Sonhos

Ultimamente minha criatividade tem se manifestado no meio da madrugada, durante o sono. Meus sonhos estão cada dia mais complexos e, vocês verão a seguir, bizarros. A especialista em sonhos estranhos é minha amiga Anna Clara. Já fui até padrinho de casamento dançarino na fértil imaginação dela. Isso sem contar as roupas estapafúrdias (sim… eu usei estapafúrdio em um texto).

Parece que, como aprendiz, estou indo muito bem. Só nesse mês, foram três histórias com Montanha Russa. Em uma delas, definitivamente eu estava naquele brinquedo do Hopi Hari, a Montanha Russa no Escuro. Só que não era exatamente uma reprodução fidedigna do brinquedo. O que sonhei, na verdade se parecia com uma plataforma, na qual as cadeiras ficavam de lado para o caminho de metal, e não de frente. Por algum motivo, um cachorro resolveu invadir os trilhos. O vira-lata ficava circulando e passava embaixo dos carrinhos. Medo.

Nas outras vezes, foi um passeio comum. Não sei bem o que isso significa. A @vadaniel (a.k.a Vanessa, fiel leitora do blog) diz que deve ter alguma coisa a ver com subidas e descidas na minha vida. Algo está ocilando na minha caminhada rumo a vida eterna. Quando eu descobrir o que é, será prontamente corrigido. Ou não.

Mas não só de montanhas russas vive minha ruça rotina de sonhos. Dias atrás meu cérebro criou uma cena que está mais para pesadelo.  Estava na faculdade. Num dos corredores, vários alunos. Parecia ser um pocket show. Sim…. era um pocket show! Legal…. música na faculdade. mas, mas… o que é que isso? Vão cantar Roberto Carlos? Mas quem vai cantar Roberto Carlos? O próprio? Nãããããããooooo.. ele não!

Eu sonhei com Paulo Maluf cantando Roberto Carlos. Quisera eu que fosse brincadeira. Lembro que filmava o ocorrido. Não é todo dia que um político vai numa faculdade para cantar. O Suplicy gosta de testar suas cordas vocais (e os ouvidos dos colegas) no Senado, mas fora dele é novidade.
Lembro que filmei – no sonho – esse momento antológico. Sei lá onde eu estava com a cabeça pra deixar isso registrado, mas foi o que fiz. Pena que ainda não inventaram uma conexão WiFi ou Bluethooth entre sonho e realidade.

Mais recentemente, sonhei algo mais culto, mas não menos bizonho. Subi 40 andares de elevador (velha sina). Uma lenta e dramática subida. Ao abrir a porta, dou de cara com um jardim. Um belo jardim que tinha uma lago e uma ponte. Esse jardim, no 40º andar, tinha uma cachoeira. Peço que o leitor nem cogite a possibilidade de me perguntar de onde diabos vinha a água, porque não sei explicar. Só sei que essa casa tinha morador, e ele era Rolando Boldrin.

Claro que muito de vocês não fazem a menor idéia de quem é. Ele é cantor, ator, apresentador, diretor e um dos melhores declamadores de poesias que eu já vi. Catulo da Paixão Cearense (hora de googlar) na voz de Boldrin é de fazer chorar aqueles mais sensíveis.

Bom, voltando a sonho. A casa era dele bem grande e muito bem decorada. Eu parecia ter sido convidado para uma festa. Até o Luciano Huck estava lá. Todos bem vestidos. Não sei se era um casamento, ou baile ou um aniversário. Obviamente havia muitos desconhecidos e tenho certeza que eram dançarinos. Eu claro não dancei. Só filmei a festança. Quando é que vão inventar aquele negócio de transmissão de dados entre consciente e subconsciente mesmo?

Quando eu achava que estava com o texto pronto, meu cérebro resolveu gerar mais matéria prima na noite de Domingo pra Segunda. Lembro de estar numa espécie de competição. Os participantes estavam em fila, em cima de suas bicicletas. Eu era o primeiro. HAvia um circulo bem grande de pessoas em volta dele. Entrei na pista e fui pedalando devagar. O objetivo era passar bem perto da público e coletar moedas. Mas eu não poderia pegar! Você achou que seria fácil?

As pessoas me dariam as moedas, de acordo com a minha destreza, charme e simpatia. Sinceramente não lembro quanto foi o meu total, mas que eu ganhei uma moeda de 1 real, ah isso eu ganhei… Ao sair da pista, tentei fotografar o evento, mas a cãmera do meu celular acusava defeito. Ao tentar consertar, ela magicamente se transformou numa calculadora HP 12C. É… não faz sentido algum, mas foi o que aconteceu. O leitor deve concordar que, definitivamente, não é um bom presságio sonhar com a quebra da calculadora justamente no dia da prova bimestral… de Matemática.

A ultima coisa que me lembro é de mexer nos componentes da calculadora, tentando consertá-la.

O fato que é os sonhos são imprevisíveis e incontroláveis. Seria muito bom poder sonhar o que quisesse, como quisesse e por quanto tempo quisesse. Muito corinthiano já teria levantado aquela taça, muita mulher famosa seria mais rodada que carrossel com defeito e eu… ah… deixa pra lá. Quem sabe alguns sonhos não se tornam realidade?

6 pensamentos sobre “Sonhos

  1. Saiu, saiu, saiu ! HUSAHUAS

    Você não tem sonhos relativamente normais, com pessoas do seu cotidiano não ?! Sempre rola aquele famoso ?! HAHA, pelo que você contou o menos pior e menos estranho é o da montanha russa. A calculadora funcionou direitinho no dia seguinte ?! (sei lá, eu ficaria com medo)

    Seus sonhos são legais. Ah, quase esqueci, obrigada pela minha aparição em menos de 140 caracters.

    • HAHAHA… tenho que seguir a corrente. 140 caracteres…

      A calculadora funcionou perfeitamente. Espero que os resultados obtidos sejam os mesmos que o professor teve 😛
      As vezes rola sim sonhos com parentes, conhecidos. Acho que nunca sonhei com mortos…

  2. Pingback: Tweets that mention Sonhos « Ideia Fix -- Topsy.com

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