E com 5 retas é fácil fazer uma bandeira…

Bem vindos visitantes da Galeria Idéia Fix de Arte! Nas salas anteriores, vocês puderam apreciar os Nenúfares de Monet e a Grande Onda de Kanagawa (não… Kanagawa não é o pintor). Agora vocês terão a oportunidade de observar uma obra única da história da arte brasileira:

Bandeirinhas - Alfredo Volpi

Sim.

Bandeirinhas.

Alfredo Volpi, autor do quadro, teve a manha de criá-lo com 20 míseras bandeirinhas de festa junina croata e ser aclamado gênio da arte plástica brasileira. 20 MÍSERAS BANDEIRINHAS!

Por incrível que pareça, esse não foi o único quadro em que Volpi exercitava toda a sua criatividade. Ele também criou Bandeirinha (sim.. no singular) – dessa vez com apenas 12 delas.
Se você acha que acabou, está errado. Mais bandeirinhas aqui, aqui, aqui e aqui. Surpreendentemente ainda tem mais. É só escolher sua bandeirinha favorita

Os intelectuais metidos a besta críticos de arte interpretam essa fase como “abstraccionismo geométrico.” Segundo a Wikipédia, “o Abstraccionismo geométrico, ao contrário do Abstraccionismo lírico, foca-se na racionalização que depende da análise intelectual e científica. Foi influenciado pelo Cubismo e pelo Futurismo”.

Em função disso, recebeu o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo, em 1953.

Pronto.. pode parar de se contorcer agora.

Obviamente, o pintor ítalo-brasileiro não fez só isso. Ele também pintou fachadas.

Ok, elas são um pouco mais elaboradas que bandeirinhas, mas ainda sim são fachadas.

Alfredo Volpi, apesar do tom crítico desse texto, merece um espaço de destaque no seleto time de ótimos pintores brasileiros. Não é para qualquer um pintar bandeiras – coisa que qualquer criança da 5ª série consegue – vender esses quadros e ainda ganhar dinheiro com isso. Fora o fato de ser autodidata em relação à arte.

Simplicidade, as vezes, faz toda a diferença… Van Gogh que o diga.

O blog Isso é Bossa Nova fala com mais propriedade do que eu sobre a obra de Volpi:

“Sobre a importância de Volpi para a arte brasileira não há vozes discordantes. Historiadores, críticos, artistas (de várias gerações e escolas) e apreciadores da arte caracterizam Volpi pela sua singularidade, independência e originalidade.
Volpi não participava da roda dos intelectuais da época.
Afinal, veio de uma classe social menos favorecida e excluída, frente aos modernistas…(esses detalhes na arte me fascinam ).
Era um imigrante. ”

E fim de texto.

24 pensamentos sobre “E com 5 retas é fácil fazer uma bandeira…

  1. Idéia Fix é arte na veia!

    Bem, depois de ler esse texto e ver essas lindas obras, posso dizer que estamos diante de um novo movimento artístico ‘reconhecido’ ,
    o Bandeirismo.(hehehe)
    Digo ‘reconhecido’ porque quando as crianças faziam não tinham reconhecimento nenhum…

  2. Cara, leio o seu blog com freqüência e já achei muitos textos interessantes. Bem, esta introduçãozinha é só para dizer que não cai aqui da pára-quedas para ficar me metendo no assunto.
    Não vou aqui ficar defendendo Volpi e todas as obras de arte que não impressionam o público leigo por sua visualidade, até porque isso é um blog e a opinião pessoal dele é o que há de mais importante e além do mais o tom do texto é mais humorístico que crítico, um tom que muita gente se identifica quando o assunto é arte moderna e contemporânea, então não vou responder como se fosse um texto crítico.

    Agora só uma coisa: eu lhe garanto, essa questão de “até meu filho fazia” é coisa vencida, ultrapassada, porque a validade e o mérito da obra está em como ela se encaixa em seu contexto, em como pensa criticamente (e se relaciona com outras obras e artistas) a forma por si só, a pintura por si só e a identidade brasileira (no caso do Volpi).
    E eu não entendo uma coisa: os críticos todos seriam estúpidos que engolem qualquer bobagem? Há muitos críticos sem critérios, mas a maioria deles está nos jornais fazendo resenhas de filmes imitando as críticas estrangeiras. Quanto à arte, existe uma literatura vasta além da Wikipédia que faz tudo ter sentido. Eu só penso assim: se não me interesso por uma coisa, eu não procuro, mas também não julgo sem antes conhecer, pois posso, considerando que minha opinião pode importar para outras pessoas, simplesmente espalhar uma infértil opinião que já está nas cabeças, sem as mudar.

    Bem, enfim, perco um pouco foco se entrar na discussão, afinal acho que não era objetivo do teu texto.
    Caso queira ler o que escrevi recentemente sobre o assunto, eis o link:
    http://joaogrando.wordpress.com/2008/08/28/a-arte-da-nos-nervos/

    Um abraço

  3. João:

    Entendo seu ponto de vista e, por mais contraditório que pareça, concordo com ele.
    Reconheço que não sou a pessoa mais indicada para “analisar” a obra de Volpi. Tanto que coloquei uma outra opinião.

    O que eu quis criticar (e creio que não tenha ficado muito claro) foi a forma banal com que proclamamos gênios. O cara faz bandeiras de festa junina e é elevado a herói.. não é bem assim que devia funcionar…

    Volpi é a tinta diferente nesse quadro supracitado por um úico motivo: pioneirismo. Criticar é fácil. Ir lá e fazer o mesmo, na mesma época, é outra.

    Sei que esse comentário contradiz o exposto no texto, mas espero que tenha entendido meu ponto de vista e o que eu quis mostrar.

    Sendo sincero: Reli o texto e realmente não ficou muito claro. Espero que esse comentário venha sanar futuras dúvidas…

    Abraço e obrigado

  4. Sana sim, certamente.
    E até porque a tua observação, de ter posto uma outra opinião, já dá abertura a outro ponto de vista, o que lhe deixa livre para uma opinião pessoal (que é o charme do blog) e o que de certa forma neutraliza o que eu havia comentado.

    E tu estás certo quanto à banalização da palavra “gênio”. É usada a todo momento, como se isso não fosse uma coisa muito mais rara. “Genial” tudo bem, agora “gênio” mereceria mais cuidado.

    Abraço

  5. Lembra-se do corte de cabelos do Gótico, da novela barriga de aluguel?
    Pouco antes da novela, eu frequentava muito o tablado.
    Em um momento de rebeldia sem causa (ou erro de cálculo), cortei o meu cabelo daquela forma.
    Na verdade, eu cortava meu cabelo no estilo militar. Porém, em um salão em MG, a cabelereira baixou um pouquinho demais (máquina 01).
    Mandei então que ela passasse a máquina no cabelo todo, porém minha mãe chegou na hora e a proibiu de fazê-lo.
    Conclusão, fiquei com aquele corte todo “descolado”, que meses depois, foi “clonado” (os noveleiros de plantão entenderam o motivo das aspas) pelo Wolf Maia, na cabeça do Eri Johnson.
    Ou seja, na minha cabeça, ficou ridículo.
    Na cabeça da rede Globo, virou moda!
    Novamente, “culpa da mídia” (porém nossa!)
    Temos váriso tipos de manifestação da arte:
    Televisiva,
    Teatral,
    Cinematográfica,
    Pintura,
    Escrita, e
    etc…
    Mas, o público, temos em número menor.
    Os apreciadores, divididos em suas tribos (experimentem assistir algum festival de cinema alternativo… bizarro, sem noção, pé ou cabeça – e o tronco também – mas eles se amarram)
    E os modistas! Alguém notório admirou aquilo e manifestou publicamente!
    (Madonna descobriu Alanis Morissette e Antonio Banderas. Um tornou público e, bem… bem vindo a Hollywood. A outra, ela preferiu investir e, bem, se deu bem!! fatura alto em cima da mocinha!)
    Quanto às Bandeiras… bem, levanto minha bandeira branca para ele e pergunto:
    “Será que ele sabia o que era, ou veio a ser o “abstraccionismo geométrico”?
    Proponho um desafio:
    Lancemos o “abstraccionismo algébrico, aritmético e, o literário”!
    Quem sabe, não nos tornemos mais um Gênio?

    Abraços,

    Gustavo

  6. Touché!!
    Com este seu comentário, você me machucou. Foi (a)BRIDA uma ferida enorme em mim. Tanto que sentei nas MARGENS DO RIO PIETRA E CHOREI.
    Foste, no DIÁ(rio) DE hoje, UM MA(u) (ami)GO! Por que usaste de um comentário tão venenoso, típico de um boticário ou ALQUIMISTA, contra um escritor com o DOM SUPREMO para escrever, e que não se fez em apenas ONZE MINUTOS?!
    😛
    Bem, gostei. Vivendo e aprendendo!
    De acordo com sua definição:
    abstraccionismo literário = lixo de um falastrão oportunista.
    Portanto, vá tomar… banho de chapéu! (vejamos se és tão sagaz, quanto espero que sejas)!

  7. Caro Gustavo.

    O abstraccionismo literário não fica a cargo só do Paulinho Rabbit.

    Vou te contar um segredo, ou melhor O SEGREDO. Não importa pra onde você corra, MARLEY E EU vamos te seguir. Você pode até usar O CÓDIGO DA VINCI e cinco de março para fugir e enconder-se, mas você vai sentir o PONTO DE IMPACTO quando perguntar: “Hey! QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?
    QUEM AMA EDUCA, portanto, siga pelo CAMINHO DAS BORBOLETAS.

  8. Frank,

    Você e MARLEY, podem até me seguir após esta VIAGEM DE SABEDORIA, aprenderão juntos, a GRANDEZA DE CADA DIA. Mas, me seguir, não significa que estarie disponível a ajudar. Pois você, e apenas você, estará APRENDENDO A GOSTAR DE SI MESMO, para após isto, saber COMO CONQUISTAR AS PESSOAS. Agora, vou te contar uma coisa que vai MUITO ALÉM DO SEGREDO: NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS, SEM MEDO DE VENCER! Sei que não existe uma LIÇÃO FINAL, uma fórmula com o SEGREDO PARA RELIZAR SEUS SONHOS, ou algo que o valha. O importante é seguir SEMPRE EM FRENTE, mesmo após UM DIA DAQUELES… para que possas obter ALEGRIA E TRIUNFO. Mas, lembre-se: deves trilhar não o CAMINHO DAS BORBOLETAS, mas O CAMINHO DO GUERREIRO PACÍFICO.
    Logo, A CHAVE, O SEGREDO QUE FALTAVA PARA VOCÊ ATRAIR TUDO O QUE QUISER, é saber que VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL!

    Com relação ao PONTO DE IMPACTO, digo-te: NÃO ACREDITO EM ANJOS E DEMÔNIOS. Portanto, você não me comoveu, quando teclou protegido por esta FORTALEZA DIGITAL, chamada internet: “Hey! QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? Como saberei que mexeram no meu queijo? Ele estará cortado? Se estiver, talvez o correto não seja: QUEM CORTOU O QUEIJO? Ou ainda, SOCORRO:ROUBARAM MEU QUEIJO! E quem terá coragem suficiente para dizer: EU MEXI NO SEU QUEIJO!
    Mas, quer saber? CHEGA DE QUEIJO: SÓ QUERO SAIR DA RATOEIRA!

    Abraços e lembre-se: Se VERONIKA quer MORRER, ela é quem DECIDE!

    Gustavo.

    P.S. – En garde!

  9. Já que vocês insiste Gustavo, vou continuar, afinal, já dizia o antigo ditado gaudério: Não está morto quem peleia.

    A ARTE DA GUERRA consiste em saber controlar a INTELIGÊNCIA EMOCIONAL de forma a perceber como O CORPO FALA. Uma vez ciente disso, fica fácil perceber que AS MENTIRAS QUE OS HOMENS CONTAM -seja elas no RESTAURANTE NO FIM DO UNIVERSO ou na CASA DA MÃE JOANA – derrubam qualquer um.

    Inegável é notar que mesmo fugindo, você consegue perceber que A MEDICINA DE A A Z vem evoluindo de tal forma a controlar qualquer coisa, inclusive um INCIDENTE EM ANTARES. Nem UM CERTO CAPITÃO RODRIGO foi capaz de barrá-la.

    Portanto, não se prenda somente à abstraccionismos literários. Os livros são como uma ESTRELA SOLITÁRIA: Se você não os acompanhar, nunca serão comos OS TRÊS MOSQUETEIROS, ou seja, sapiência/raciocínio rápido/ciatividade.

    Em tempo: Touchè

  10. Frank,

    Tudo o que fazemos na vida, vai deixando MARCAS DO CAMINHO que trilhamos, ou escolhemos viver. Digo escolhemos, pois eventualmente, uma decisão que pareça correta no momento, pode se revelar deveras desagradável. Estaríamos assim, presenciando o NASCIMENTO DA TRAGÉDIA. Para evitar que isto ocorra, devemos desenvolver a ARTE DA PRUDÊNCIA. Afinal, o CONHECIMENTO PRUDENTE PARA UMA VIDA DECENTE, deveria ser o objetivo de cada um de nós.

    Não dá para simplesmente tentarmos um DESVIO DE ROTA, Mesmo nas DESCOBERTAS ACIDENTAIS EM CIÊNCIAS, ainda existe a batalha DEUS E A CIÊNCIA. E neste embate, o inexplicável leva a vantagem, pois não há ENTREVISTAS SOBRE O FIM DOS TEMPOS. Simplesmente nos conformamos com o COSMOS, CAOS E O MUNDO QUE VIRÁ após isto tudo.

    Será na ESCURIDÃO DA NOITE que talvez tenhamos uma vaga percepção DA IMAGEM DO MUNDO, quando estivermos cercados pelo INFINITO EM TODAS AS DIREÇÕES, aptos a ingressar em uma JORNADA PARA AS ESTRELAS. Mesmo agraciados com esta VIAGEM INSÓLITA, e com a aquisição desta SABEDORIA INCOMUM, não podemos iniciar a ESCALADA DO MONTE IMPROVAVEL, afinal, este lugar fica muito longe e eu creio que LONGE É UM LUGAR QUE NÃO EXISTE… anseia-se. Anseia-se tanto, que chega a ser uma ESPERANÇA DE PANDORA. Onde desejamos que ocorra algo, nem que seja o FIM DOS TEMPOS.

    Daí, colocamos este novo MILENIO EM QUESTAO: por que querem que a gente FIQUE POR DENTRO DA EVOLUÇAO? Talvez seja para evitar que o homem procure um DINOSSAURO NO PALHEIRO.

    Mas, simplesmente temos que aceitar que AS COISAS SÃO ASSIM. O QUE ACONTECE QUANDO MORREMOS, são coisas que estão ALÉM DA CIÊNCIA. Ainda não existe uma fórmula que estabeleça a CONEXÃO ENTRE A MENTE E A MATÉRIA. Pois existem muitas CONEXÕES OCULTAS.

    Posso ter divagado em demasia, mas com relação a tudo o que foi dito, QUEM SE ATREVE A TER CERTEZA?

    coupé!!

  11. Frank,

    Qualquer coisa, estou te aguardando na CABANA. O melhor horário para aparecer, é no CREPÚSCULO, de alguma LUA NOVA. Cuidado para não aparecer durante algum ECLIPSE.

    Desiste?

  12. Olá!!!!
    Estive observando tudo escrito nesse blog! O que me facina ainda e que eu admiro o volpi!
    não e a toa que esse “grande kara” descobriu uma formula digamos de fazer pinturas.. como os índios digamos… sua tecnica em tela e bem interresante principalmente ele usando muita geometria para essas bandeirinhas! Prq. haja bandeiras em diversos quadros! Tanto que a festa junina esta ai! e eu adotei essa historia para crementar mais minha festa as bandeirinhas de Volpi. Estou trabalhando com as minhas crianças sobre volpi e suas bandeiras e vamos decorar o local da quadrilha! (meio bizarro + d Hora). (ops! prof. de ed.infantil)!
    Um abraço ah todos
    🙂

  13. OiE Pessoal? Td bem?
    Bom, fazendo algumas pesquisas sobre o pintor Alfredo Volpi encontrei esse blog e o que tenho a acrescentar e que fique claro, não criticar, apenas acrescentar. É que um artista ele busca sempre algo mais do que o simples visivel, ele busca além do que a imagem oferece, esse “além” é o significado maior de uma obra de arte e esse significado na obra de Volpi é nitido no seu processo criativo, afinal de contas, obra de arte não é apenas a parte pronta, final, mas todo o processo que o artista passa até desenvolver esse final. Quando aprecia-se uma obra como a de Volpi é preciso ir além da imagem, afinal de contas é maravilhoso saber que um artista pode encontrar em algo tão simples uma forma de traduzir arte. E só para constar entre estudos, pesquisas e livros o que se tem é que ele não ganhou “dinheiro” com “essas” obras, levava uma vida muito humilde e ajudou muita gente.

    BeijoOO

    =D

    • “obra de arte não é apenas a parte pronta, final, mas todo o processo que o artista passa até desenvolver esse final”. Exatamente…. Obras de arte são como vinho. Deve-se apreciar sua cor, aroma, sabor… não apenas entornar a garrafa..

      Obrigado pela visita e pelo comentário. Beijão e volte sempre

  14. Tentarei ser breve:
    Alfredo Volpi foi um artista auto-didata que basicamente “fora” do circuito oficial da arte brasileira do início do século 20 (a exemplo da Semana de Artes de 1922 em SP e seus respectivos artistas-organizadores) trilhou um caminho único: da figuracao, da pintura de paisagens e retratos à uma abstracao geométrica extremamente elaborada (dentro do atelier e portanto de fato “inventada”). Ele passa da pura observacao e representacao mimética da realidade para uma realidade bidimensional – a tela (feita por ele próprio assim como as tintas etc…). Apesar de extremamente racional, concreta e geométrica, na manufatura de suas cores (importante: Volpi foi antes de tudo um colorista!!), na feitura de suas telas e nas marcas e impressoes deixadas por seus pincéis, Volpi imprime nessas obras tao objetivas e pragmáticas um tom, uma nota importantissima de pessoalidade, subjetividade e personalidade (contrária à lógica Concreta da década de 50 p.ex.). A pintura para ele era uma coisa “mental”, de fato foi.
    É fácil criticar sem fundamento. Difícil mesmo é entrar pra história como um dos maiores artistas plásticos brasileiros de todos os tempos. E isso, ele é. Nosso maior colorista e um dos pouquíssimos pintores do nosso país que mais souberam sintetizar em sua obra nossa brasilidade e o nosso Brasil, colaborando na formacao da nossa identidade cultural e simbólica (bandeirinha – como signo).

  15. AHHHAAH. Graças a deus Volpi existe, e é meu tema no trabalho de artes do bimestre o/ é uma beleza na hora de fazer reproduções. Sou tão malandra que meu trabalho do mês passado foi de arte bizantina o/
    Claro, é importante e tudo, mas é bem mais fácil uma reprodução dele do que uma do Da Vinci e coisa e tal

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s