Penalty e Palermo: Irônica relação

O argentino Martín Palermo tem uma relação um tanto quanto estranha em relação as cobranças de penalidade máxima.

Por ser um atacante corpulento e tento como a jogada forte o cabeceio, cobrar penaltys não deveria ser rotineiro, mas é. Dizem que só erra quem arrisca. E é no campo “errar” que os brasileiros mais lembram dele. (Só os brasileiros?)

Dou um doce* para quem disser que nunca ouviu falar das famosas 3 cobranças que o Palermo desperdiçou num mesmo jogo. O quê? Você não se lembra? Então aí vai um videozinho pra você rir da cara desse argentino refrescar a memória:

Prestem atenção (se vocês conseguirem parar de rir) na narração. Comentado por um argentino: “Por Dios no.. por favor…no puede ser…”

HAHAHAHAHAHAHA Er..(cara séria forçada) Como eu dizia, ou melhor, como vocês puderam ver, cobrar penaltys não parece ser MESMO a especialidade do palerma Palermo. Mas o mundo é irônico e o futebol é uma caixinha de Pandora. Quem diria que depois de alguns anos decorridos desse incidente, Palermo fosse se tornar o maior artilheiro da história do Boca Junior?

Mas se você achou isso surpreendente, prepare-se…. Segure-se em sua cadeira giratória (ou não). Palermo marcou o gol que lhe permitiu entrar mais uma vez para a história do futebol argentino, agora com a glória de ser o cara que mais marcou pelo time que outrora fora de Maradona, convertendo um gol de penaty. Não, você não leu errado. Ele cobrou e converteu o penalty, no final do jogo contra o Gymnásia.

Pausa para você se recuperar

Se você duvida, essa matéria do Yahoo explica com maiores detalhes. Outra coisa que me chamou atenção é que eles tem Riquelme para cobrar pênaltis e, bem, eles preferem o Palermo. Vai entender os argentinos….

*Óbvio que não vou enviar doces para que não sabia da história dos 3 pênaltis. Mas sabe como é: depois que o povo me pediu brindes (até hoje me pedem) mesmo depois de eu ter explicado que não sou eu que forneço, achei melhor fazer esse adendo. Mas isso não se aplica a você, nobre leitor e caríssima leitora atenta.

E viva o futebol!