Opinix: Maysa e a Globo

Olá pessoal!! Estou de volta!!

Hoje vou falar de assuntos.. como direi… misturados e interligados.

Não gosto de 95% da programação da Globo (exceto a “Grande Familia”, alguns filmes e Jornal da Globo). Até o futebol, já que quando dá, troco de emissora.

Mas o que a emissora faz em termos de miniséries é de, realmente, se tirar o chapéu.

Amazônia“, “JK” e agora a espetacular “Maysa” são produções que ajudam (um pouquinho) a entender a História desse Brasil varonil.  No caso da atual produção sobre a cantora Maysa, atores (aliás, que bela protagonista!), diretores e autores foram muito felizes no jeito de contar a vida intensa dessa mulher, que para mim teve uma vida estilo Cazuza: “porra loca” mesmo!!

Enfim.. todos os envolvidos nesse projeto estão de parabéns!! Falar sobre uma pessoa como Maysa e sobre um estilo de música, que muita gente tem preconceito é muito difícil.

CONCLUSÃO: Quando a Globo quer, produz muita coisa de qualidade, além da porcaria do Big Brother. Concordo que a Globo produz coisas de qualidade quando quer… o problema é justamente ela querer)

(Nota invasiva do Frank:

maysas
Maysa (esq.) e Larissa (dir.): Separadas pelo tempo

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Leia mais Opinix:
O Clube da Esquina
Sujeira Universal 

Kleiton e Kledir

10 pensamentos sobre “Opinix: Maysa e a Globo

  1. Ah Jú, que estória é essa de não gostar das músicas da Maysa? Vou revelar aos seus leitores que desde o 1º capítulo da minissérie você não parou mais de cantar “meu mundo caiu…”, foi ou não foi? Mal se fazia um pouquinho de silêncio na casa e lá vinha você com a música… Hoje mesmo te envio por e-mail letra completa porque, cá entre nós, só aquele pedacinho já deu né?
    Beijos garoto!

  2. Eu me permitirei discordar do glorioso Carlão. A minisérie é tecnicamente perfeita sim, mas não foi fiel à grande personagem que foi Maysa Monjardim. Algumas lacunas são imperdoáveis, como não mostrar a amizade dela com a não menos espetacular Nara Leão, por exemplo. Acho que a impressão que fica para quem assiste a minisérie é de que Maysa era pouco mais do que uma garota mimada e caprichosa, o que não corresponde à verdade. Não fossem por essas escorregadas biográficas essa minisérie seria perfeita, uma das melhores de todos os tempos.

  3. É, mas de certo sua afirmação é contraditória.

    Se você for pesquisar realmente antes de afirmar o que você disse no post, você vai descobrir que a verdadeira maysa tem retratação de apenas em torno de 10% do original da vida dela. (Vide a reportagem do crítico Lira Neto, escritor e jornalista da biografia de Maysa).

    Ele afirma: ” Não vi, por exemplo, refletidas na minissérie suas constantes autodestruições e reconstruções. Maysa chegou a perder todos os dentes. No meu livro há uma foto que a mostra irreconhecível.”

    E ainda: ” o roteiro [de Manoel Carlos, das novelas “Mulheres Apaixonadas” e “Páginas da Vida”] que é frouxo.”

    Portanto, afirmação infundada (apesar da produção da Globo nessa minisérie).

  4. win… não li o livro… portanto confio em vc… mas, a questão principal do post não é a minisserie, e sim, que a globo faz miniseries boas quando “da na telha”. Não disse que a produção foi perfeita, portando não desconsidero o fato de ter havido interferência do Monjardim, afinal ele é filho da mulher.

    • Win, Carlão e Henderson:

      Eu creio que entendi o que o Carlão quis dizer. De fato, ele elogiou a produção, a iniciativa, a semelhança entre as atrizes… Ele ainda diz que essas mini séries ajudam a contar (UM POUCO) a história do Brasil, o que é verdade.

      Me envergonho em dizer que não conhecia Maysa antes dessa história toda de série…

      PS: Ronaldo Bôscoli tem um currículo invejável, hein… Maysa, Elis, Nara, Rogéria.. (er.. essa última não, né?)

  5. Pessoal,

    Acrescentando um temperinho: Foi uma cantora sensacional? Foi. Inegável.
    Foi também promíscua, irresponsável, omissa, mãe ausente (foi mãe?) alcoolatra, leviana, dentre tantos outros atributos negativos.
    Da mesma forma que Tim Maia e Renato Russo, não gostava da Maysa. porém, sempre curti muito as músicas de todos. A profundidade das letras, a emoção, a dor que expressavam (especialmente ela), ao INTERPRETAR as conções. Não creio que eles sejam simples cantores, mas sim intérpretes.
    Porém, apenas pelo fato de ela ter cantado da forma que cantou, considerarmos que ela esteja redimida?
    Se analisarmos ante a perspectiva dela mesma, ela não deixou nenhum “débito”. Portanto, ela não precisou se redimir. Perante a sociedade, ou perante a nós… quem somos nós para exigir redenção de alguém.
    Portanto, não confundamos: artista e pessoa. Enquanto artista, ela foi sensacional. Já enquanto pessoa… pergunte ao filho dela (que mesmo com o perdão expresso no final… percebemos muito rancor ao longo da série.)

    Abraços,

  6. Carlão,

    Peço-te perdão!! (Rimou… sem contar, que ficou meio GAY)
    Não sabia que era você (na adição no Orkut.) Frank me explicou depois, deixando uma msg, mas ainda assim, a ficha só caiu depois.
    Desculpa aí!!
    Adiciona de novo!!

    Abraços

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