compensação
Baixa logo o cassetete
Sobe o preço da bagagem
Também sobe as passage
O pobre que aguente a cruz
(…)
Farta chuva no nordeste
Farta tudo que é uma peste
Deixando a coisa crítica
Engraçado no Brasil
Fartando tudo aos mil
O que não farta é política

Eu ainda cortei alguns trechos, para não ficar mais extenso do que já ficou :P. Como vocês puderam ver, eles não usavam nenhum recurso irônico ou mesmo metáfora para esconder/disfarçar aquilo que realmente queriam dizer. Com Alvarenga e Ranchinho era na lata. Outro exemplo é História de um Soldado (ou Palhaço, em algumas versões), numa clara alusão à burocracia e ao jogo de empurra que as autoridades adoram fazer, para, no fim, não fazer nada. Em relação a essa música, há uma curiosidade histórica: “[Com a] letra da autoria de Alvarenga, foram detidos pela polícia e levados por Alzira Vargas, filha de Getulio, à presença do presidente para que apresentassem a paródia. Embaraçados, cantaram a música até o fim (…) Getulio sorriu, afirmou não ver ofensa nos versos e liberou a dupla“. (Fonte)

Além de críticos, eles são tragicômicos. Entendendo por tragicômico aquilo que pode ser trágico e cômico (duh) ao mesmo tempo, temos os versos de Drama de Angélica. A história é triste (fala da morte de uma mulher em função do erro do estúpido farmacêutico), mas a inserção de detalhes descritivos que não tem nada a ver com a história principal acaba tornando a música leve e divertida. Eles não chegam a fazer troça da desgraça, mas a deixam num ponto que é possível dar risada. Leia a letra você mesmo no site de letras do Terra.

O pai de Angélica chefe do tráfego
Homem carnívoro ficou perplexo…
Por ser estrábico usava óculos:
Um vidro côncavo o outro convexo…

Qual a importância de saber que o óculos do cidadão tem um vidro côncavo e outro convexo? Há vários trechos com esse tipo de sacada durante a letra. Fora que eles inserem/infiltram palavras que você não está acostumado a ouvir ou mesmo ler por aí. Lúgubre, tísico e zéfiro, só pra citar algumas. Além do mais, não é todo mundo que tem peito de colocar “esôfago” numa música.

Mas não só de críticas e tragicomicidade vive a dupla.  Paradoxalmente, Alvarenga e Ranchinho demonstram uma simplicidade sem limites no teor de muitas músicas. Esse é um dos fatores que mais me encanta nos dois*. Podemos dizer que há um conjunto de crônicas sociais entre o repertório da dupla. Os assuntos mais atuais – na época – eram colocados em pauta nos repentes e modas de viola. Só para se ter uma ideia da gama variada de assuntos abordados, estão a aprovação do divórcio, a famosa relação com a sogra, o chamado do Exército para a 2ª guerra mundial, o namoro quase (veja bem… eu disse “quase“) puritano… a que eu mais gosto fala sobre a mudança da moeda e a consequente chegada do Cruzeiro. Entre outras passagens primorosas, a que eu considero o ápice da genialidade (ok, hipérbole detectada) é a seguinte:

Lá nos Estados Unidos a coisa é bem deferente
Dinheiro graúdo é dolar. Dinheiro miúdo é cent.
E quem não tem cent sente, que é triste viver sem nada
Mas quando a gente tem cent, já tem a vida assentada

Encerrando texto, deixo um vídeo de um dos poucos registros visuais da dupla. Quer dizer… poucos que foram postados no Youtube. Eu posso ficar horas discursando sobre o estilo, coragem e bom humor da dupla que não vou convencer vocês. Melhor deixar que eles mesmos o façam:

* Na verdade, o correto é falar UM Alvarenga e TRÊS Ranchinhos. Para efeito prático, resumi todo mundo numa só dupla e ignorei a ordem cronológica dos acontecimentos. Detalhes no excelente texto do Luciano Queiróz.

Minha Orora, a Analfabeta

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Cascadura é um bairro extraordinário. Viajei para lá no Carnaval e fui muito bem recebido na pensão que fiquei. Meus amigos insistiam para não ir: “Jards, camarada… vá pra Bahia!“. Insisti e minha teimosia valeu a pena. Ou não.

Entre matinês, boates, arrastões e o tradicional baile de máscaras, conheci uma dona toda boa e cheia da nota. De fato era uma grande criatura. Tudo na medida: Rosto perfeito, corpo escultural, mãos divinas e pés de princesa. Aquela era a minha chance de subir na vida sem usar banquinho.

Tudo ia muito bem, até que eu descobri que ela não podia abrir abrir a boca. Não… ela não era banguela. Era analfabeta. Não sabia ler nem tão pouco escrever. Achei que ela estava de sacanagem quando meu contou, mas de fato pude confirmar: ela escreve “gato” com jota e “saudades” com cê. Pra você ver…

Pra ter uma ideia de como a situação era complexa, um dia ela me ligou, lá na pousada mesmo, dizendo estar doente. Perguntei o motivo e ela soltou o diagnóstico: “Estou sofrendo do estrombo“. Estava sentado na cama e levei um tombo. Caí durinho pra trás. Isso sim já é demais! É.. mas ia piorar.

Numa das vezes que estivemos juntos, ela me mostrou o bando de “aribús” no céu, bem perto dos “ariopranos“. Mas pelo menos ela gostou da minha “motocicreta“. No almoço pediu aquela feijoada esperta… “compreta“. Me sentia muito estranho com a situação. Ela era muito bonita, mas era errada demais.

Quando estava pra partir de volta pra minha terra, ela veio se despedir. Vi um “O” bordado na blusa dela, e percebi que não tinha perguntado nem o nome da moça. Olhei a letra e pensei “é agora”. Perguntei seu nome. Ela disse: “é Orora”. E completou: “E sou filha do Arineu”.

O azar, definitivamente, é todo meu.

A história original é essa
A foto veio do Astrid Cilla’s Flickr

Vitrolix: Touradas em Madri

Quando eu disse que essa série Vitrolix priorizaria músicas não tão atuais, eu não estava brincando… Dessa vez vou ressuscitar uma das maiores cantoras que esse país já viu. Maiores no sentido figurado, já que a “Pequena Notável” media apenas 1,53m. Isso mesmo… falo da pizza meia portuguesa, meia brasileira Carmem Miranda.
Nascida em 9 de fevereiro de 1909 em Beira Mar, Portugal, perdeu seu primeiro emprego como vendedora de gravatas porque os colegas paravam de trabalhar para ouvi-la cantar. O sucesso era questão de tempo.

“Tenho pena dos gagos, mas não resisto: morro de rir quando ouço algum! E também não tenho saco para levar um papo muito longo com eles” – Carmem Miranda

Carmem Miranda gravou músicas dos mais célebres compositores desse país. Assis Valente, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Braguinha… Os shows estavam sempre lotados e, numa dessas apresentações, Lee Schubert levou-a para a Brodway. Não tardou para que estrelasse em Hollywoody – foram 20 filmes na carreira – e deixase suas marcas na “calçada da fama”. Sucesso meteórico e eterno.

Todo mundo me pergunta como venci na minha carreira. Acho que foi pura sorte adotar um estilo diferente de sambista e depois Hollywoody. Meu Deus… que loucura pensar estar no plano de estrelismo de Betty Grable, Alice Faye e todas essas estrelas que eu admirava na tela!

Ganhou o mundo com a imagem da brasileira que equilibrava frutas na cabeça e dançava de um jeito que yakee nenhum estava acostumado. A vida frenética, regada a remédios estimulantes, levou-a a um enfarto fulminante, na madrugada de 5 de agosto de 1955, com somente 46 anos.

O legado da cantora é um dos mais conhecidos desse país. Seu nome está intimamente ligado à músicas como “O que é que a baiana tem?“, “…E o mundo não se acabou“, “Alô… alô” e o foco do texto hoje: Touradas em Madri. Veja a letra:

Eu fui as touradas em Madri
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum

E quase não volto mais aqui
Para ver Peri beijar Ceci
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum

Eu conheci uma espanhola natural da Catalunha
Queria que eu tocasse castanhola
E pegasse o touro à unha
Caramba, caracoles, sou do samba
Não me amoles
Pro Brasil eu vou fugir
Que é isso é conversa mole para boi dormir
Para tim bum, bum, bum
Para tim bum, bum, bum

Para ouvir, clique aqui

Úma parte que achei interessantíssima nessa música é o ritmo, já que, originalmente, ela é uma marchinha de carnaval.
Quanto a letra, Carmem Miranda é pressionada a “mudar” de cultura, aderir aos costumes espanhóis, contudo, reafirma seu coração verde-amarelo para aqueles que duvidavam que a “Pequena Notável” abandonaria a pátria que a acolheu e a tornou estrela.

Mas informações sobre Carmem Miranda? Você pode ler aqui na Wikipédia, no site oficial da cantora e nesse texto da MPBnet
Prtonto… agora você já pode sair rebolando por aí…

Vitrolix: Eduardo Dussek em “Nostradamus”

Em comemoração ao estupendo (ha!) resultado obtido com o funcionamento do acelerador de hádrons – o tão comentado LHC – resolvi estrear mais uma seção aqui no Idéia Fix. Ela juntar-se-á (uhhhh… mesóclese) com o Opinix, o Grandes Quadros, Ídolos do Brasil e outras séries que eu já inicie.

Vitrolix vai relembrar músicas que, se não fizeram grande sucesso, pelo menos tenham alguma mensagem irônica, curiosa ou que tenham a ver com algum tema em debate na mídia, mesas de bar e até em blogs….
Como a seção chama-se Vitrolix e não MP3mix, darei prioridade para músicas antigas…. e nacionais (antes que algum fã de RBD me venha com chorumelas….).

Hoje, tiro do baú uma música do grande Eduardo Dussek, que fala justamente do fim do mundo. A letra é um misto de sonho com ironia e foi escrita na época do brega-rock. É interessante imaginar um clip para essa música com base nas informações que ele dá.
Note também que ele usa palavras pouco comuns: fumê, carcomer, vodoo, Carlota….
Queria também dar um destaque para as estrofes 2 e 4.

Sem mais enrolação, Eduardo Dusek, cantando Nostradamus no Rock in Rio (no Rio!), lá no longínquo ano de 1985:

A letra está aqui, para cantar e encantar (urgh):

“Naquela manhã
Eu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei

Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia
E ignorei

Telefonei
Pr’um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: “Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudoo, calamidade, juízo final
Então és tu?”

De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!

O dia ficou noite
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei:
“Levanta e serve um café
Que o mundo acabou!”

Dussek também tem site oficial. Lá você encontra links para o MySpace, o perfil dele no Orkut (pode acreditar, é o verdadeiro…) e ainda pode baixar algumas músicas…. Bem bacana.

Opinix: Roupa Nova

Se você minha cara se acha… TÍMIDA e um pouco SENSUAL, com a FELICIDADE de fazer A VIAGEM SEGUINDO NO TREM AZUL, numa CANÇÃO DE VERÃO, sentindo o SAL DA TERRA que é LINDA DEMAIS, esperando CLAREAR para ver o BEM MAIOR dizendo DEIXA O AMOR ACONTECER, usando um lindo SAPATO VELHO fazendo TUDO BEM SIMPLES como um ANJO com um sorriso aberto e uma ROUPA NOVA.

Eu sou o COMEÇO MEIO E FIM, que sempre está DE VOLTA PRO FUTURO em UM LUGAR NO MUNDO, sonhando um VÔO LIVRE pra entender que OS CORAÇÕES NÃO SÃO IGUAIS; querendo viver UM SONHO A DOIS pra ser A METADE DA MAÇÃ, com um CORAÇÃO PIRATA pedindo VOLTA PRA MIM porque ANDO MEIO DESLIGADO.

Clique na foto para acessar o site oficial

A banda é formada por Kiko, Feghali, Serginho, Paulinho, Nando e Cleberson com mais de 30 anos de estrada. Com certeza uma das maiores bandas vocais “terráqueas” de todos os tempos… (Sim, porque os “Beatles” são de outro planeta).

PS: Texto adaptado por mim e feito pela amiga Talita (hiperfã dos caras).

PS 2: Tudo que está com letras maiúsculas são títulos de músicas compostas e regravadas pelo grupo