Despachos de Domingo

Acredite ou não, mas dia 07 de julho esse blog comemora 03 anos no ar e, consequentemente, o inicio do 4º ano. Já tem texto especial preparado, header atualizado só esperando a data chegar e o principal: Falta muito pouco para que algo completamente inédito seja postado. Completamente inédito ao menos para a curta história desse blog. Acho que vocês vão gostar.

Hoje é dia 04 de julho, dia da Independência dos Estados Unidos da América. Nossos cumpanheiros yakees, desde 1775, já tinham gosto por guerras. Foi o tempero de muitos momentos decisivos da história daquele país. Através da guerra tornaram-se independentes, catapultaram como potência mundial e mesmo quando fria, a guerra consolidou o capitalismo.

Não é por acaso que filmes de guerra invariavelmente ganham Oscars.

A coluna de sábado do José Luiz Teixeira fala sobre as vezes que um vice-presidente assumiu definitivamente o país. Já que a Copa acabou (ao menos a esperança do hexa), é hora de mergulhar nas Eleições 2010.

Mas quero é destacar o discurso de renúncia (falso, obviamente) do vice de um tal de Marechal da Costa e Silva. Achei curioso o modo criativo, crítico e sagaz como foi retratado: “Nada fiz, nada deixo. Não me queixo. Pedro Aleixo“. Pense nisso.

Ontem tive a audácia de fritar um ovo (pra fazer um bife à cavalo). Achei estranho que, ao quebrá-lo, não houvesse gema (a parte amarela, caso você não saiba) na frigideira. Quando a coisa esquentou (fisicamente falando), acabou esquentando de verdade (metaforicamente falando). Uma série de 3 pequenas explosões transformaram minha cozinha num perigoso palco para um espetáculo pirotécnico, mas com óleo fervendo.

Terminando a parte assustadora, numa ousada manobra James-Bondística para desligar a chama, notei que qualquer vestígio de que um dia havia sido fritado um ovo naquela frigideira havia sumido. Explica essa Mister M.

O @hbariani estragou a brincadeira e pôs a culpa num ovo choco.

“Autobiografias são cinicamente apaixonantes” – Frank Toogood

A internet tem tanta coisa, mas TANTA coisa, que muita coisa boa acaba se perdendo ou não tendo o devido valor reconhecido. É o caso do site do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Fiquei particularmente encantado com o Arquivo Digitalizado do Última Hora, jornal de Samuel Wainer.

Boa aquela época em que os jornais eram declaradamente partidários. Essa falsa impressão de isenção e independência proclamada por todos os veículos mais atrapalha do que ajuda. Camuflar os reais interesses é mais nojento do que escancarar o apoio ou o repúdio a esse ou aquele político.

Wainer era declaradamente Vargas.

E a Veja? Declaradamente contra o Partido dos Trabalhadores ou ainda há algum suspiro de da mitificada imparcialidade?

Adoro os loucos. São as únicas gentes interessantes que há no mundo” – Marquesa de Rabicó

Do professor ao aluno: Pessoal, não podemos derramar óleo de fritura usado na pia. É extremamente prejudicial ao meio ambiente… contamina as águas dos rios, que no fim, são captadas para beber.

Do aluno ao professor: Então não pode professô? Não pode jogá na pia?

Do professor ao aluno: Não! Claro que não!

Do aluno ao professor: Mas… mas… e no ralo? No ralo pode?

Da classe para o aluno: Nóóóóóóósssssss… putaquepariu, não ouvi essa!

#Facepalm coletivo

Há uma semana (ou um pouco mais, não me recordo ao certo), o SBT Repórter fez uma programa especial na Polônia. Mostraram uma gigante mina de sal (mina de sal?), a arquitetura cravejada de balas e o tratamento médicos que atletas recebem: Passam por uma câmara que resfria a temperatura a -80ºC e outra que vai a -120ºC, se não me falha a memória. E você achando que já tinha passado frio, hein?

E, claro, o mais impressionante é a visita ao campo de concentração de judeus transformado em museu. Mostraram as famosas câmaras de gás, que esquecendo o aspecto cruel, era um mecanismo MUITO engenhoso e limpo para exterminar vidas.

Acho que falta esse tipo de reportagem na televisão brasileira. Cansei de Globo Repórter com araras voando, ursinhos pouco amigos comendo peixes ou mesmo alimentos que curam a diabetes. Falta valorizar mais as pessoas e as ricas histórias que elas proporcionam. Estão desperdiçando recursos em algo que não agrega NADA ao telespectador.

Os vídeos abaixo não são do SBT Repórter, mas mostram o Auschwitz Museum em primeira pessoa. É como se fosse você lá dentro. E desculpe a música piegas… não fui eu quem fez o vídeo, infelizmente. Garanto que mais pro fim melhora

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