Cizânias

Dupla dá aperto de mão mais longo do mundo

Essa manchete me lembrou os apertos de mãos que NUNCA foram dados. Para ser otimista, apertos de mão que AINDA não foram dados.
Vejam o caso da Palestina e Israel. Já faz pelo menos uns 40 anos que os dois governos não se entendem. Houve apertos de mão simbólicos, mas o verdadeiro, aquele que vai finalmente decretar a paz no Oriente Médio e pôr o Hezzbollah para Hezzbollah, ainda não aconteceu.

Mas vamos começar por situações mais simples. Quem nunca ouviu a expressão “brigam como cão e gato” ou ainda a variação “como gato e rato”? Mas até no mundo animal há exemplos em que essa barreira pode ser superada. Quer exemplo mais claro que o dessa cadela que adotou filhotes de gato? E para ser imparcial, também há o caso dessa gata -no sentido animalesco – que adotou filhotes de cão.

Passamos para o campo esportivo. Juca Kfouri e Milton Neves por pouco não sairam na porrada, na entrega de um prêmio. Até hoje, um se recusa a falar abertamente sobre o outro, mas nem por isso deixam de se provocar. Já ouvi o Milton Neves chamando o Juca de hipócrita (quer dizer, ele não disse propriamente a palavra Juca, mas pela ira nos olhos, só poderia ser dele que o Milton estava falando). Por outro lado, em todo programa CBN Esporte Clube, Juca fala sobre a doação de sangue, alegando que este é um “merchand do bem”, numa clara alusão às propagandas – as vezes excessivas – que Milton Neves realiza em seus programas.
Essa, pelo jeito, será uma rinha que nunca será apaziguada.

E quanto a briga Senna X Piquet, essa – infelizmente – nunca poderá ser resolvida. Para situar o jovem leitor desse blog, Senna e Piquet foram gênios do automobilismo brasileiro que nunca foram adultos o suficiente para resolverem suas diferenças como homens.
Piquet, tricampeão mundial, espalhava boatos no Paddock sobre a suposta homossexualidade de Senna – que pelo cartel que incluiu Xuxa, Galisteu e mais umas trocentas mulheres nunca se confirmou.
Ayrton, também tricampeão mundial, não foi nenhum santo. Numa entrevista – na qual estava presente Galvão Bueno – Senna afirmou que tinha desaparecido da mídia para dar espaço para Piquet aparecer. Posteriormente, alegou que a declaração fora uma brincadeira. Piquet também afirma que os boatos eram brincadeira. Ou seja… Ficou tudo por isso mesmo e o Brasil perdeu a chance de ter uma equipe na Fórmula 1 com dois pilotos fabulosos e com a gerência de Fitipaldi. Alguém aí acredita que uma equipe formada por Senna e Piquet não atrairia investidores e teria um carro competitivo? Pois é…

Não vou nem falar sobre a rivalidade entre torcidas. Levaria dias para destrinchar um Palmeiras e Corinthians, um GreaNal, um BaVi, Um AtleTiba ou ainda um Cruzeiro e Atlético Mineiro.

Vamos sair do campo do esporte. Vamos falar de música. Todos conhecem a Madonna, certo? Muito bem. Agora, e se eu perguntar quem conhece (ou se lembra) da Cindy Lauper? Essa cantora era justamente aquela que disputava com Madonna o posto de diva do pop nos anos 80. Nem preciso dizer quem ganhou…
O curioso nessa história toda é o episódio do lançamento de discos (nada a ver com atirar os bolachões pela janela…), ocorrido em 1986.
O que aconteceu na ocasião foi uma “coincidência” de nomes. Enquanto Mandonna lançava True Blue, Lauper lançava True Colors. Eu pergunto aos caros leitores: Qual é a possibilidade de duas cantoras rivais, lançarem na mesma época, discos com nomes tão parecidos?
No fim, True Colors – o da Cindy Lauper – virou um sucesso de vendas. O disco teve 12 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, sendo 3 milhões nos Estados Unidos e quase 1 milhão de cópias no Japão.

Já Madona -com seu True Blue – obteve 7,6 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e 20 milhões vendidas no mercado internacional. Bateu recorde de artista solo ao vender 225 mil cópias apenas no dia de estréia e tornou-se um dos albums de inéditas mais vendido na história por uma cantora.
Somou no total 27 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo.
Coisa pouca.

Essa foram apenas algumas “brigas” famosas. Milhões de outras richas serão lembradas pelos leitores (é.. isso é uma intimação para você postar nos comentários e eu garanto que dessa vez não serei relapso na moderação…).
Pode não ser politicamente correto (aliás, eu odeio essa coisa do politicamente correto…), mas que é bacana ver essas brigas, seja na televisão, pela internet, ou quem sabe ao vivo… ah.. é “bão demais”

Mesmo que haja “derramamento de sangue”. Não o meu, claro….

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