Desafio #7links: O que seu blog tem de melhor?

Há certos momentos na vida que você tem que parar tudo o que está fazendo e refletir sobre o ontem, o hoje e o amanhã. Tecnicamente NÃO é esse o instante para esse blog “fechar para balanço“. Entretanto, devido a uma nefasta combinação de falta de criatividade  e sono, minha fábrica de ideias inteligentes e perspicazes está funcionando meio… mambembe, se assim podemos chamar a escassez de textos.

Sorte a minha (e azar de vocês) que a Cristine Martins e o Henderson Bariani resolveram postar esse desafio em seus respectivos blogs  – eles são os culpados, portanto. As instruções são simples: escolha os textos que se encaixem nas categorias descritas, faça uma explicação bonitinha e convincente e publique. É uma boa forma dos leitores conheceram o que o todo poderoso senhor do diário virtual pensa sobre sua obra.

E quem disse que é fácil realizar a tarefa? O resultado do meu esforço pode ser visto no singelo texto abaixo. Vocês vão gostar. Bom apetite.

1)      O primeiro post do meu blog
O primeiro post do meu blog foi uma verdadeira decepção. Eu não tinha a menor ideia do que esse espaço poderia se tornar e claramente subestimei não só o meu potencial como escriba (vá lá… eu tenho algum), como também a paciência de vocês ao acessar essas linhas tortas. Além, claro, do crescimento exponencial da internet. Ou seja… falhei miseravelmente na missão de escrever algo apresentável, que instigasse o leitor a continuar me acompanhando. Algo que prestasse, fosse digno. Enfim… se você quiser ler, divirta-se com o Nova Fase. Ou não.

Eu poderia arrumar e deixar tinindo. Ninguem ia perceber. Mas se a história foi construída assim, deixe estar. Vamos preservar o passado da forma como ele foi erigido.

2)      O post que mais gostei de escrever
Fácil. Acho que eu falo tantas vezes sobre esse assunto que vocês estão de saco cheio, mas vamos lá: Teleton 2009: na bancada. Sim! Eu estava lá! Escrevi aquelas frases em tempo real, na frente das câmeras, ao vivo e para todo o Brasil. Vi o primeiro milhão se materializar no placar eletrônico e, como eu sempre digo, vi a solidariedade do povo brasileiro tomar forma, cor, tamanho, cheiro, textura… Foi real. Muito real.

A intensidade daquela experiência nunca mais será esquecida. É  o tipo da coisa que marca tão fundo dentro de você que faz parte do todo. Por tudo o que eu vi, principalmente nos bastidores (e não falo apenas no sentido midiático) talvez tenha sido a experiência mais valiosa que eu já vivi. E isso não é pouca coisa. Indescritível? Não sei. Mas certamente nenhuma descrição ficará completa, por mais que se coloque adjetivos.

E eu juro que ainda arrepio e minha garganta fica apertada sempre que eu falo sobre isso…

3)      Um artigo que gerou um bom debate
Nessa categoria deu empate. Pelo lado cômico não há como não eleger “RBD: choro e muita festa“. Os fãs se revoltaram soltando um grau tão elevado de babaquices que não há como negar que os comentários são infinitamente melhores que o post em si. Até agora não consigo entender como é possível pensar, agir e defender daquele modo um pensamento tão vazio. Eu tentei argumentar, responder, ser amigão… só levei catiripapos.

Pensando pelo lado sério, “Testemunhas de Jeová: uma doutrina polêmica” rendeu debate. E dos bons. Apareceu gente defendendo os TJ’s, partidários daqueles que metem o pau nas religiões, gente ponderada e até um teosofista. Aprendi muita coisa, mas não seria verdadeiro dizer que mudei de ideia em relação a algumas atitudes que os Testemunhas de Jeová tomam. Lendo o texto e os comentários vocês entenderão muita sutilezas e os principais pontos de polêmica e, certamente, quebrarão preconceito que por ventura estejam incrustados. Melhor assim: quer criticar, odiar? Beleza… mas ao menos conheça aquilo que você critica.

4)      Um artigo de outro blog que eu gostaria de ter escrito, e do qual gostei muito
Essa categoria é interessante porque invoca aquele sentimento de “putz! Por que eu não pensei nisso antes?” Invoca também aquela invejinha e aquele comichão de simplesmente copiar, colar e dar o crédito, só pelo prazer de ver aquelas palavras tão bem selecionadas e organizadas enfeitando seu espaço na blogosfera. Eu leio muita gente e esse siricutico já aconteceu várias vezes. Entretanto, vou escolher Memento Mori: retratos da morte, da Cristine Martin do Rato de Biblioteca.

O tema é abissalmente curioso, as fotos são precisas ao ilustrar tudo o que é dito, o texto é informativo sem ser entediante, divertido sem ser displicente com um assunto que é sério, tem um tamanho adequado (não é muito curto e nem muito longo) e ainda nos dá um bom material para refletir e tirar as próprias conclusões. Resumindo: VOCÊ TEM QUE LER

5)      O meu artigo mais útil:
Sinceramente, não sei. Usarei as palavras do Henderson para definir essa situação: não tem nada muito útil por aqui. Mas já que eu tenho que votar em alguém, meu critério é afinidade, Bial. É um jogo… vocês sabem como é. Sem mais delongas, vou de Como NÃO usar um hashi. O texto ficou engraçadinho e, de fato, ensina a manusear os dois pauzinhos japoneses que você usa pra comer comida chinesa. Ou é ao contrário? Bom… tanto faz…

No texto há a descrição e também há fotos. Se você não entender um recurso, pode usar o outro. Se você não entender nenhum dos dois… bem vindo ao clube. Não… sacanagem. Se eu conseguiu usar os hashis com relativa perfeição, você também consegue.

6)      O post com o melhor título que já escrevi
Categoria difícil. Não porque eu tenha escrito inúmero posts com títulos geniais mas sim porque é muito pessoal. Eu posso achar que foi uma sacana que ninguém nunca mais fará igual e você pode argumentar dizendo que estava justamente comentando, naqueles termos, com um tio manguaçado/mamado/bebaça no churrasco de Domingo.

Todavia, creio que seja muito espirituoso de minha parte colocar a seguinte frase como título de um texto: “Ele matou Satanás e comeu sua CNH“. A princípio você não entende nada. Aí você pensa um pouco e confirma que entendeu todas as palavras e tem certeza que juntas elas continuam não fazendo o menor sentido. Aí você resolve separar alguns minutos do seu preciso tempo e lê os parágrafos destinados a explicar aquela maluquice. Pronto. Quase tudo faz sentido. Exceto o próprio texto.

7)      Qual o post que eu gostaria que as pessoas tivessem lido mais (tivessem dado maior importância):

Faço uma baita denúncia com proporções internacionais e ninguém dá bola. GENTE: UM BRASILEIRO PODERIA SER REI DA INGLATERRA e ninguém comenta? Tudo bem que eu não tenho fontes confiáveis nem provas concretas, mas mesmo assim era algo que deveria, ao menos gerar alguns comentários, nem que fossem me desacreditando ou ironizando. Vocês já imaginaram o baita incidente diplomático que poderia ocorrer se meu texto fosse parar nas mãos erradas?