Despachos de Domingo

Há um tempo falei sobre a biblioteca aqui de Itatiba – a Chico Leme – e hoje volto a escrever somente para elogiar os funcionários que nela trabalham. Fui semana passada à procura do “O Chalaça”, livro de José Roberto Torero e não encontrei. Perguntei para a funcionária e ela fez a pesquisa tanto pelo nome do livro quanto pelo autor e não encontrou. Pois bem, uma semana depois ela  abordou meu pai (!) quando chegava lá na Chico Leme e disse que tinha encontrado o livro enquanto arrumava uma prateleira. É ou não é demais?

Eu não precisei perguntar duas vezes, nem pedir pra anotar. Eles simplesmente lembraram quem eu era, o que eu queria e reservaram o livro. Se fosse uma empresa privada, tinham fidelizado ao menos 4 clientes (minha família humana já que a cachora ainda não lê) e aumentado seu valor só com essa atitude. Como é um serviço público, me sinto na obrigação de elogiá-los, após tantas críticas que já fiz nesse mesmo espaço sobre como as coisas funcionam em Itatiba.

Itatiba está numa fase espetacular. Se não bastasse o Caio Carvalho estar firme, forte e ganhando provas no Aprendiz, ainda há o fato de que, nesta semana, uma matéria publicada no Jornal de Itatiba dava conta de que os pais da Miss Brasil 2010 Débora Lyra moram aqui na Terrinha. Dá um orgulho danado, né não?

Nunca compre a pimenta abaixo para um legítimo mexicano. Ele pode ter uma síncope:

#EuFotógrafo

A semana finalmente rendeu para assistir séries. Consegui ver o fim da 5a temporada de Grey’s Anatomy, com um resultado que eu já tinha lido em algum lugar, mas esquecido completamente. Seriado médico é assim: Se não é o paciente que morre, é o próprio clínico. Alguém tem que perecer…
Consegui me atualizar em Lost também. Achei que ainda faltavam 2 episódios para ver após o 16º, mas a verdade é que só falta o episódio final. Muita coisa já foi revelada, mas tem muito mais coisa a ser revelada. Será que vai dar tempo?

Não só de séries vive o homem, mas de toda a palavra que sai das páginas dos livros. A Escritura Sagrada não é bem essa, mas serve. Estou com uns 5 livros começados e aos poucos vou terminando, um por um, contrariando os prognósticos. O mais recente finalizado foi Fernão Capelo Gaivota. Defino a obra como uma “matrioska de metáforas”.

Quanto ao mais recente começados, este é “Terra Papagalli“, do José Roberto Torero em parceria com o Marcus Aurélio Pimenta. Em resumo, é a história do descobrimento do Brasil, contada por alguém que definitivamente NÃO está nos livros didáticos da 5a série. O Torero é um gênio e o livro só comprova essa genialidade.

Ainda me falta pegar mais firme “Olga” e “O Tempo e o Vento – O Retrato“, que estou com pena de finalizar. Histórias tão fascinantes como essas não deviam ter um fim.

Para o futuro, tenho dois exemplares já em vista: “O Chalaça” (que comentei acima) e “Senha: Coragem!” que conta a história do cidadão britânico que teve a audácia (ou sandice, sei lá) de, entre outras coisas, invadir Auschwitz.

Acrescentarei uma palavra muito espirituosa em meu vocabulário cotidiano, se eu lembrar, claro: momice. Deve ser alguma derivação de Momo. Sim… do Rei Momo.

Uma semana bastante agitada no blog:

Segunda: Entrevista com o americano Tim Sanders. Primeira Entrefix internacional.
Terça: Ocultismo na veia. Um pouco sobre Terça-feira (rá) Lobsang Rampa.
Quarta: Uma bomba. Artigo exclusivo e inédito sobre uma das histórias mais fantásticas que poderiam ter acontecido com o Brasil.
Quinta: Vou dar uma folga para vocês. Iso se não aparecer algo mais legal.

Não cheguei a me pronunciar sobre o incêndio no Butantan (ou Butantã, sei lá). Ainda não sabemos o que de fato ocorreu, mas a impressão é de que largaram um acervo valioso num local muito pouco seguro, como ficou provado. Se as cobras, escorpiões e aranhas tinham um valor histórico (e financeiro) elevado, não era mais óbvio manter num local com paredes corta chamas, sistemas de irrigação (tipo aqueles de shoppings) ou mesmo em um prédio reformado?

É possível restaurar construções antigas sem que a essência tradicional se perca. Podiam ter feito o mesmo lá. Ainda mais levando em consideração o artigo do Marcelo Coelho, em seu blog, que relata o contato do blogueiro com a revista oficial do Instituto, recebida poucas semanas antes da tragédia. A frase abaixo foi a que mais me impressionou, mas alerto que você deve ler o artigo completo – que é mais surpreendente – antes de tirar suas conclusões:

São 64 páginas em papel brilhante, algumas delas com artigos de divulgação científica, outras noticiando eventos do Instituto. Ainda que seja importante divulgar as atividades de lá, veio na hora, para mim, a impressão de que ali havia dinheiro sobrando.

Você pode achar o Faustão um dos apresentadores de televisão mais chatos atualmente. Apesar da competição grande, ele leva certa vantagem por apresentar um programa relativamente longo, no qual tem muita chance de falar besteira. Antigamente ele era muito mais divertido, assim como a Xuxa. Repare no vídeo abaixo. Minha parte preferida foi a expressão “confusão do peru”.

Liéser Touma é a maior revelação da propaganda brasileira. Ele e seu parceiro cujo-nome-não-consegui-encontrar Carlos Grillo protagonizam os comerciais da Elsys, receptor e antenas parabólicas. Algum diretor tem que olhar com mais carinho para eles e dar uma chance na Praça é Nossa. Eles merecem. Talento sendo disperdiçado…

3 pensamentos sobre “Despachos de Domingo

  1. O nome do meu parceiro do comercial da Elsys é Carlos Grillo.
    Agradeço muito pelos elogios!
    Fico muito feliz sabendo que existem pessoas que apreciam o nosso trabalho!
    É muito gratificante!
    Realmente, no Brasil, talento tem de sobra. O que faltam, são oportunidades!
    Grande Abraço!

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