Publicado por: Toogood | Domingo, 15 Novembro 2009

Despachos de Domingo

Sexta feira passada caiu dia 13. Sabe o que isso significa? Absolutamente nada. Todo mundo diz que esse dia dá azar, mas é uma tremenda bobagem. Acreditar nessas coisas é superstição. Você bate na madeira? Dá tapinha na boca quando fala besteira? Fica preocupado quando quebra espelho? Evita passar embaixo de escadas? Não varre o pé de outrém porque se varrer o fulano não vai casar? Joga sal por cima do ombro (esquerdo)? Entra em qualquer lugar sempre com o pé direito primeiro? Se você respondeu sim para todas ou para a maior parte das questões… cuidado:

Está na hora de você se benzer…

  • Semana passada realizou-se a II Parada Gay Itatibense. Segundo o Jornal de Itatiba, foram 4 mil pessoas que caminharam do Marcadão até o Parque da Juventude;
  • É sempre bom para uma cidade contar com eventos culturais e quanto mais diferentes entre si forem, melhor. Não adiantar ter só shows ou feiras científicas;
  • Só me incomodou o fato de, no trio elétrico, constar uma faixa gigante fazendo PROPAGANDA ELEITORAL antecipada do Chinelo, líder sindical e tradicional candidato a deputado por Itatiba;
  • Dá ou não dá orgulho viver numa cidade na qual o Chinelo queira nos representar?
  • Esse tipo de evento deveria ser apartidário, por mais apoio que receba desse ou daquele partido. Logo da Prefeitura tudo bem, mas de candidato, é duto de engolir.
  • Pesquisando no Twitter, descobri que duas “otoridades” itatibenses tem perfil lá: O Presidente da Câmara, David Bueno e o Prefeito de Itatiba, João Fattori;
  • David Bueno não tem twitts com algo que se possa chamar de conteúdo rico e sagaz. A maioria diz respieto a como foi boa a sessão na Câmara e algumas exortações oa Palmeiras. Mas ele melhora;
  • Já o Prefeito de Itatiba, pelo que se pode notar, divide com a assessoria a responsabilidade de tocar o perfil – criado a menos de 1 semana. Quando comecei a segui-lo, indaguei sobre a interatividade. A resposta foi: “O prefeito gosta de intragir, estar sempre próximo e ouvir acomunidade. Obrigado pela participação”. Não sei vocês, mas achei bem pouco autoral;
  • Retruquei perguntando: “Só uma dúvida. É o Prefeito mesmo que responde ou tem dedo da assessoria? Não pareceu um twitt muito pessoal.“;
  • A resposta foi quase imediata, mas com sutis diferenças. Em vez de colocar um @, significando que a mensagem foi endereçada a mim, o twitt foi geral e com as seguintes palavras: “Sou eu, João Fattori, no gabinete, 12ho6“;
  • Então tá… mas quanto mais pessoal for o Twitter, tanto melhor, certo Prefeito?
  • O Apagão foi bastante útil. Mostrou que nós não perdemos NUNCA a piada e que se o Hugo Chavez quiser, é só bombardear Itaipu que deixa o país bastante vulnerável.
  • Perguntar não ofende: Adianta comprar avião moderno, se “um raio” deixa grande parte do país às escuras?
  • Perguntar não ofende (2): Vão mesmo culpar a Natureza pelo apagão?
  • Pelos meus cálculos, só restam 5 minutos de fama para Geisy Arruda. Ainda dá para ela posar para alguma revista masculina. Vejamos: Já foi no Fantástico, no Domingo Espetacular e sa Luciana Gimenez. Foi na Sônia Abrão também?
  • Morreu Mara Manzan. Não vou ficar comovido. Todo mundo lamenta, mas na hora de homenagear queme está vivo, nada.
  • Cadê o devido reconhecimento a todos os humoristas, atores, diretores, jogadores bem velhinhos? Aproveitem que ainda estão vivos, caramba!
  • Segunda-feira foi aniversário de Marcelo Tas. 50 anos sem nenhum fio de cabelo branco na cabeça.
  • Tas é hoje o que o Serginho Groisman era ha 10 anos. Sempre que se fala em juventude politizada, consciente, atrevida, fala-se em Marcelo Tas.
  • É interessante como o CQC abriu esse caminho. Antes, Tas era apenas um palestrante que entendia de política e mídias alternativas. Hoje ele além de palestrante, entendido de política e mídias alternativas, é também garoto propaganda de universidades, ídolo de muitos jovens e espelho para futuros jornalistas.
  • Imagine só se a Cultura (ou a própria Band) resolve reprisar todas as entrevistas de um tal de Ernesto Varela?

 

Publicado por: Toogood | Sexta-Feira, 13 Novembro 2009

Sustentabilização também é política

Sustentabilidade é um termo tão amplo quanto “amor”. Ok, não sejamos exagerados, mas a palavra tem um sentido muito maior do que uma lida a primeira vista sugere. É quase instantâneo pensar em alternativas para preservar o meio ambiente. E apenas nisso. A reciclagem, sem dúvidas, dispara no quesito Top of Mind.

O que poucos sabem ou não tiveram tempo para refletir é que a política tem papel fundamental no processo de sustentabilização de um bairro, cidade, país ou mesmo planetas habitáveis. Vamos tomar por exemplo o Planeta Terra. É só um exemplo, ok? Aumentaremos o foco e voltaremos nossas atenções para uma cidade pequena, como São Paulo. Em 22 de janeiro de 2008 foi publicada no Diário Oficial a lei que obriga as novas construções da cidade a contarem com aquecedores solar de água. A lei vale para hotéis, edificios residenciais de 4 banheiros ou mais (para que tanto banheiro, meu Deus?), qualquer construção nova ou antiga que deseje possuir uma psicna aquecida e, claro, Conjuntos Habitacionais Populares (a famosa Cohab).

Esses prédios populares são os mesmos que são sorteados em cerimônia pública, na qual sempre há uma tia que ganha e dá um beijo no Vereador/Prefeito/Governador. Se a platéia do Gugu estivesse presente, certamente gritaria em uníssino “Ela merece! Ela merece! Ela merece!

Considerando que essas pessoas não são abastadas o suficiente para comprar um imóvel, é de se supor que quanto menos Energia Elétrica gastar, melhor. Daí a importância da Lei. Além de colaborar com a Natureza, aproveitando toda a força do raios fornecidos pelo Astro-Rei, os mais humildes podem ter uma agradável surpresa no fim do mês.

placas_solares_prédio

Além disso, porque não estender à cemitérios e universidades públicas?

Não sei dizer se a lei está sendo cumprida. Cá entre nós, não seria nenhuma surpresa notar que estão burlando mais essa iniciativa. O que nos leva à segunda obrigação da política com a sustentabilidade: fiscalização.

Tudo muito bem, tudo muito bonito. Lei no papel timbrado, assinatura impecável, propaganda feita, selo de político sustentável alcançado. E é aqui que a propaganda eleitoral deixa de ser a da televisão e NÃO se transforma na que gostaríamos de ver aplicada nas ruas. Quem garante que todas as construções abraçadas pela Lei estão sendo efetivamente eregidas (mas que bela palavra, hein?) com as placas solares? A Secretaria de Obras está mesmo validando projetos que contenham o equipamento ou está deixando passar qualquer um? É notório que um aquecedor de água que utiliza os raios solares encarece significativamente a construção. Pode não ser bom negócio para as grandes construtoras e aí nós sabemos como funciona… rola um por baixo do pano, uma mão lava a outra e pimba. Prédios sem Energia Solar. Adiantou sancionar lei?

Adiantar, adiantou. Falta agora o terceiro compromisso da política com a sustentabilidade: politicar. O verbo aqui é usado no sentido de balancear, trabalhar com idéias, mas, principalmente, com interesses bem diferentes. No caso, construtoras superpoderosas versus orçamento das construções. A política é o meio e instrumento pelo qual hão de se convencer a todos que a sustentabilidade é de fato sustentável. Se dão incentivos fiscais para empresas que resolvem espirrar em determinado município em vez de espirrar no outro, por que não baixar o custo desses aquecedores? E as empresas que fabricam, vão ganhar menos? Dá-se mais incentivo. E o Governo, não ganha nada? Ganha… ganha cortando gastos supérfulos e investindo no bem estar da população. Mas o osso é gostoso e difícil de ser largado, não é nobres Deputados e Senadores?

Mas de quanto é esse incentivo tio Frank? Eu, infelizmente sou blogueiro e não dono de cabine de pedágio ou político (duas profissões que dão bastante lucro atualmente). Isso é lá com os engravatados elegidos por nós (2010 tem eleição, hein!). Mas a solução, ou pelo menos parte dela é essa.

Recaptulando. No texto de hoje você viu que a política é tão importante para sustentabilidade quanto o arroz é para o feijão (seja ele com linguiça ou folha de louro). Viu também que o Governo deve Legislar, Fiscalizar e Politicar em prol da Sustentabilidade.

Texto especilamente elaborado para a EcoBlogs, que procura um novo colaborador. Espero que eles tenham encontrado ao ler esse texto :D .
A EcoBlogs reúne 5 blogueiros dispostos a falar sobre ecologia de uma forma dinâmica e diferente. Vale uma visitinha.

Publicado por: Toogood | Quinta-feira, 12 Novembro 2009

Onde você estava?

Uma das perguntas clichês ouvidas ontem foi o “Onde você estava na hora do apagão?“. Infelizmente nenhum ser dotado de senso de humor e cara de pau equivalentes respondeu cagando e andando para não formar monte grande, mas é a vida… Eu me recuso a escrever sobre o incidente (classificado como Cotidiano, rárárá), principalmente porque o pânico coletivo foi exagerado. 70% dos entrevistados disseram que estavam com medo. Medo do quê, caramba? Só acabou a luz! Não vou deixar de aproveitar a oportunidade, no entanto, para adubar a pergunta acima. Não quero saber onde você estava na hora do apagão. Minha curiosidade é saber onde você estava quando aconteceram alguns eventos minimamemnte significativos, para mim, claro.

Na final da Copa de 98 eu estava na casa da minha tia. A expectativa era grande. Talvez tão grande quanto a decepção no final. O jogo começou e todos estávamos como aquele emoticon sorridente [:D] e terminou com o emoticon da desgraça [:(]. O interessante é que teve gente nas redondezas que não estava muito preocupado com o jogo. A França estava ganhando. E daí? O importante era soltar rojão, o que só me deixava mais fulo. Não tinha lá muita idade, mas o suficiente para saber que aquele NÃO era o momento de comemorar alguma coisa.

Durante o sequestro de aviões nos Estados Unidos da América (ok,ok… 11 de Setembro), eu estava dormindo. Sorte (?) que acordei a tempo de assistir o segundo choque, contra a outra Torre. De fato, pensava-se que era apenas um acidente bem trágico. Após a segunda colisão, apenas a idéia do trágico manteve-se e o acidente foi jogado no limbo no esquecimento. Aquilo era um ataque terrorista OU uma reunião de pilotos bebados e desastrados, não necessariamente nessa ordem. O almoço daquele dia não desceu bem. O arroz com salchicha não pareceu tão saboroso, muito em função da trilha sonora caótica do Carlos Nascimento. Um Jornal Nacional nunca foi tão esperado aqui em casa. Na escola não se falava em outra coisa: o jogo do Curintchia no dia seguinte. É ué… vocês esperavam o que de garotos da 5a série? Discutir política internacional entre uma partida de pebolim e outra?

No final da Cipa de 2002 estava em casa. Naquele jogo QUASE saiu a primeira gota de lágrima que derramei em um relez jogo de futebol. Foi por pouco. Em 94 o Brasil tinha sido campeão, mas eu estava mais preocupado em fazer meu super possante de 10 centímetros terminar as 300 milhas da sala de estar em menos de 1 minuto e 03 segundos.
Eu vi Ronaldo marcar o primeiro gol e corri para a varanda do apartamento. Pessoas correndo pela rua, buzinando nos carros, nas sacadas… Acho que vi o porteiro colocando uma bandeira do Brasil para fora. Quando o jogo acabou – e lembremos que era um Domingo – fui propositalmente à pé para a casa da minha avó. O caminho foi inesquecível. Nunca vi a Avenida Jabaquara tão cheia de malucos bêbados ou simplesmente muito alegres pulando, gritando, correndo, deitando na frente dos carros. Meu olhos tentavam registrar tudo o que viam. Meus ouvidos tentanvam identificar o que as pessoas falavam entre uma cornetada e vários rojões. Pior que carnaval.

No dia do rebaixamento do Corinthians para a Série B estava num churrasco na casa da Anna, minha amiga. Eu e o Caio, amigo corinthiano, mal conseguíamos segurar a ansiedade empra ver o jogo. Sentamos no sofá as 16 horas. Pouco antes do jogo começar, algo em torno de 5 pessoas tambem vieram assistir o jogo. Eram São-Paulinos. TODOS OS 5. 1 minuto de jogo e… gol do Grêmio. Festa tricolor. Pasmo desespero surdo e mudo. O Corinthians ainda conseguiu empatar, mas não adiantava nada. Passamos o jogo inteiro ouvindo provocações alheias, gozações, piadinhas. Um inferno.
Ao final da peleja, abandonei minha posição de joelhos ao chão e preces ao céu e fui deitar no gramado ainda sem acreditar. O Caio ficou sentado no sofá, olhando o Faustão. Tenho certeza que ele nem estava ouvindo o que o ex-gordinho estava falando. Consegui vê-lo levantando e andando desolado pelo gramado. Uma cena lamentável… Nós dois não tínhamos palavras para consolar um ao outro. Abríamos os braços em sinal de paciência. Mal sabíamos que 2 anos depois seríamos campeões da Copa do Brasil e do Paulistão, além de contar com Ronaldo.

Você se lembra onde estava, com quem estava e o que estava fazendo na morte de Ayrton Senna? Nos eventos descirtos acima (modifiquem Corinthians e rebaixamento da forma que melhor se adaptar ao seu caso), como foi sua reação? E naquelas situações que eu não lembrei? Se tiver algum evento legal nos comentários, eu faço um edit no post contando minha versão.

Publicado por: Toogood | Segunda-feira, 9 Novembro 2009

Salvei a Levi’s de um prejuízo

levis

Fato que, apesar de blogueiro, sou uma boa pessoa. Já ajudei velhinhos a levar seu carrinho de cocada dentro de um ônibus, já busquei bolas no meio da rua para bacuris pernas de pau, devolvi troco errado na padaria… resumindo, vou pro céu.

Nesse Domingo, mais uma vez fui testado e digo que passei com louvor. Dessa vez minha infinita bondade contemplou os capitalistas da loja de roupas Levi’s. Na verdade, os grandes beneficiados foram os pobres vendedores, já que, historicamente, a corda sempre estoura do lado que está voltado para o precipício.

Estava eu, alarmado com os preços contidos nas roupas. Não consigo me ver gastando os valores lá praticados para comprar roupas idênticas pela metade do preço. Não vejo como uma questão de pão-durismo, ou qualquer eufemismo para querer gastar pouco. É questão de princípios. Por que pagarei um 25 reais por um corte de cabelo quando posso ter um cote igual na barbearia do seu Alcindo por R$ 8,00? Status? Aqui não doutor…

Além dos preços, me impressionavam algumas camisetas, com letras garrafais gravadas no peito – LEVI’S MENWEAR – , e que tomavam 80% do pano. Até nas mangas há propaganda  Você paga pela camiseta e sai andando pelas ruas, transformando-se num outdoor que fala, come e gera outdoorzinhos… São piores do que a colcha de retalhos que se transformou a camisa do Corinthians.

Andando pela loja, notei umas latinhas expostas, muito bem pintadas. A frente, algumas blusas femininas bastante coloridas. Eram de bom gosto. Fui olhar o preço. Quase não acreditei. Guess, cara leitora. 100 reais? 200 reis? 1.500 reais? Nada disso. A etiqueta apontava para o insultante valor de… R$1,99. É isso mesmo. Mísero 1 real e noventa e nove centavos.

Quando a esmola é muita, o santo agradece. Mas aquilo já era demais. Era simplesmente inadimissível ver um preço tão abusadamente barato. Procurei pelo número de prestações. Seria muito espirituoso colocar um 100 X de 1,99. Mas não… era só aquele pedacinho de papel, com o pigmento negro formando os números.

Era óbvio que se tratava de um engano. Agora, uma pausa para o que diz a lei: Se um produto tem 2 preços de venda, a loja é obrigada a cobrar do consumidor o menor preço. No caso das blusas, o preço real era 99 reais. Eu teria uma economia de R$ 97,01. Obviamente eu não levaria apenas 1 blusa, mas sim todas 10 que estavam em exposição, COM O MESMO PREÇO. Eu juro que é verdade. A Levi’s estava vendendo – ainda que de forma ignorada pelos vendedores – ao menos 10 peças por 1,99. Fazendo rapidamente as contas, teria uma economia de 970 reais. NOVECENTOS E SETENTA e amparado pela lei!

Agora o atento leitor deve voltar às primeiras linhas desse manuscrito (ou seria uma tecladoscrito?) virtual. Mesmo com a possibilidade de economizar quase mil reais e presentear amigas (fazendo uma média Winner), continuei sendo uma boa pessoa. Não peguei as blusas. Ao contrário. Avisei os vendedores. Foi extremamente engraçado ver o desespero da vendedora gritando pro parceiro dela: “Recolhe! Recolhe! Recolhe tudo!” *gesto característicos com os braços*

O cara com o cargo e o salário menor que o da vendedora saiu correndo da seção de calças e começou a catar todas as blusinhas da mesinha (nem era uma plateleira, para vocês verem) que eu havia apontado. Com as peças nos ombros, ele foi conferindo todas as etiquetas e sua face se transformou num mudo e indescritível **TAQUEOPARIU VAI TOMAR NO ** FILHO DA **TA… Se há uma sentimento que conseguimos perceber de longe, é o de mais absoluto cagaço que o vendedor estava sentindo naquele momento. Fazia sentido, já que se as peças fossem levadas ao caixa por mim ou pior, por um advogado, alguém pagaria pela diferença. Aposto meus pulsos que não seria o dono da loja.

A vendedora tentava justificar, colocando a culpa no negligente repositor que largou a etiquetadora jogada e blablabla. Segundo ela, com certeza não foi ninguém da loja… Agora… se foi cliente, porque ele mesmo não levou a roupa? A moça do caixa disse que tinha vendido uma blusa daquelas, mas pelo preço correto… estranho. Melhor abrir uma CPI naquela loja.

Eu não saí de mãos abandando, caso você esteja se perguntando. A loja foi muito gentil em me seder, após eu tê-la salvado de um prejuízo (e um fail) épico, um exemplar exclusivo do… pingente de celular.

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Negocião, hein!

Publicado por: Toogood | Domingo, 8 Novembro 2009

Despachos de Domingo

Domenica matina. Despachos de Domigo estão no ar, bambino. Hoje o sotaque dessa introdução é italiano, capice? Toootti! Zambrotta! Ahhhh Itália! É vero… entrei na campanha Vanucci & Vanusa Rio 2016. Como funciona? É simples ragazzo mio: É só torcer para Fernando Vanucci fazer o discurso de abertura dos Jogos Olímpicos e a Vanusa cantar o Hino Nacional versão melhorada. Risonha e límpida.

  • Durante essa semana, pude testar 2 novas inovações da empresa mais megalomaníaca que existe (a Google): O chamado novo Orkut e a ferramenta da nova era: Google Wave
  • O Novo Orkut nada mais é que uma repaginada com algumas pinceladas diferentes. Falei sobre ele mais detalhadamente nesse post
  • Já o Google Wave resumi como um email integrado a um MSN, só que com mais funções
  • Você consegue mandar recados (scraps) ou mesmo e-mails mais profissionais para uma ou mais pessoas simultaneamente (desde que elas tenham acesso ao Wave). Ainda agrega a função de provedor de mensagens mais do que instantâneas.
  • O que me surpreendeu no Wave é a possibilidade de ver a pessoa digitando – letra por letra – suas correções, pausas… Real time win.
  • Além disso, é possível integrar o serviços do Google Maps, traçando rotas (ideal para quando você quer mostrar a alguém o caminho mais curto para aquele inferninho, digo, aquela baladinha.)
  • E, é claro, é possível agregar o Twitter.
  • Parece ser uma ferramenta muito boa, agradável de usar e bastante prática, contudo, ainda é cidade fantasma. Muitos, que não são muitos, ainda não tem a real noção de todas as funções. Falta interação e mais usuários dispostos a compartilhar informações. Conheci até uns indianos, Congo Bros (tenho medo da definição de Congo Bro), fascinados por Sodoku (eu disse Sodoku, ok?)
  • Senti falta também da possibilidade de utilizar WebCam. Seria muito promissor poder fazer videoconferências.
  • Ou eu talvez ainda não tenha apertado o botão correto.
  • Agradeço novamente o Thiago (que deve trabalhar no Google, não é possível), pela possibiliade de experimentar o Wave.
  • Continuarei fazendo os testes e pretendo postar algo mais detalhado em breve…
  • Esqueci de me posicionar sobre o caso Uniban. Na minha opinião, a palavra que define isso é exagero. O vestido era exageradamente curto, a bagunça foi exageradamente oportunista. A mídia deu atenção ao caso de maneira exagerada. Jogado aos pés da audiência, foi uma cobertura exagerada.
  • Não precisava um vestido tão curto. Entendo que seja o estilo da garota, mas se muitos universitários não tem juízo para administrar suas próprias carreiras acadêmicas – já vi criatura entrar bebaço em sala de aula e dar vexame -  o que dirá controlar os impulsos que um par de pernas nuas causa. E não tenho dúvidas que ela sabia disso. Segundo a Uniban, ela fez um trajeto mais longo do que o habitual para voltar à sala de aula.
  • Já os estudantes fizeram o esperado. Mataram aula epicamente. Isso é que é trabalho de equipe.
  • O diploma é detalhe. O futuro de suas profissões também…
  • Agora a aluna foi expulsa, o que corrobora meu raciocínio. Exagero por parte da Universidade. Há outras maneiras de contornar a situação. Um diálogo sobre bom senso resolveria.
  • Aliás… bom senso foi o que faltou, em exagero, nesse caso.
  • Você sabe que está em Itatiba quando ajuda o tio da cocada a subir e segurar o carrinho de doces dentro do ônibus.
  • O tiozinho, aliás, falava mais enrolado que o Pato Donald irritado, contudo, consegui entender que ele ia vender as cocadas na porta do sumitério (sic)
  • Claro, era 2 de novembro e o cemitério estava lotado de pessoas… vivas.
  • Aliás… parece loucura e coisas góticas, mas visitar um cemitério de cidade do interior, de dia, é uma experiência bacana.
  • É possível ver, bem claramente, a divisão entre famílias tradicionais e famílias sem nome importante…
  • PS: Quantos link, hein?
Publicado por: Carlão | Sábado, 7 Novembro 2009

E o Vascão voltou!

A nau vascaina saiu da tormenta da Série B.

Tormenta, essa que o clube de São Januário transformou em águas tranquilas com seu futebol, que por vezes não foi brilhante, mas foi eficiante.

Os torcedores foram seus marujos devotos que não deixaram o barco afundar mais e reergueram a Turma da Furzaca à Série A.

Parabéns Vascão!!     

www.twitter.com/carlaojr

Publicado por: Carlão | Sexta-Feira, 6 Novembro 2009

Opinix: Ana Carolina

Hoje falo da nova MPB e de uma de suas maiores estrelas: Ana Carolina.

Nascida em 9/9/1974 em Juiz de Fora/MG, a cantora empresta sua voz potente tanto ao seu lado romântico quanto ao seu lado polêmico.  Começou tocando em bares de sua cidade natal até 1998, quando fez um show no Rio de Janeiro e na platéia estava Luciana de Moraes(filha do poeta Vinicius de Moraes, a partir desse encontro, Ana explodiu no meio músical.

Ai vieram sucessos como “Garganta”, “Quem de Nós dois” e a polêmica “Eu Comi a Madonna”.

A cantora também brilha, em regravações de músicas como “Beatriz” de Chico Buarque e Edu Lobo e “Tudo Bem” de Lulu Santos. O seu lado compositora também começa a ganhar destaque com canções como “Eu que não sei quase nada do mar”, parceria sua com Jorge Vercilo que recentemente foi gravada por Maria Bethânia.

Ana é assim.. polêmica, autêntica e divertida sempre com sua voz que enchem os ouvidos e todo Brasil com música de qualidade.

Discografia

 Ana Carolina (1999) BMG CD

Ana Rita Joana Iracema e Carolina (2001) BMG Brasil CD

Estampado (2003) BMG CD, DVD

Ana e Jorge (2005) Sony BMG DVD

Dois Quartos (2006) Sony-BMG CD duplo

Nove (2009) Sony-BMG CD (trabalho atual em que se destaca a canção Entreolhares Dueto com o americano John Legend)

   Site Oficial: http://anacarolina.uol.com.br/

Criticas dúvidas ou sugestões? Mande um e-mail para opinix@yahoo.com.br

Meu Twitter: www.twitter.com/carlaojr

Publicado por: Toogood | Terça-feira, 3 Novembro 2009

Em defesa da mala branca

Mala Preta: Expressão boleira para definir o ato de dar dinheiro para que uma equipe faça o necessário para perder um jogo. O exemplo mais clásico é a mala preta dada pela Argentina para que a equipe do Peru, na Copa de 78, perdesse o jogo contra…. a Argentina! Resultado? Hermanos, classificados, 5X1 Peruanose brasileiros, eliminados invictos.
Mala Branca:
Expressão boleira para definir o ato de investir dinheiro para que uma equipe ganhe um jogo. Um exemplo recente foi o dos jogadors do Grêmio Barueri que afirmaram ter recebido um inentivo em reais para ganhar do Flamengo.

Após as considerações acima, começarei esse texto fazendo uma afirmação que pode não agradar aos leitores desse blog. Procurarei explicar ao longo dessas mal traçadas linhas o meu raciocínio. Não vejo problema algum em times pagarem mala branca para seus adversários. Para mim, é um recurso limpo, que não prejudica a honestidade do resultado da partida, ao contrário da mala preta.

Pensemos a nível executivo. Uma empresa – chamaremos de empresa A – depende dos resultados de outra empresa a qual chamaremos de empresa B – para obter sucesso e ter seus investimentos revertidos em lucro. Porém, a empresa B não teve um ano muito bom, alguns de seus funcionários mais importantes transferiram-se para outras empresas, alguns sofreram acidentes de trabalho e outros não tiveram o rendimento esperado. Enfim… a Empresa B vai falhar.

O diretor da Empresa A, que está com as contas em ordem, sabe dessa situação e resolve interferir, dando um incentivo para que os funcionários da Empresa B atinjam as metas traçadas. Com o objetivo atingido, todos ficam felizes, exceto o conglomerado Empresa C, que perdeu a concorrência para a Empresa A e agora chora o leite que derramou e sujou o chão limpinho que Dona Ludilene acbou de deixar nos trinques.

Entenderam o exemplo? Se a empresa B não cumpre o objetivo, o incentivo dado pela Empresa A seria completamente inútil. No fim das contas, eles só ganharam a bufunfa extra porque mereceram. Sim.. as vozes do além já gritam desesperadas na minha orelha: “Mas eles são pagos pra isso!”. Sim… eles são pagos para isso. A grana é só a materialização da torcida. Nada mais que isso.

Transportando para o mundo da bola, temos a mesmíssima situação. Os clubes interagem entre si de diversas formas: Emprestando seu centro de treinamento para equipes que vem de cidades distantes ( para enfrentar o adversário rival, claro), provocando nas entrevistas coletivas, combinando o preço dos ingressos e a respectiva divisão da renda e, no caso da mala branca, garantindo um Natal mais gordo para um goleiro, um atacante…

Agora vamos ao outro lado. Quem é contra a mala branca também argumenta. Selecionei as plavras de Vitor Birner, jornalista muito sensato (e que nunca havia sido citado nesse blog, veja só).

Não há espécie alguma de armação, entrega de jogo, manipulação de resultados…Tal qual me disse um personagem do futebol: “é como se fosse o bicho, mas pago por outro interessado”. Sou contra a “mala branca”. Contudo discordo de quem vê um crime na oferta ou aceitação dela. Acho imoral, antiético aceitá-la. O atleta não deveria pegar a grana. Não é certo correr mais em troca dela. O profissional chegou no acordo com seu patrão, acertou salário, e isso basta para que ele faça das tripas coração pelos bons resultados.

Até concordo com o Birner. O cidadão aceitou ganhar um salário X e é por X que ele tem que suar. Mas ele vai ter que entrar em campo de qualquer jeito, vai receber porrada na canela de qualquer jeito, via ouvir xingamento na orelha, dedada bem no meio do… ah, bem, vocês sabem (é.. isso ocorre naquele pagode na grande área).Se vai ser assim, ganhar um algo a mais depois só faz bem. Se a equipe perder o jogo, nada acontece.

Birner continua, dizendo que a mala branca é um doping financeiro. Discordo nesse ponto. O jogador pode até entrar em campo mais esperto, mas isso não traz nenhuma garantia ou vantagem para que o atleta seja superior aos outros. Prefiro chamar de placebo financeiro.

O texto completo sobre mala branca no futebol vocês encontram no Blog do Birner. Mais do que recomendado por esse blogueiro fã do jornalismo responsável. E de alguns irresponsável também, não é Kajuru?

A questão chave é discutir a ética envolvida nessas transações. Que os leitores não se assustem, mas, ao contrário do Birner e de muitos jornalistas e torcedores, não considero antiético receber o mimo. Antietico, talvez, seja negar que recebe. Já que é pra fazer, vamos mudar a atitude, ter mais coragem e admitir que pagamos e recebemos o incentivo, que, vale repetir, não é ilegal. Val Baiano está de parabéns. Postura corretíssima a meu ver. Mas, é claro, aqueles que defendem esconder a atitude para baixo do tapete preferem punir o jogador.

Veja o diálogo entre o referido atacante do Barueri e os repórteres maldosos e insensíveis (rá), durante entrevista. Val Baiano se enrola e se contradiz, mas passa um recado bem claro:

Val Baiano: Depois disso tudo, o jeito é não aceitar, falar que não quero. Pois se você aceita algo bom para fazer o seu trabalho, dizem que você é desonesto. Nunca vi isso! Se vier de qualquer equipe, claro que vamos aceitar.

Repórter: Afinal, Val Baiano, você aceitará ou não novas premiações?

Val Baiano: Aceitamos, sim! Não estamos recebendo nada para perder. Agora, independentemente de qualquer gratificação, vamos entrar em campo sempre para ganhar.

O Código Brasileiro de Justiça Desportiva , na parte que cabe à Corrupção, Concusão ou Prevaricação (?) diz o seguinte:

Art. 237. Dar ou prometer vantagem indevida a quem exerça cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou Órgão da Justiça Desportiva, para que pratique, omita ou retarde ato de ofício ou, ainda, para que o faça contra disposição expressa de norma desportiva.
PENA: suspensão de 2 (dois) a 4 (quatro) anos e eliminação na reincidência.

Art. 238. Receber ou solicitar, para si ou para outrem, vantagem indevida em razão de cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou Órgão da Justiça Desportiva, para praticar, omitir ou retardar ato de ofício, ou, ainda, para faze-lo contra disposição expressa de norma desportiva.
PENA: suspensão de 2 (dois) a 4 (quatro) anos e eliminação na reincidência.

Para variar, a regra não é clara. Nesse caso, qual é o ato de ofício? Jogar bola? Mandar a pelota balançar o capim no fundo do gol? Se for isso, o jogador não pratica nenhum ato indevido. O jogador que recebe a mala branca também não pratica o ludopédio contra disposição expressa da norma desportiva. Muito pelo contrário.

Espero ter deixado bem clara a minha posição sobre o assunto. Debates são muito bem vindos. Prometo que responderei a todos da melhor maneira possível. Um dos meus grandes defeitos é não perceber quando estou errado, defendendo meu ponto de vista até que alguem me convença, as vezes tardiamente, que estou soltando abobrinhas pela guela.

SOU SIM A FAVOR DA MALA BRANCA. E você?

Publicado por: Carlão | Segunda-feira, 2 Novembro 2009

F1 2009: GP Abu Dhabi

E o circo da F1 chegou ao seu final em 2009.

E não foi exatamente em uma corrida, mas sim, em uma  procissão. O circuito é muito bonito, mas para correr, a história é outra.

Ele é travado, até parece uma via normal, e não um circuito de F1.

Além disso, o Hamilton só não ganhou a prova de ponta a ponta porque teve problemas de freio e teve que abandonar a “corrida”.

Com tudo isso, Vettel ganhou o GP e levou o vice-campeonato para casa, deixando Rubinho chupando o dedo em dose dupla.

Veja a classificação da corrida:

1. Sebastian Vettel – Red Bull, 1h34: 03,314
2. Mark Webber – Red Bull, + 17,857
3. Jenson Button – BrawnGP, + 18,467
4. Rubens Barrichello – BrawnGP, + 22,735
5. Nick Heidfeld – BMW, + 26,253
6. Kamui Kobayashi – Toyota, + 28,343
7. Jarno Trulli – Toyota, + 34,366
8. Sebastien Buemi – Toro Rosso, + 41,294
9. Nico Rosberg – Williams, + 45,941
10. Robert Kubica – BMW, + 48,180
11. Heikki Kövalainen – McLaren, + 52,798
12. Kimi Räikkönen – Ferrari, + 54,317
13. Kazuki Nakajima – Williams, + 59,839
14. Fernando Alonso – Renault, + 1:09.687
15. Vitantonio Liuzzi – Force India, + 1:34.450
16. Romain Grosjean – Renault, + 1 volta
17. Giancarlo Fisichella – Ferrari, + 1 volta
18. Adrian Sutil – Force India, + 1 volta

Não completaram:

Lewis Hamilton – McLaren
Jaime Alguersuari – Toro Rosso

Considerações finais:

A temporada de 2009, infelizmente, ficará marcada muito mais pelo que aconteceu fora, do que dentro das pistas.

A polêmica dos difusores e principalmente o caso Nelsinhogate mancharam a categoria. Agora perguntas ficam para 2010:

Rubinho na Williams dará certo? Como será o relacionamento de Massa e Alonso na Ferrari? Bruno Senna sentirá a pressão de correr na F1?

Tirem suas conclusões.

E no ano que vem, se Deus quiser, estaremos aqui para fazer a melhor cobertura da temporada. Aqui no seu IdéiaFix!!

Até Março!!

(Pitaco Final do Frank: Dentre as mudanças já anunciadas para 2010 está a extinção do Kers. É uma pena, na minha opinião. Pelo que li e escutei, o equipamento é caro e nem todas as equipes poderiam equipar seus possantes com um exemplar. Olhando por esse ponto, é justo que não haja o equipamento que fornece até 80 cavalos adicionais no motor. Jean Todd, o novo chefão da F1, tem que estudar essa questão ano que vem para que, e, 2011, encontre-se uma alternativa parecida com isso. Sério… era uma excelente evolução, alla cogumelos do Mário Kart.)

Publicado por: Toogood | Segunda-feira, 2 Novembro 2009

Teleton 2009: Vídeo Entrevistas

Considerando a inflação de posts sobre o Teleton nos últimos dias, achei de bom tom esperar algum tempo para postar o vídeo abaixo. Esse vídeo conta minha pequena saga no Lounge do SBT, numa experiência de reportagem sem roteiro, equipamentos adequados ou mesmo bom senso por parte desse aprendiz de jornalista, ensinado pela Faculdade Empírica da Vida.

Aproveitei a concentração de artistas por centímetro quadrado daquele lounge para reunir a declaração de alguns deles. As perguntas não foram as mais criativas, inovadoras ou provocadoras, mas acho que o resultado final ficou aceitável. Ao menos foi divetido gravar e editar, já que dessa vez o Windows Movie Maker resolveu colaborar.

Espero que não sofram ataques epiléticos ou tenham traumas profundos ao verem reunidos no mesmo vídeo Yudi, Netinho de Paula, Zacarias Liminha, Richard, Gamberini e… Maísa. Ah, claro…. participação especial desse blogueiro Robert.

Ok… vocês estão autorizados a rirem da minha empolgação a quase roubar o lugar do demônio em forma de apresentadora infantil. E também da minha empolgação ao encontrar com o espírito (de porco) do Zacarias.

Quero criar alguma coisa em vídeo para vocês, mas como em Itatiba os famosos quase nunca aparecem, preciso pensar em algo minimamente interessante. Em breve vocês terão mais oportunidades de me ver em vídeo. Essa era uma das promessas no aniversário desse blog, lembram? Pois é… eu lembro.

É… a tortura vai continuar. Não para mm, claro.

Publicado por: Toogood | Sábado, 31 Outubro 2009

Despachos de Sábado

Despacho: Difere o despacho dos outros atos praticados pelo juiz pelo seu caráter meramente instrumental, visando o contínuo caminhar do processo em busca de uma solução definitiva. Esse dizeres são dados pela Wikipédia para explicar o real significado do título dessa série. Não há nenhuma relação (ainda) com macumba. Meu despacho é livre de spam, varíola e espíritos zombeteiros. Pode confiar, vem com galho de arruda de brinde.

  • Presidente Lula não faz propaganda política para Dilma, mesmo levando-a a todas as inaugurações e em todas as situações que podem posar para os fotógrafos – do mundo todo. Serra não faz campanha política aparecendo no Teleton e doando mais uma unidade para AACD.
  • O que é propaganda política? Dizer o número que se deve votar na urna, distribuir santinhos?
  • Pra mim é posar de herói nacional, coisa que os 3 estão fazendo.
  • E a Justiça Eleitoral está preocupada com outras questões. Não esperem providências…
  • Direto de Honduras: “Uma seleta delegação de diplomatas norte-americanos desembarcou em Honduras com o objetivo de “flexibilizar posições” e, em dois dias, havia um acordo.
  • Ou seja: a briga de comadres demorou meses, meteram o vizinho no meio e só quando titio Sam botou o dedo na ferida é que resolveram. Mesmo economicamete instável, os EUA ainda é centro político. Há de se respeitar tal posição.
  • PS: Só eu tenho problemas com singular/plural ao falar Estados Unidos?
  • Já que perguntar não ofende: E a Gripe A, hein? Já passou o perigo?
  • Já que perguntar não ofende, parte 2: Puniram aquele pessoal que colocou soda cáustica no leite?
  • Já que perguntar não ofende, parte 3: Desistiram de blitz ostensivas (e ofensivas, no bom sentido) da Lei Seca?
  • Recomendo que leiam a coletânia do Pasquim. É o tipo do jornal que nasceu para dar errado, seus integrantes faziam de tudo para que ele desse errado, a época de edição era fartamente favorável para ser um fiasco e, no entanto, eles são O Pasquim. Simplesmente geniais.
  • Por falar nisso, o Paulo Francis disse uma vez que quem ouve rock paulera não pode ser considerado vertebrado. Nível de trollagem máxima atingido.
  • Itatiba as vezes me dá vergonha. Dá pra imaginar uma cidade em que o CINEMA e um RESTAURANTE que vende comida chinesa muito boa fechem as portas em plena SEXTA-FEIRA A NOITE, antes das 22 horas?
  • Itatiba, cidade-dormitório. Do not disturb before 9 p.m.
  • Fora que os pontos turísticos – que existem- estão deteriorados e subaproveitados. A tradição dos móveis coloniais também existe, mas não tem incentivo. O caqui fica às margens da uva de Valinhos/Vinhedo e do morango de Atibaia. Por fim, até hoje não acharam a pesquisa que comprova que Itatiba tem mesmo o terciero melhor ar do mundo em qua tidade de oxigênio.
  • Como diria o Bóris Casoy: Isso é uma vergonha.
Publicado por: Toogood | Sexta-Feira, 30 Outubro 2009

Você NÃO é a nata. Conviva com isso

O hype do momento é o tão comentado Novo Orkut, que nada mais é do que uma versão recauchutada e maquiada do Orkut tradicional. Essa modificação faz muito bem ao serviço que estava meio frio e desprestigiado, principalmente depois da popularização do Twitter. A grande diferença, na verdade, é que o sistema de convites voltou (assim como era inicialmente) e, portanto, só quem está dentro pode puxar alguem que está de fora. Algumas modificações no sistema de compartilhamento de fotos também foram, mas nada muito inovador.Ok, não sejamos injustos, Nas palavras do Thiago (um amigo muito entendido de Orkut) “alguns recursos BEMMMM ultilzados anteriormento por Javascript associados com greasemonkey, vieram a tona”, seja lá o que isso signifique.

Veja uma prévia exclusiva, diferente da divulgada por todos os portais:

orkut - meu orkut_1257295644959

orkut - Perfil de -┌●Tħiągø●┘-_1257354046890

Outro assunto que causou certa polêmica foi o site de relacionamentos que tem um critério, digamos, subjetivo para selecionar seus participantes. Só são aceitos usuários dotados da mais alta apreciabilidade, ou, em outras palavras, com a lataria em ordem. O Beautiful People.com coloca em xeque e em votação a beleza dos participantes. Os próprios usuários votam em quem deve ou não estar na rodinha. Na verdade, esse sistema é usado em clubes: a foto do sócio é colcoada em exposição e se alguem souber de algum podre em escala judicial do cidadão, ele é impedido de adentrar no quadro de associados. Uma vez dentro, pode vetar a participação de outrem. Justo.

Esses dois exemplos mostram que há uma tendência, e não é de hoje, de se separar o joio do trigo, a nata do leite, as moscas do estrume. Quem é contemplado com uma vaga num grupo seleto, sente-se superior. Quem não é, critica ferozmente os critérios utilizados, os criadores do molde, o Papa, a Rede Globo e quem mais estiver no caminho. Claro, tudo muda se receber o chamado.

Vi muita gente numa corrida desenfreada para angariar convites, não importanto a pessoa para qual mendigam. O Fábio Morróida lançou um retwitt falso em nome do Gravs. Algo do tipo: “Estou distribuindo convites pro Novo Orkut. Só mandar e-amil para XXXXXX“. A Caixa de entrada do indivíduo ficou assim:

caixadeentrada

Mesmo tendo a certeza de que todos os usuários serão migrados, cedo ou tarde, há um faniquito para ser um dos primeiros ou, nas palavras do Thiago: “asisstir o filme na pré estréia“. O nome disso é status. Na definição anedotística (ou não): “Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é”.

O status faz de um administrador interno de condomínio alguem mais importante e respeitado do que um zelador. O status é a maquiagem posição social. Nem todo mundo pode ter, mas nem todo mundo precisa ter.

Você não é a nata. Conviva com isso.


Publicado por: Toogood | Sexta-Feira, 30 Outubro 2009

Lo Día de las brujas salirem del armario

Amanhã é lo halloween e, entrando no clima del puest del Henderson, del Depokafé, confesso que nunca fez muy sentido pra mim. Tudo bien: É una tradición popular nos Estados Unidos, assim cuemo lo carnaval e lo dia de nuessa senhora aparecida é para nós. piero é interessante la penetración (opa) que la data atingiu en terras tupiniquins. Lo puerto seguro dieve ter sido las escolas de idioma e la alfândega, por su vez, las professoras.

Vieja, non estou criticando e nem dizendo que non se puessa festejar lo dia das bruxas. Luego yo que sou la favor de que se institua lo Dia del Saci, na miesma data. Piero é curioso cuemo las luejas e los camelôs, evidentemente, se preparam e abarrotam sieus estoques com fantasias, tridentes, máscaras e outros utensílios del mais alto grau bruxístico e diemonístico, cuemo se tuedas las criançlas fossem sair nas ruas subornando sieus vizinhos. Se fossem adultas, poderiam ser autuadas por estelionato mediante extorción (é puessível?) já que los bacuris ameaçam detonar la casa da puebre velita se elas non tiver balas de caramelo para colocar no saquito. caramba… La vielha mal tem diente pra cuemer la bala!

Yo miesmo já piedi gostosuras ou travessuras no saudoso Elias Narchi. Non era exatamente algo que puederíamos chamar de comemoración de dia das bruxas, piero dava pra reabastecer lo estoque. pro dia seguinte, claro. lo tesouro era quase que depredado naquela nueche miesmo. Estranhamente non tienha lembrado de ninguem que tienha recusado, apesar de ter certeza que alguem vizito ignorou sumariamente nuesso apelos, ou sieja, desligou la campaita. se bem que yo duvido que teríamos coragem de fazer qualquer cueisa contra nossos queridos vizinhos. Pricipalmente depois de ter transformado lo capô del carro de uno dieles numa verdadeira cueletânia de pess.

Gostaria de saber de fato lo quanto lo Halloween é comemorado no brasil. Non adianta mostrar fuetos de una balada que sirva vito com gielo sieco para imitar uno cálice de sangue vampirolesco. Quiero Halloween de verdad, com direito la papel higiênico nas árvores, portas pintadas com lo númiero 13 (en vermejo, of course), e outras travessuras.

Que jack lo’lanter ouçla mieus pedidos. Por hablar nisso, abóbuera tem ouvidos?

PS: Sí, lo texto está todo en Portuñol, já que hoy és Lo Dia de Hablar-se Portuñol. Non faz la mienor idesia que mierda é essa? Vieja lo sitio e entenda. Ou non

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Publicado por: Toogood | Quinta-feira, 29 Outubro 2009

Trocando o motor: 2.0

Já virou tradição: Esse é o terceiro ano que faço um post comemorativo de aniversário. Completo, nesse 29 de outubro, 20 anos. Segundo o Carlão, estou trocando de motor e fazendo um upgrade para o 2.0. É bom lembrar que motores 2.0 bebem mais, mas, em compensação, tem potência maior… Um dilema que vou ter que conviver, enchendo a cara.

Ao contrário dos outro anos, escrevo esse texto na véspera. Ano passado, todo o conceito estava pronto em agosto. Acreditava ser bastante ficcional aquelas situações em que o cidadão chega em casa, afrouxando a gravata, desabotoa a camisa (com o paletó nos ombros) e encontra a casa toda escura. Ao chamar a esposa, com uma voz que mistura medo com cansaço (e a dúvida de estar sendo chifrado, obviamente), a luz se acende, a pupila se contrai, o coração dispara e inúmeras vozes conhecidas começam a cantar. Você sente tapinhas nas costas, um beijo no rosto e não entende aquela agitação toda. Quando vê o bolo e a velinha espalhando faíscas alegres para todos os lados, você se lembra que é o próprio aniversário.

Definitivamente não é ficcional. Com todo esse hype do Teleton, restou pouco tempo (e cabeça) para lembrar que faria aniversário.

Falando em festas, creio que o dia do aniversário seja a data comemorativa mais importante no ano de uma criança. Talvez só se compare com a Páscoa (recheada de chocolate) e o Natal (recheada de presentes). Aniversário de criança é igual Carnaval na Bahia: Mal se termina o do ano, começa-se a pensar no do ano seguinte.
Mês de aniversário então, nem se fala. A criança enche o saco dos pais por causa do maldito presente, geralmente alguma besteira da moda. O resto de toda a organização é fescura dos pais. Convitinho para os amiguinhos, saladinha para as tias, hotdog para alimentar os coleguinhas de classe. Ok, não sejamos injustos. A criança se importa com o bolo e com os brigadeiros.

No fim, sempre há a expectativa da “lembrancinha”. Em aniversários mais abastados financeiramente, essa “lembrancinha” é geralmente um eletrônico cobiçado pelas classes B,C,D e E, que, aliás, são adquiridos por preços módicos na travassia da Ponte da Amizade. No meu caso, as “lembrancinhas” eram saquinhos coloridos recheados de balas, uns brinquedinhos de plástico e algum ítem como língua de sogra ou apito. Ok, não lá aquelas coisas, mas nunca ninguem teve a coragem de reclamar.

A grande birra das mães é quando criança não come. Mentira. Criança come sim. É que, proporcionalmente, ela mais corre do que come. Uma cena que se repete ad eternum em festinhas infantis é a da tia segurando o bacuri todo suado e vermelho pelo colarinho e atochando um risoli, frio, na boca do moleque (só a carninha… só a carninha), enquanto ele olha desesperado onde estão os amiguinhos. Quando a tia solta a coleira, ele sai desesperado pra voltar pro pega-pega/esconde-esconde/barra-manteiga/tiro ao alvo/Winning Eleven…

Falando de mim, nunca anfitrião de grandes festas fui. Meus aniversários costumam ser substancialmente caseiros, voltado para familiares. Mas lembro de algumas festas que fiz a besteira de convidar convidei os amigos. Teve gente fazendo xixi nas calças, gente subindo no apê e fuçando deliberadamente no meu armário… coisas absolutamente comuns. E que eu não tive culpa, diga-se de passagem.

O fatídico “Parabéns a Você” é o momento sublime da festa. A família e os amigos se reúnem em torno da grande mesa farta de guloseimas e cantam felicitando o nobre aniversariante. Se bem que hoje em dia ninguem mais canta a música compelta. Malemal chega-se ao “é pique“. Aliás, falando da letra, o que diabos significa “é pique, é pirque. É hora, é hora. Rá-tim-bum“? O que será que o gênio quis dizer com essas onomatopéias que levam nada a lugar algum?
E depois da bonança vem a tempestade. O inferno dos aniversariantes é o “Com quem será?“. Qual será o sadismo em ver a estrela da festa e algum ou alguma coleguinha aparentemente anônimo passar vergonha? Se o próprio aniversariante tivesse o direito sagrado de escolher sua futura esposa de mentira vá lá, mas geralmente somos pegos de sopetão. Covarida.

Enfim… feliz aniversário pra mim. Que venham os regalos, as bebidas, as mulheres, o dinheiro, o sucesso. De presente, gostaria de uma cabine de pedágio. Grato.

Publicado por: Toogood | Terça-feira, 27 Outubro 2009

Teleton 2009: Considerações

Agora que o turbilhão de emoções já passou, posso sentar com calma e raciocinar sobre essa minha passagem pelo Teleton 2009. Tenho algumas coisas a dizer, que vão de agradecimentos a observações. Vão e bastidores dos bastidores à como funciona a engrenagem chamada televisão. Mas vamos começar do começo: Minha maratona particular começou as 2 da manhã, enquanto tomava café e esperava o motorista. Por outro lado, terminou só as 4 da tarde, quando cheguei, exausto, em casa.

O Convite
Muita gente já me perguntou como diabos fui aparecer lá. A história começa com um Twitt do Alessandro Martins, ainda em Setembro, dizendo que o SBT procurava blogueiros para uma ação para o Teleton. Como eu realmente acredito na causa da AACD, mandei um e-mail para o endereço fornecido, sem saber do que se tratava.
A Fernanda, produtora, enviou-me um e-mail explicando que a ação era ir até o SBT e blogar direto da bancada, ao vivo. Nem preciso dizer que aceitei na hora.

O Motorista
Para o traslado Itatiba – SBT – Itatiba, ganhamos um motorista. O nome da figura é Villy e eu diria que foi o aquecimento perfeito para quem estava tenso, ansioso e preocupado com o resto dia. Ele contou histórias impublicáveis aqui, e sinto que ele tem bem mais histórias para contar. Para vocês terem uma ideia, ele foi estudante de Direito, mas desistiu e acabou virando motorista. A empresa para qual ele trabalha terceriza esses serviços para vaárias emissoras, inclusive SBT e ESPN. Ele conta que já buscou vários artistas em aeroportos, foi até o Iate Clube da Ana Maria Braga e tem entrada liberada em vários estádios. Curiosamente, a única credencial de evetos que fez questão de guardar foi a da CBF.
Me fez refletir bastante a diferença entre Profissão e Carreira.

O SBT
Como toda emissora que se preze, o SBT é gigantesco. O Complexo Ananguera abriga não só os estúdios e a parte administrativa da televisão, mas também todo o conglomerado Grupo Silvio Santos. Pude ver os estoques da Jequiti e das Lojas do Baú.
A organização lá dentro é bem funcional. Em época normal, voccê transita lá dentro com facilidade, já que o layout é bem pensado.
Creio que consegui ver quase todas as áreas de curiosidade popular. Até o parque de provas – acreditem, a distância entre o navio e o João Bobo não é tão grande quanto parece – e o restaurante dos artistas (um deles, é verdade) tive o prazer de visitar. No restaurante, aliás, há varios quadros com antigas estrelas da casa. Uma das paredes, inclusive, tem Angélica, Mara maravilha e Eliana, todas novinhas.
Fiz questão de fotografar as famosas vagas cativas das estrelas. Rodando pelo estacionamento, vi que a tentativa é ilustrar todos aqueles que fazem parte do casting SBT, não importanto se é jornalista, apresentador ou ator.

Montagem3

Fui muito bem tratado por todos os que lá estavam. Os seguranças me forneceram todas as informações que precisei e mesmo na hora de verificar minha credencial, não foram brucutus. Treinamento nota 10.
É incrível, mas não tenho do que reclamar ou criticar. Quem me conhece sabe que, se tivesse motivos, falaria tudo aquilo que tivesse que ser falado. Pelo menos comigo não houve problema algum.

Os Artistas
Aparecer ao vivo foi bacana, mas a melhor parte da visita, pessoalmente, foi o chamado lounge. O lounge foi uma estrutura montada para servir como salão de festas, reunindo convidados, artistas, imprensa e comida de graça. Combinação melhor impossível. Consegui conversar e entrevistar vários artitas que por lá passaram. Avaliando os vídeos, fico um pouco decepcionado por não ter preparado melhor as perguntas, ou mesmo ensaiado. Acho que nunca improvisei tanto. Por exemplo: Minha pergunta para o Celso Portiolli foi: “A participação no Teleton marca sua nova fase no SBT?”. Ele, obviamente, respondeu “sim“. É lógico! Pergunta besta demais. Ainda bem que consegui emendar um “Até onde você pode chegar no SBT?“. Resposta: “O céu é o limite”. Foi a deixa para que eu finalizasse com um “Então teremos um Programa Celso Portiolli em vez do Programa Silvio Santos?“. Arranquei risadas não só dele, mas dos jornalistas em volta. A resposta veio: “Não, não… é muita coisa!

Uma coisa eu aprendi sobre a fama. Há de se ter muita paciência. O ator Wagner Santisteban ficou, ao menos, 40 minutos em pé, respondendo as perguntas dos diversos sites, blogs, rádios e Tvs. Tirou foto, autografou camisetas, bloquinhos, bonecos… Talvez eu mesmo tivesse pedido licença após 20 minutos naquele tumulto.
A Maísa foi outra figura que me impressionou. Conheci outra face da apresentadora mirim: a do medo. Ela estava visivelmente assustada com a quantidade de fotógrafos e curiosos chamando. Para falar a verdade, eu também estava. Dei muita sorte em estar no lugar certo, na hora certa.

Montagem5

Os Agradecimentos
Em primeiro lugar, agradeço ao Alessandro Martins. Foi indireta a participação dele nessa jornada, mas foi uma participação indireta impresindível.
Agradeço à Fernanda Tarricone e ao Raphael Sansão por toda a atenção antes, durante e depois do evento. Sem os dois, essa participação ficarei seriamente comprometida.
Ao Carlão, aqui do blog, por encarar de frente (sic) esse desafio. Sério mesmo, ficar lá sozinho não seria tão divertido.
Ao Villy, o motorista, pela paciência conosco. Não é fácil viajar para uma cidade que não conhece as 2 da manhã, aguentar dois caras chatos durante 1h30 e ainda ter que esperar a boa vontade deles pra voltar para casa…

Conclusão
Um sábado totalmente diferente. Pessoas completamente diferentes, situações inusitadas. Improvisação. Emoção. Adrenalina. Risos. Ansiedade. Sono. Sede. Cansaço. Tietagem. Esse foi o dia Teleton. Nunca tinha me sentido tão parte daqueles mais de 19 milhões arrecadados para a AACD. O novo centro de reabilitação que será construído em Poços de Caldas ajudará milahres de famílias a ter uma vida mais funcional.
Algo para guardar para sempre. Certamente, merece um capítulo inteiro na minha auto-biografia não autorizada.

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