Opinix: Rock in Rio capitalista

Tem certos momentos que o capitalismo passa dos limites.

Vejam, o caso do Rock In Rio (importante festival de música que começou na década de 80) tendo shows como a antológica apresentação do Barão Vermelho – com Cazuza no vocal – em 85( em um momento de começo de abertura política no Brasil, após a ditadura).

Hoje, o evento perdeu seu sentido e suas raízes. O que o americano sabe sobre música brasileira, a não ser Bossa Nova e alguns poucos compositores/cantores?. O que sabe o espanhol?

O Lenny Kravitz conhece música brasileira a fundo? Duvido… americano (em geral, pois há exceções) não gosta de se misturar culturalmente. Pensam que só a cultura deles basta.

O festival deveria ser um instrumento de divulgação da cultura musical brasileira, e não mais um produto capitalista, se não é melhor mudar o nome para “Rock in World”.

(Nota do Frank: Resolvi me intrometer no texto para dar um pitaco: Se o nome dado ao festival é “Rock in Rio“, deveria, no mínimo, ser realizado no Rio de Janeiro, caso contrário, o nome não faz sentido. Algum gringo capitalista resolveu esquecer a lógica geográfica e chamou o evento sediado em Portugal de “Rock in Rio Lisboa“. Palmas… muitas palmas…)

Um pensamento sobre “Opinix: Rock in Rio capitalista

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